O arquiteto e urbanista formado na instituição ainda relatou sobre sua trajetória até sua consolidação no exterior, bem como a contribuição da Unifacisa na abertura de oportunidades fora do Brasil

O Centro Universitário Unifacisa sempre foi sinônimo de inovação no setor da educação, por meio de projetos que promovem a ampliação intelectual de todos os seus alunos. Entre as tantas iniciativas com este intuito, estão o incentivo à pesquisa e extensão, além das oportunidades de intercâmbio através de parcerias firmadas entre a instituição e os programas que levam os graduandos para fora do país. Estas possibilidades, além de prepararem ainda mais os estudantes para o mercado de trabalho, trazem incentivos que reverberam em ações de maior controle da carreira profissional, já que, durante a graduação, estes estudantes foram colocados como protagonistas em seus processos de aprendizagem.
Pedro Henrique Silva Costa é egresso do curso de arquitetura e urbanismo da instituição, por meio do PROUNI (Programa Universidade para Todos), e é um forte exemplo de ex-aluno que teve seus horizontes ampliados por meio da graduação concluída na Unifacisa. O profissional atualmente reside na cidade de Amsterdã, na Holanda, e trabalha como urbanista e líder de projetos em um escritório local, além de dar aulas na Academia de Arquitetura de Amsterdã, ambiente onde concluiu seu mestrado com ênfase em urbanismo. O egresso relatou como se deu sua profissionalização na Unifacisa e como sua vivência universitária lhe permitiu enxergar possibilidades de atuação para além do Brasil. “A instituição aproxima o estudante do mercado profissional desde o início do curso, seja através dos professores que atuam nesse setor ou por causa de eventos oferecidos voltados ao desenvolvimento acadêmico e profissional. Tudo isso é bem positivo e essa exposição acaba tendo uma grande influência na formação dos alunos.”, explicou.
O foco que a instituição tem com o mercado de trabalho permitiu que Pedro, ainda durante seu curso, realizasse seu primeiro contato com a educação exterior, por meio da parceria entre a Unifacisa e o programa Ciência Sem Fronteiras. “Durante o meus estudos na Unifacisa, eu tive a oportunidade de estudar na University of East London, em Londres, na Inglaterra, em 2013, onde fiz o intercâmbio com bolsa do CNPq por um ano cursando arquitetura nesta universidade. Essa oportunidade foi o que expandiu meus horizontes sobre as diversas possibilidades que a profissão de arquitetura e urbanismo podem oferecer. Quando voltei do intercâmbio ficou claro pra mim que urbanismo seria o caminho a seguir.”, historiou. Após ter tal certeza, Pedro se envolveu com pesquisas que trouxeram aprofundamento científico para ele na área. “O urbanismo me levou a participar de projetos de pesquisa na Unifacisa sobre a qualidade dos espaços públicos do centro de Campina Grande e que rendeu artigos publicados em congressos da área e na própria revista TEMA.”, relatou.
Ainda durante a graduação, Pedro teve a oportunidade de vivenciar um curso, em São Paulo, promovido pela Architectural Association School of Architecture. Sua participação no encontro foi o pontapé inicial para seu retorno ao exterior. “Lá eu tive contato com arquitetos do escritório holandês UNStudio. Depois de ter concluído minha graduação, eu entrei em contato com um destes arquitetos a respeito de uma vaga de estágio no departamento de urbanismo do escritório e, consequentemente, fui selecionado para estagiar durante oito meses no local.”, disse. O egresso comentou que, enquanto estava lá, uma nova oportunidade que lhe fez ficar surgiu: “a ideia era voltar pro Brasil após esse período, mas aí surgiu a oportunidade de começar o mestrado aqui e como eu decidi continuar em Amsterdam acabei sendo contratado como urbanista pelo escritório e ficando de vez.”, enfatizou.

Pedro comentou como se deram suas atividades enquanto aluno do curso de mestrado oferecido pela Academia de Arquitetura de Amsterdã. Segundo ele, “a pós-graduação tem duração de 4 anos e é bem diferente do mestrado oferecido nas instituições de educação brasileiras. O ensino é voltado para o mercado de trabalho, ou seja, durante o mestrado é desenvolvido muitos projetos urbanos. As disciplinas de projeto compõem grande parte do currículo, mas também há aulas de teoria. O diferencial da Academia de Arquitetura é que, ao mesmo tempo em que você está estudando, você também deve estar trabalhando. O trabalho acontece de segunda a quinta e tem aulas duas noites na semana e durante toda a sexta-feira. Dessa maneira, após a formação, você tem direito a receber o seu registro profissional daqui.”, destacou.
Aliado ao curso de mestrado, Pedro seguiu trabalhando na UNStudio, o escritório holandês que lhe permitiu ser estagiário e depois colaborador. A empresa possui sede em Amsterdã, Hong Kong, Shanghai, Frankfurt e Melbourne e mais de 300 funcionários. “Eu trabalhei junto ao time de urbanismo em projetos locais e internacionais em países como Alemanha, Finlândia, Coreia do Sul, China, entre outros. Foi uma rica experiência que serviu como uma base sólida para o meu desenvolvimento profissional na Holanda e que eu acredito que me preparou para trabalhar em qualquer lugar.”, frisou Pedro ao lembrar sobre suas atividades dentro da UNStudio. Após cinco anos na empresa, o urbanista sentia que precisava canalizar seu trabalho para uma escala menor. Foi quando Pedro iniciou suas atividades na “IMOSS, um escritório com apenas 25 funcionários onde eu sou o único funcionário estrangeiro e todos os outros colegas são holandeses. É um ambiente de trabalho bem diferente, mas que também tem sido um grande aprendizado não só pela natureza dos projetos serem bem diferentes, mas também por causa do idioma onde tenho que trabalhar em holandês.”, expressou.
Conciliando com as atividades no escritório, Pedro relatou que “também sou professor visitante na Academia de Arquitetura de Amsterdam, onde estudei. Dou aulas de projeto para alunos do primeiro ano do mestrado dos cursos de arquitetura, paisagismo e urbanismo, o que é bem gratificante ter a oportunidade de contribuir na formação dos futuros profissionais daqui.”, exprimiu. E após tantas atribuições, o profissional externou que não pretende deixar o país: “quero continuar me desenvolvendo profissionalmente por aqui porque o mercado que estou inserido atualmente oferece muitas oportunidades e com o tempo a sua experiência aqui é valorizada cada vez mais. Isso meio que garante um futuro promissor.”, encerrou.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
O curso de farmácia da Unifacisa comprovou o empenho e a missão que firma com seus alunos a cada período. Com o oferecimento de uma formação que transita de maneira completa entre a extensão e a pesquisa, a coordenação do curso, por meio da professora Alyne Portela, celebra as conquistas de egressos como Mariana Plácido Brandão, que foi aprovada para cursar a pós-graduação em farmácia hospitalar do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
Formada desde 2021, a ex-graduanda explicou como a Unifacisa teve contribuição na sua preparação curricular para a conquista da oportunidade de fazer uma capacitação em um complexo hospitalar que é referência na América Latina. “A Unifacisa sempre me impulsionou a alçar vôos grandes e sempre me mostrou caminhos para isso. No meu primeiro período entrei em um projeto de extensão, depois fui para pesquisa e também dei monitoria. Os projetos que me envolvi abriram as portas para que eu publicasse diversos artigos e até mesmo um livro e esses foram um dos fatores que contribuíram para minha aprovação na pós-graduação, já que uma das etapas era a análise de currículo.”, relatou.

A pós-graduação da farmacêutica só começará em setembro, mas ela descreveu quais serão suas atividades no curso. Segundo ela: “vou ampliar meus conhecimentos na gestão da farmácia hospitalar, correlacionando o conhecimento técnico-científico, tendo uma análise crítica e reflexiva, utilizando ferramentas de aprimoramento de gestão e processos, valores éticos e habilidades necessárias para o cuidado especializado com excelência e qualidade.”, pontuou.
Atualmente, Mariana trabalha em uma rede de farmácias no estado do Paraná. Para o futuro, a egressa expressou que pretende “aprimorar ainda mais meus conhecimentos ao lado dos grandes profissionais presentes no Sírio Libanês e, quem sabe, poder devolver, em forma de cuidado à minha terra amada, um trabalho de excelência, preparo e zelo para o nosso povo por meio do HELP.”, concluiu.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O curso de farmácia da Unifacisa, embora muito prático por dispor de uma ampla infraestrutura moderna em seus laboratórios, também, se compromete a ofertar uma formação que ofereça contribuições nos setores da pesquisa e do desenvolvimento das ciências farmacêuticas. Desde o início do curso, os alunos são estimulados a envolverem-se com a pesquisa acadêmica a fim de que eles também possam construir seus legados a partir de suas contribuições em descobertas científicas. Alguns desses alunos se identificam tanto com a produção acadêmica que decidem intensificar os estudos e concorrer a um mestrado. Este é o caso das egressas Sayonara Pessoa Fernandes e Luana Layse Câmara de Almeida, que foram aprovadas no Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas (PPGCF) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) logo após concluírem suas graduações em farmácia na Unifacisa.
Formadas em 2022, as mestrandas explicaram como foram as preparações profissionais ao longo dos anos de curso. “A Unifacisa me proporcionou vivências nos estágios em áreas distintas da farmácia, onde pude aprender sobre a importância do farmacêutico em cada local, seja na drogaria, no hospital, na pesquisa ou em outras áreas, contribuindo para a minha formação e buscando sempre me aperfeiçoar.”, relatou Sayonara. “A Unifacisa é um complexo que nos prepara excepcionalmente para o futuro, oferecendo uma admirável estrutura física em suas salas de aulas e laboratórios, além de um excelente corpo docente.”, comentou Luana.

As oportunidades oferecidas pela instituição no campo da prática instigaram as ex-graduandas a se desenvolverem no campo científico. Elas comentaram como se deu essa preparação que, desde o início, teve acompanhamento do corpo docente do curso de farmácia. Segundo Sayonara, “eu sempre tive vontade de seguir na área da docência e pesquisa, e alguns professores notaram isso e me incentivaram a continuar na área, o que me despertou o desejo pelo mestrado. Então, terminei o curso, fiz o processo seletivo e passei. É onde estou hoje e estou me encontrando cada vez mais.”, expressou. Já Luana afirmou que “durante a graduação, os professores sempre me instruíram e me incentivaram nos melhores caminhos, no qual pude vivenciar as melhores experiências acadêmicas.”, disse.
Mesmo estando fora da Unifacisa há alguns meses, as farmacêuticas explicaram que levam para o mestrado as pesquisas que lhe despertaram a curiosidade ainda na graduação. “No mestrado irei trabalhar com a prospecção de novos antibióticos a partir de uma actinobacteria isolada da caatinga para o combate da Staphylococcus Aureus resistente à meticilina (MRSA).”, frisou Sayonara. “No mestrado trabalharei na área de obtenção e avaliação da atividade biológica de produtos naturais e sintéticos, a fim de desenvolver novas estratégias para o tratamento de patologias que afetam o sistema respiratório.”, destacou Luana.
Atualmente, as egressas dedicam-se exclusivamente às suas pesquisas de mestrado. Elas ainda relataram quais são suas ambições futuras: “quero dar continuidade ao mestrado e seguir para o doutorado, prestar concursos e seguir a área da docência.”, concluiu Sayonara; “quero concluir meu mestrado para atuar na área acadêmica como docente em instituições de ensino superior.”, encerrou Luana.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Em alguns países é necessário que profissionais realizem exames para exercerem legalmente suas profissões, assim como no Brasil a exemplo dos bacharéis em direito que realizam o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Nos Estados Unidos para atuar na área da enfermagem é preciso aprovação no exame da National Council Licensure Examination (NCLEX), conhecida como uma das provas mais difíceis e concorridas para a permissão do exercício profissional.
O NCLEX funciona como o principal exame de licenciamento em enfermagem do mundo e usa tecnologia de teste adaptativo computadorizado (CAT), garantindo precisão durante todo o processo do exame, reforçando uma medição válida, confiável e de competência. Para esse processo, existe uma pontuação mínima a ser alcançada, esse é o ponto inicial para que haja a aprovação no processo e a aplicação prática de uma enfermagem segura e eficaz.
Dessa maneira, uma das chaves iniciais para conquistar a aprovação em uma dessas provas é, antes de tudo, ter tido uma boa formação. O curso de enfermagem da Unifacisa prepara o aluno para atuar de forma ética e humanizada no cuidado dos pacientes, promovendo e restabelecendo a saúde das pessoas. Ainda é buscado uma preparação para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições do exercício profissional. Dessa maneira, o curso de enfermagem da Unifacisa prepara seus alunos para enfrentar qualquer desafio, como é o caso da egressa Mariana Gonçalves Lucena que foi, recentemente, aprovada no exame americano.
Graduada em 2021, a enfermeira explicou como a Unifacisa teve contribuição com essa conquista. Segundo ela, “na instituição pude absorver todos os conhecimentos necessários para o mercado de trabalho como enfermeira. O curso de enfermagem da Unifacisa conta com uma estrutura de laboratórios muito atualizada, com bonecos, peças e um hospital simulado, além de práticas no HELP. Mesmo no início do curso tive contato com a preparação para o mercado de trabalho, aprendendo sobre exames físicos e atendimentos prestados de forma individualizada e humanizada para cada paciente. Foi pela Unifacisa que concluí, além da minha graduação, um curso de instrumentação cirúrgica e laparoscopia.”, pontuou.

Mariana explicou que soube da oportunidade de exercer sua profissão nos EUA e de conquistar o Green Card (visto permanente de imigração concedido pelas autoridades americanas) logo após a conclusão do seu curso. Ela também pontuou como se deu o processo de auxílio da Unifacisa mesmo após a sua formação. “No final do ano de 2021 decidi que iria começar o processo de validação do meu diploma. Estudei tudo sobre o processo e, em janeiro de 2022, dei entrada nos meus documentos e foi aí que eu vi o quanto a Unifacisa, mesmo após a graduação, sempre esteve disponível. Entrei em contato com a faculdade e de forma super rápida e solícita me encaminharam todos os documentos preenchidos e assinados assim como deve ser feito.”, disse.
A enfermeira também falou como foi sua preparação curricular até a realização do exame. Segundo ela: “meu diploma foi validado aproximadamente dois meses após dar entrada no processo e o que mais me surpreendeu foi o fato da carga horária do curso, aqui na Unifacisa, ser maior que a dos cursos de enfermagem ofertados nos Estados Unidos. Dessa forma não existe a necessidade de complementação de carga horária. Fiz algumas entrevistas para os Hospitais e todos elogiavam muito o conhecimento que tenho, ressaltando que tudo foi fruto de muita dedicação não só minha, mas da equipe de professores da Unifacisa.”, frisou.
Entre as preparações, Mariana destacou os momentos mais desafiadores para a concretização dessa conquista: “todos os formados em enfermagem, sejam imigrantes ou nativos, precisam fazer essa prova para exercer a profissão nos EUA. Para nós, brasileiros, ela é ainda mais desafiadora por ser feita na língua inglesa e existem algumas diferenças na atuação da enfermagem americana para a brasileira, sem contar a cultura que diverge em algumas coisas da nossa. Após a validação realizada, eles me deram a autorização para fazer o teste e foram duas tentativas. Na primeira não passei e na segunda tive grande êxito.”, salientou.
Com a aprovação em mãos, a egressa relatou que hoje em dia trabalha com consultoria de enfermagem internacional e que tem sua própria turma preparatória para o NCLEX. Segundo ela, seus planos futuros baseiam-se em “conseguir alcançar o máximo de enfermeiros brasileiros para serem recrutados. A enfermagem nos Estados Unidos é muito valorizada e eu desejo muito que meus colegas de profissão consigam alcançar a tão sonhada valorização profissional.”, destacou.
Dessa maneira, através da atitude empática e coletiva da egressa, é possível enxergar mais uma vez o cumprimento da missão da Unifacisa. Esse compromisso se estende para uma formação profissional ética e humanizada de uma maneira que seja benéfica para todos os que estiverem ao redor desses ex-estudantes.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Sempre que possível é frisado pela comunidade acadêmica da Unifacisa o compromisso que a instituição tem com o âmbito social. Dentro das graduações busca-se trazer uma formação profissional e também humanística. O Centro Universitário unifacisa, semestralmente, recebe alunos para iniciarem a vida profissional e, simultaneamente, devolve para sociedade profissionais com a missão de transformar as realidades em que estiverem inseridos. Dessa maneira, por saber da responsabilidade profissional de cada egresso, se torna comum que os profissionais formados na Unifacisa retornem à instituição para somarem enquanto colaboradores.
Pedro Paulo Coutinho Costa iniciou seu relacionamento com a instituição em 2007, enquanto acadêmico do curso de medicina. Este ano, o egresso retornou ao ecossistema para ser docente da nova pós-graduação em dermatologia. O médico comentou sobre o retorno: “estou entusiasmado! Reconheço o papel da Unifacisa como imprescindível e ratifico que a construção do bom profissional requer, de forma mútua e integral, motivação e conhecimento. Sinto-me lisonjeado e honrado com a oportunidade. Tenho um sentimento que, indubitavelmente, enaltece o propósito da instituição”, expressou.

O ex-acadêmico de medicina relatou, também, o papel da instituição na sua formação profissional. “A faculdade me ofereceu uma ampla oportunidade e acesso ao conhecimento de todas as áreas relacionadas à prática médica, seja ela cirúrgica ou clínica. Fui direcionado ao acesso à medicina contemporânea, que, por sua vez, requer contínua atualização e pesquisa, sendo primordial para o nosso conhecimento e promoção da saúde dos pacientes”, frisou Pedro. O egresso ainda atribuiu muito da sua boa formação ao corpo docente do curso de medicina que, segundo ele, “configura a base para uma trajetória de sucesso”, reforçou.
O professor também relatou alguns momentos da sua trajetória profissional e que, segundo ele, tais conquistas só foram possíveis graças à boa influência que recebeu quando ainda era aluno da graduação. “Concluí a residência médica em dermatologia no ano de 2019 na Fundação de Medicina Tropical do Estado do Amazonas sendo, logo em seguida, aprovado no exame de título de especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia-SBD. Adiante, conclui especialização em tricologia no Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo. Ainda como aluno, na Unifacisa, fui contemplado com a singular oportunidade de ter excelentes professoras e assistentes na disciplina de dermatologia que motivaram a escolha desta especialidade”, relatou.
Atualmente, Pedro é médico assistente do ambulatório de dermatologia pediátrica da residência de pediatria, pelo Hospital da Criança de Campina Grande (HCCG) e atende em consultório particular, além de ambulatório especializado e vinculado ao SUS, pela prefeitura da cidade. Para o futuro, além de iniciar suas atividades enquanto docente da pós-graduação da Unifacisa, o professor explica que pretende “lecionar no âmbito da especialidade de dermatologia, ampliar e atuar nos ambulatórios médicos relacionados à disciplina, com foco nas áreas de tricologia.”, concluiu.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
O Centro Universitário Unifacisa sempre teve como compromisso desenvolver e habilitar profissionais que, acima de tudo, contribuam ativamente com a sociedade através de ações inovadoras e humanísticas. Dessa maneira, o HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa) veio para ser uma extensão desse compromisso social e compassivo de tal maneira que já é comum que graduados da Unifacisa estejam atuando dentro do Hospital. Entre os egressos em exercício no local, está Adriana de Oliveira Souza.

Enfermeira desde 2010 e, atualmente, desempenhando atividades no centro cirúrgico do HELP, Adriana relatou como se deu sua profissionalização na Unifacisa. Segundo ela, “quando a Unifacisa chegou com o curso de enfermagem, eu não pensei duas vezes em crescer junto com a instituição que sempre foi tão comprometida e organizada. Além do curso, também fiz pós-graduação na instituição e tive muita contribuição para que meu currículo fosse bem extenso e isso fez com que eu conseguisse entrar no mercado de trabalho.”, expôs.
Além da pós-graduação em enfermagem dermatológica, feita na Unifacisa, Adriana explicou que também realizou especializações em saúde pública e em centro cirúrgico. Capacitações como essas permitiram que a enfermeira conquistasse um currículo repleto de boas experiências em lugares de referência na cidade. Cada um desses feitos foi guiado por uma equipe de docentes que acompanhou a egressa desde a sua graduação. “Meus professores sempre foram fundamentais para minha trajetória. Além de exemplos, muitos deles são referência para mim e em minha profissão. Sempre demonstraram responsabilidade, mesmo após o fim do meu curso. Devo minhas conquistas a eles.”, destacou.
Depois de passar por lugares como o Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires e o Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA), Adriana conquistou uma oportunidade no HELP. A instituição é definida por ela como um “presente para a cidade de Campina Grande, trazendo profissionais especializados, equipamentos de última geração, com atendimento voltado ao paciente de maneira humanizada e holística.”, disse. Nada obstante, a enfermeira acredita que estar no Hospital é “uma oportunidade única. Além das experiências e conhecimentos adquiridos, trabalhamos com equipamentos modernos que ajudam no tratamento dos pacientes de forma eficaz e humanizada.”, encerrou.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Para conquistar uma vaga em um programa de pós-graduação, como mestrado ou doutorado, é necessário muito comprometimento e dedicação com a pesquisa científica. Esses pilares, e outros, podem ser conquistados através de uma formação acadêmica que promova o desenvolvimento científico e fomente pesquisas que busquem agregar avanços na sociedade, como é o caso do curso de farmácia da Unifacisa que possui vários egressos que são academicamente comprometidos com pesquisas em pós-graduações. Joyce Almeida Lima é uma dessas egressas de sucesso. Recentemente, a ex-graduanda foi aprovada no mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PPGCF) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Joyce concluiu sua graduação na Unifacisa em 2021 e foi aprovada no mestrado no final de abril de 2023. Ela comentou como a instituição que a graduou contribuiu com sua formação profissional: “a Unifacisa me ofereceu uma estrutura maravilhosa desde a sala de aula até os laboratórios estrategicamente montados para oferecer o melhor.”, explicou. A mestranda também relatou como sua graduação contribuiu e influenciou em seu projeto de pesquisa aprovado no mestrado: “o grupo de pesquisa que fiz parte no curso da Unifacisa ajudou para que eu encontrasse minha área de afinidade e que também foi a linha de pesquisa que escolhi para o projeto do mestrado, que é sobre a obtenção e avaliação da atividade biológica de produtos naturais, sintéticos e biotecnológicos de interesse farmacêutico.”, frisou.
Segundo a egressa, como peças fundamentais para a conquista e preparação desta fase recém iniciada, também esteve a colaboração das docentes Marina e Daniela Vilar que apresentaram e incluíram a aluna no caminho da pesquisa científica dentro da instituição. “Já a professora Rafaela, que ministrou algumas disciplinas durante o curso, foi uma inspiração pra mim com o seu jeito único de ministrar as aulas. A coordenadora do curso, professora Marisa, foi um auxílio e exemplo de profissional na qual me espelho até os dias de hoje. Mas, em especial, estendo a gratidão da minha aprovação no mestrado à minha orientadora Mayra, que sempre me incentivou e esteve ao meu lado.”, destacou.
Além de mestranda, Joyce também divide suas atividades diárias com a função de farmacêutica RT (responsável técnico) na farmácia básica da cidade de Barra de Santa Rosa. Para o futuro, ela externou que: “quero alargar meus conhecimentos, me tornar docente e voltar para Unifacisa como professora para repassar o conhecimento que um dia recebi enquanto aluna.”, encerrou.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Ex-graduando da Unifacisa relatou sobre sua trajetória acadêmica e como sua vida foi transformada após a graduação

Alguns dos segredos para uma trajetória de sucesso é uma boa qualificação profissional e muito esforço para ir em busca do que se acredita. João Carlos Belo dos Santos é um exemplo de pessoa que se baseia nesses princípios. Foi levando esses conceitos pra vida que ele formou-se em enfermagem pela Unifacisa em 2015. Para ele, “entrar na Unifacisa foi uma das melhores coisas que me aconteceu.”, exclamou após explicar que seu ingresso na instituição se deu através da conquista de uma bolsa de 100% pelo PROUNI (Programa Universidade Para Todos). “Tive a honra de estudar em uma faculdade de ponta com um corpo docente de extrema competência, bem como laboratórios equipados com o que existe de mais moderno na área. Tudo isso contribuiu para que eu saísse de lá preparado pro mercado de trabalho.”, disse.
Além de prepará-lo profissionalmente, o egresso explicou que a Unifacisa foi fundamental para que ele descobrisse qual área da enfermagem ele queria seguir. “Durante minha graduação tive o prazer de ser monitor de algumas disciplinas, uma das quais foi urgência e emergência na qual me descobri profissionalmente.”, declarou. O enfermeiro, também, comentou que por trás de toda essa preparação estiveram excelentes profissionais que o guiaram para o caminho do sucesso. Segundo ele, “os professores foram de uma competência extrema, todos muito acessíveis e capacitados. Foi através do ensino e dos professores, que veio a paixão pela área da urgência e emergência na qual atuo até hoje.”, frisou.
Após a conclusão do curso com o segundo maior CRE (Coeficiente de Rendimento Estudantil) da turma, João foi convidado para ser preceptor de estágio no Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes. Atualmente, o egresso trabalha como enfermeiro socorrista no SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), localizada no bairro do Alto Branco, em Campina Grande. Para o futuro, o enfermeiro, que também é pós-graduado em urgência, emergência e UTI, explicou que seus planos são “me aperfeiçoar cada vez mais na minha área de atuação, com talvez mais uma pós-graduação.”, concluiu.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Médica formada na Unifacisa relatou sobre sua trajetória profissional e acadêmica
Luíza Natielly Tavares Avelino iniciou seu relacionamento com a Unifacisa no início de 2014, após ingressar no curso de medicina. Com a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), era possível que ela entrasse em medicina em algumas universidades, mas a médica optou por iniciar seu curso por meio do Programa Universidade para Todos (PROUNI), na Unifacisa. Ela diz que “eu tinha que ser Unifacisa” e explicou que não se arrepende da escolha que fez: “foi a melhor escolha que poderia ter feito. Fiz um excelente curso, com ótimos professores, em uma estrutura maravilhosa. A universidade fornece todos os subsídios para uma ótima formação acadêmica, desde o início do curso com prática na clínica escola, em hospitais da cidade, laboratórios modernos e equipamentos de ponta.”, expôs.

Após anos dentro da instituição, Luíza graduou-se em 2019. Segundo ela, “tinha o foco em aprender o máximo que pudesse em cada disciplina como se fosse querer aquela especialidade para vida. Eu fazia estágios fora do horário da faculdade, pedia para acompanhar professores nos finais de semana, às vezes até nas férias. Participei ativamente de projetos de pesquisa, extensão e monitorias. Fui monitora por 3 anos.”, relembrou. A egressa, ainda, frisou quais professores estiveram mais presentes na sua trajetória acadêmica: “o corpo docente da instituição é excelente, sempre atualizado, dispostos a nos ensinar. Alguns se tornaram verdadeiros amigos.”, destacou.

Um dos maiores princípios da Unifacisa é marcar positivamente a carreira do aluno de tal maneira que ele esteja preparado para qualquer desafio na sua área de atuação. Ano após ano, essa medida vem se intensificando cada vez mais. Partindo desse conceito, Luíza externou que a instituição teve papel fundamental na conquista da sua residência médica em dermatologia pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em 2020. “Minha turma foi pioneira no cursinho focado para residência que foi oferecido pela Unifacisa. O curso tinha uma plataforma online com o que há de mais recente de atualização na área médica e todo acesso gratuito. Essa preparação contribuiu demais, tanto para a aprovação na residência quanto para meu desempenho nesses anos que fiquei fora.”, reforçou a dermatologista.
A egressa concluiu sua residência no início deste ano e, recentemente, retornou à sua cidade natal para trabalhar como médica dermatologista em clínica privada e no Hospital da Criança e Adolescente, Campina Grande. A médica também retornou à Unifacisa como preceptora do internato de medicina e como docente do curso de pós-graduação em dermatologia. Para o futuro, a professora salientou que pretende continuar com alunos tanto da graduação quanto da pós-graduação. O ensino nos mantém atualizados com boas práticas. A educação mudou a minha vida e esse é um dos motivos que me faz querer passar o que sei. Quero mudar a vida de outras pessoas que, assim como eu, acreditam na educação.”completou.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Ruan de Oliveira qualificou-se pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Computação (PPGCC), da UFCG, no final do último mês

Graduado no curso de Sistemas de Informação (2010), da Unifacisa, Ruan Pierre de Oliveira já era Mestre pelo PPGCC da UFCG, terminou o Doutorado pelo mesmo programa e, também, leciona no mesmo curso que lhe graduou desde 2021. Para o egresso, ser formado na Unifacisa lhe possibilitou ter um diferencial, uma vez que a instituição lhe permitiu uma boa preparação para ir em busca dos seus sonhos: “Posso afirmar que o aluno formado na Unifacisa sai com um diferencial quando comparado com as demais instituições de ensino, que é uma gama de experiências em tecnologias/ferramentas que estão sendo utilizadas nas empresas. Dessa forma, o curso de Sistemas de Informação prepara o aluno para o mercado de trabalho. Outro diferencial é a estrutura física da instituição, que oferece plenas condições para que os alunos possam praticar nos laboratórios o conteúdo visto em sala de aula e que, provavelmente, será cobrado nas empresas.”, explicou.
Dessa maneira, com a preparação adequada proporcionada pela instituição, Ruan conquistou inúmeras oportunidades que pouco a pouco foram somando experiências que o tornaram o profissional de hoje. “Iniciei minha vida profissional atuando em uma empresa chamada ‘Accenture’, uma multinacional que atua em diversas áreas, inclusive como fábrica de software. Nesta empresa trabalhei por volta de 5 anos e ocupei dois cargos: Analista Junior e Analista Pleno. Após isso, fui convidado para atuar no ‘VIRTUS’, como Analista Sênior, empresa vinculada à UFCG. Anos depois fui promovido para função de Especialista, este vínculo durou 2 anos e meio. Saí do VIRTUS para assumir o concurso público no Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), com cargo de Analista de Tecnologia da Informação, desde 2018. Recentemente fui convidado para assumir a chefia de Unidade de Sistemas de Informação e Inteligência de Dados. Em paralelo ao HUAC também trabalho como professor universitário na Unifacisa, no curso de Sistemas de Informação, desde 2021.”, afirmou.
Não obstante, Ruan ainda frisa sobre suas experiências acadêmicas que, para ele, foram essenciais para que fosse possível seguir na carreira de pesquisador. “Por se tratar de um grande centro universitário, me preparou para além do mercado de trabalho, possibilitando o acesso a iniciação científica ainda na academia. Como universitário participei de importantes projetos de pesquisa da instituição, o que ampliou o meu olhar para a relevância do ensino, pesquisa e extensão, me fazendo optar por continuar a minha qualificação, com a realização de uma especialização, seguida por um mestrado e doutorado.”, frisou.
Para o futuro, o recém-doutor almeja seguir na carreira acadêmica como professor e talvez realizar um pós-doutorado, já que ele reconhece a transformação vivida com os frutos que educação lhe trouxe: “Reconhecendo a mudança que a educação trouxe para minha trajetória profissional e para minha vida, hoje atuo como docente da Unifacisa e espero contribuir com o ensino de muitos outros jovens, que podem ter seus destinos modificados pela educação.”, encerrou.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa