Quando se pensa no mês de junho, automaticamente nos lembramos das festas juninas, confraternização e comemoração com familiares e amigos. Durante toda época junina, em diversos lugares, principalmente nas cidades do Nordeste, ocorrem festas que reúnem milhares de pessoas, entretanto, é necessário advertir que o mês de junho não é apenas de festa e que, infelizmente, segundo dados levantados pelo Hemocentro da cidade de Campina Grande, este mesmo mês tem um dos menores registros de doações de sangue do ano.
A queda no nível do estoque de sangue na cidade, justamente no mês de junho, causa um alerta entre os profissionais de saúde e isso acontece porque, segundo registros da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) de Campina Grande, este também é um mês em que ocorrem graves acidentes de trânsito. Muitas pessoas misturam a direção veicular com bebidas alcoólicas e tendem a se envolver em acidentes que, posteriormente, necessitam da doação de sangue. Segundo o órgão, no ano passado, 499 acidentes ocorreram nas rodovias de Campina Grande e região durante o período de festas juninas.

Para a professora do curso de enfermagem da Unifacisa e coordenadora da coleta de sangue em aférese do Hemocentro de Campina Grande, Larissa Nogueira de Siqueira Barbosa, os baixos registros de doações de sangue nesta época também estão ligadas “às festividades que acontecem em nossa cidade que fazem com que muitas pessoas deixam de comparecer ao Hemocentro para doar. Alguns ingerem bebidas alcoólicas, não descansam o suficiente e todas essas questões são motivos que inaptam a doação de sangue.”, esclareceu. Com esta impossibilidade, a docente explicou que “é necessário estar bem de saúde, ter dormido seis a oito horas na noite anterior, estar bem alimentado e ter peso mínimo de 50kg para poder realizar a doação.”, esclareceu.
Para mudar essa situação, Larissa fez um apelo à comunidade em geral de que, se possível, procure o Hemocentro para realizar a doação de sangue “ para doar, basta ir ao Hemocentro de Campina Grande, localizado na Rua. Profa. Eutécia Vital Ribeiro, s/n - Catolé, portando um documento oficial com foto, de segunda à sexta das 8h às 18h ou aos sábados das 7h às 12h. Doar sangue é importante em todas as épocas do ano. É simples e importante porque salva vidas. Uma bolsa de sangue pode salvar até quatro pessoas. É um gesto de amor gratuito e altruísta.”, frisou.
Caso haja dúvidas a respeito da doação de sangue no Hemocentro de Campina Grande, ligue 3344-5482 ou 3344-5475 (WhatsApp). “Doe sangue, doe vidas!”.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Em alguns países é necessário que profissionais realizem exames para exercerem legalmente suas profissões, assim como no Brasil a exemplo dos bacharéis em direito que realizam o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Nos Estados Unidos para atuar na área da enfermagem é preciso aprovação no exame da National Council Licensure Examination (NCLEX), conhecida como uma das provas mais difíceis e concorridas para a permissão do exercício profissional.
O NCLEX funciona como o principal exame de licenciamento em enfermagem do mundo e usa tecnologia de teste adaptativo computadorizado (CAT), garantindo precisão durante todo o processo do exame, reforçando uma medição válida, confiável e de competência. Para esse processo, existe uma pontuação mínima a ser alcançada, esse é o ponto inicial para que haja a aprovação no processo e a aplicação prática de uma enfermagem segura e eficaz.
Dessa maneira, uma das chaves iniciais para conquistar a aprovação em uma dessas provas é, antes de tudo, ter tido uma boa formação. O curso de enfermagem da Unifacisa prepara o aluno para atuar de forma ética e humanizada no cuidado dos pacientes, promovendo e restabelecendo a saúde das pessoas. Ainda é buscado uma preparação para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições do exercício profissional. Dessa maneira, o curso de enfermagem da Unifacisa prepara seus alunos para enfrentar qualquer desafio, como é o caso da egressa Mariana Gonçalves Lucena que foi, recentemente, aprovada no exame americano.
Graduada em 2021, a enfermeira explicou como a Unifacisa teve contribuição com essa conquista. Segundo ela, “na instituição pude absorver todos os conhecimentos necessários para o mercado de trabalho como enfermeira. O curso de enfermagem da Unifacisa conta com uma estrutura de laboratórios muito atualizada, com bonecos, peças e um hospital simulado, além de práticas no HELP. Mesmo no início do curso tive contato com a preparação para o mercado de trabalho, aprendendo sobre exames físicos e atendimentos prestados de forma individualizada e humanizada para cada paciente. Foi pela Unifacisa que concluí, além da minha graduação, um curso de instrumentação cirúrgica e laparoscopia.”, pontuou.

Mariana explicou que soube da oportunidade de exercer sua profissão nos EUA e de conquistar o Green Card (visto permanente de imigração concedido pelas autoridades americanas) logo após a conclusão do seu curso. Ela também pontuou como se deu o processo de auxílio da Unifacisa mesmo após a sua formação. “No final do ano de 2021 decidi que iria começar o processo de validação do meu diploma. Estudei tudo sobre o processo e, em janeiro de 2022, dei entrada nos meus documentos e foi aí que eu vi o quanto a Unifacisa, mesmo após a graduação, sempre esteve disponível. Entrei em contato com a faculdade e de forma super rápida e solícita me encaminharam todos os documentos preenchidos e assinados assim como deve ser feito.”, disse.
A enfermeira também falou como foi sua preparação curricular até a realização do exame. Segundo ela: “meu diploma foi validado aproximadamente dois meses após dar entrada no processo e o que mais me surpreendeu foi o fato da carga horária do curso, aqui na Unifacisa, ser maior que a dos cursos de enfermagem ofertados nos Estados Unidos. Dessa forma não existe a necessidade de complementação de carga horária. Fiz algumas entrevistas para os Hospitais e todos elogiavam muito o conhecimento que tenho, ressaltando que tudo foi fruto de muita dedicação não só minha, mas da equipe de professores da Unifacisa.”, frisou.
Entre as preparações, Mariana destacou os momentos mais desafiadores para a concretização dessa conquista: “todos os formados em enfermagem, sejam imigrantes ou nativos, precisam fazer essa prova para exercer a profissão nos EUA. Para nós, brasileiros, ela é ainda mais desafiadora por ser feita na língua inglesa e existem algumas diferenças na atuação da enfermagem americana para a brasileira, sem contar a cultura que diverge em algumas coisas da nossa. Após a validação realizada, eles me deram a autorização para fazer o teste e foram duas tentativas. Na primeira não passei e na segunda tive grande êxito.”, salientou.
Com a aprovação em mãos, a egressa relatou que hoje em dia trabalha com consultoria de enfermagem internacional e que tem sua própria turma preparatória para o NCLEX. Segundo ela, seus planos futuros baseiam-se em “conseguir alcançar o máximo de enfermeiros brasileiros para serem recrutados. A enfermagem nos Estados Unidos é muito valorizada e eu desejo muito que meus colegas de profissão consigam alcançar a tão sonhada valorização profissional.”, destacou.
Dessa maneira, através da atitude empática e coletiva da egressa, é possível enxergar mais uma vez o cumprimento da missão da Unifacisa. Esse compromisso se estende para uma formação profissional ética e humanizada de uma maneira que seja benéfica para todos os que estiverem ao redor desses ex-estudantes.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
O Centro Universitário Unifacisa sempre teve como compromisso desenvolver e habilitar profissionais que, acima de tudo, contribuam ativamente com a sociedade através de ações inovadoras e humanísticas. Dessa maneira, o HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa) veio para ser uma extensão desse compromisso social e compassivo de tal maneira que já é comum que graduados da Unifacisa estejam atuando dentro do Hospital. Entre os egressos em exercício no local, está Adriana de Oliveira Souza.

Enfermeira desde 2010 e, atualmente, desempenhando atividades no centro cirúrgico do HELP, Adriana relatou como se deu sua profissionalização na Unifacisa. Segundo ela, “quando a Unifacisa chegou com o curso de enfermagem, eu não pensei duas vezes em crescer junto com a instituição que sempre foi tão comprometida e organizada. Além do curso, também fiz pós-graduação na instituição e tive muita contribuição para que meu currículo fosse bem extenso e isso fez com que eu conseguisse entrar no mercado de trabalho.”, expôs.
Além da pós-graduação em enfermagem dermatológica, feita na Unifacisa, Adriana explicou que também realizou especializações em saúde pública e em centro cirúrgico. Capacitações como essas permitiram que a enfermeira conquistasse um currículo repleto de boas experiências em lugares de referência na cidade. Cada um desses feitos foi guiado por uma equipe de docentes que acompanhou a egressa desde a sua graduação. “Meus professores sempre foram fundamentais para minha trajetória. Além de exemplos, muitos deles são referência para mim e em minha profissão. Sempre demonstraram responsabilidade, mesmo após o fim do meu curso. Devo minhas conquistas a eles.”, destacou.
Depois de passar por lugares como o Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires e o Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA), Adriana conquistou uma oportunidade no HELP. A instituição é definida por ela como um “presente para a cidade de Campina Grande, trazendo profissionais especializados, equipamentos de última geração, com atendimento voltado ao paciente de maneira humanizada e holística.”, disse. Nada obstante, a enfermeira acredita que estar no Hospital é “uma oportunidade única. Além das experiências e conhecimentos adquiridos, trabalhamos com equipamentos modernos que ajudam no tratamento dos pacientes de forma eficaz e humanizada.”, encerrou.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Ex-graduando da Unifacisa relatou sobre sua trajetória acadêmica e como sua vida foi transformada após a graduação

Alguns dos segredos para uma trajetória de sucesso é uma boa qualificação profissional e muito esforço para ir em busca do que se acredita. João Carlos Belo dos Santos é um exemplo de pessoa que se baseia nesses princípios. Foi levando esses conceitos pra vida que ele formou-se em enfermagem pela Unifacisa em 2015. Para ele, “entrar na Unifacisa foi uma das melhores coisas que me aconteceu.”, exclamou após explicar que seu ingresso na instituição se deu através da conquista de uma bolsa de 100% pelo PROUNI (Programa Universidade Para Todos). “Tive a honra de estudar em uma faculdade de ponta com um corpo docente de extrema competência, bem como laboratórios equipados com o que existe de mais moderno na área. Tudo isso contribuiu para que eu saísse de lá preparado pro mercado de trabalho.”, disse.
Além de prepará-lo profissionalmente, o egresso explicou que a Unifacisa foi fundamental para que ele descobrisse qual área da enfermagem ele queria seguir. “Durante minha graduação tive o prazer de ser monitor de algumas disciplinas, uma das quais foi urgência e emergência na qual me descobri profissionalmente.”, declarou. O enfermeiro, também, comentou que por trás de toda essa preparação estiveram excelentes profissionais que o guiaram para o caminho do sucesso. Segundo ele, “os professores foram de uma competência extrema, todos muito acessíveis e capacitados. Foi através do ensino e dos professores, que veio a paixão pela área da urgência e emergência na qual atuo até hoje.”, frisou.
Após a conclusão do curso com o segundo maior CRE (Coeficiente de Rendimento Estudantil) da turma, João foi convidado para ser preceptor de estágio no Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes. Atualmente, o egresso trabalha como enfermeiro socorrista no SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), localizada no bairro do Alto Branco, em Campina Grande. Para o futuro, o enfermeiro, que também é pós-graduado em urgência, emergência e UTI, explicou que seus planos são “me aperfeiçoar cada vez mais na minha área de atuação, com talvez mais uma pós-graduação.”, concluiu.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
O evento gratuito é promovido pelo curso de enfermagem da Unifacisa nos dias 11 e 12 de maio
No próximo dia 12 é comemorado o Dia Internacional do Enfermeiro. Fazendo alusão a esta data e ao tema “Valorização do Trabalho em Enfermagem”, promovido pela semana de enfermagem da Associação Brasileira de Enfermagem (ABE), a coordenação do curso de enfermagem da Unifacisa promoverá nos próximos dias 11 e 12 de maio a Semana de Enfermagem destinada aos acadêmicos do curso da instituição.
O evento é gratuito e tem o intuito de estimular o aprofundamento científico, reflexões sobre a atuação do enfermeiro e a ocupação deste profissional no mercado de trabalho, bem como as conquistas e desafios da classe. Os encontros também serão todos realizados na Unifacisa e serão marcados por palestras e oficinas a fim de promover debates entre os alunos, professores e convidados.
Programação:
11/05, 18h às 21h
Palestra 01: Valorização do Trabalho em Enfermagem na atualidade
com Lizziane Aparecida Silva de Macêdo
Palestra 02: Carreira e Empregabilidade fora da caixinha
com Lúcia Magnólia Albuquerque Soares de Camargo
Local: Cinema Unifacisa
12/05
08h - Oficina 01: Aplicabilidade da ultrassonografia na prática do enfermeiro: avaliação da bexiga e de vasos sanguíneos
com Lorena de Farias Pimentel Costa e José Arthur Guimarães dos Santos
Local: Laboratório de Habilidades da Unifacisa
13h30 - Oficina 2: Produção científica na Enfermagem com
Emanuella de Castro Marcolino e Renata Clemente dos Santos Rodrigues
Local: Laboratório de informática 009 da Unifacisa
13h30 - Roda de Conversa: Campanha de conscientização para doação de medula ossea com
Eliana Cavalcante e Ana Luzia Medeiros Araújo da Silva
Local: Mega Sala Unifacisa (Térreo)
14h - Oficina 03: "CIPE®" Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem com Ana Márcia Nóbrega Dantas
Local: Sala 116
17h30 - Minicurso: Abordagem de Múltiplas Vítimas com Josivan Soares Alves Júnior
Local: Laboratório de Habilidades da Unifacisa
18h - Encerramento do Evento: Mesas Redondas
O encontro é uma iniciativa dos cursos de Psicologia, Nutrição, Educação Física e Enfermagem da instituição. As inscrições são gratuitas.
Segundo pesquisas do Center of Diseases Control and Prevention (CDC), órgão de saúde do governo norte-americano, o Transtorno do Espectro Autista (TEA), como é conhecido atualmente, tem tido aumentos expressivos de casos com múltiplas maneiras de manifestação e graus que instigam o pensamento sobre a incidência desse fenômeno. Diante desse aumento, apesar dos avanços e atualizações em pesquisas científicas, constata-se que o autismo segue com denominação enigmática no que diz respeito ao diagnóstico e tratamento, o que justifica a relevância dos mais diversos meios de discussão e investigação sobre esse tema, já que ainda não há um exame específico que o detecte.
A Unifacisa, por meio dos seus cursos de graduação de Psicologia, Nutrição, Educação Física e Enfermagem, irá trazer à consciência da comunidade acadêmica esse conteúdo com o intuito de formar profissionais que estejam em sintonia com as emergências clínicas e sociais da atualidade. A partir disso, o TEA estabelece um espaço fértil para a realização de pesquisas em inúmeras áreas, sobretudo na psiquiatria, psicologia, psicanálise, educação física, enfermagem e nutrição. Cada um desses campos apresentam descobertas, diagnósticos e tratamentos do autismo. Entretanto, ainda, não existe consenso com relação a esses pontos e tampouco entendimentos ou estratégias concluídos sobre essa temática.

Nessa perspectiva, os cursos apresentarão o II Simpósio Autismo e Cidadania como um espaço de partilha e construção de saberes sobre teorias e experiências com o TEA, a fim de contribuir com os avanços que vêm sendo promovidos junto ao tema. O encontro é aberto ao público e acontecerá gratuitamente nas tardes dos dias 27 e 28 deste mês.
O coordenador do curso de psicologia, Adriano Barros, explicou como se deu a iniciativa do evento: “a primeira edição desse evento foi fechada para o curso de psicologia, mas vimos a necessidade de trazer outras áreas para agregar na discussão, pensando principalmente que o tratamento e acompanhamento já ocorrem desse modo. Além disso, unir esses profissionais faz com que a discussão ajude os participantes a analisarem o TEA sob pontos de vista diversos.”, elucidou.
O docente, comentou sobre a importância de um encontro como esse: “o evento aberto ao público considera que a universidade precisa ampliar sua discussão para a sociedade, complementando com uma ação social que extrapola a discussão acadêmica oferecendo intervenções às mães de autistas e suas crianças.”, frisou.
Confira a programação completa:
27/04
TARDE
14h Ação Social no Centro de atendimento ao Autista
28/04
TARDE
14h às 16h - Mesa redonda: Saúde mental e autismo: discussões interdisciplinares
16h às 18h - Mesa redonda: Centros e institutos de acompanhamento ao autista
Inscreva-se aqui.
O Centro Universitário Unifacisa vem acompanhando, com preocupação, a circulação de ameaças de ataques às instituições de ensino em todo o país, disseminadas de forma anônima principalmente nas mídias sociais.
Gostaríamos de deixar claro que não há confirmação efetiva, neste momento, de qualquer evento que possa afetar a integridade da nossa instituição, no entanto, por cautela, informamos às Polícias Militar e Civil do Estado da Paraíba dos fatos e seguimos com rigor nos protocolos de segurança, limitando as visitas ao campus, reforçando a vigilância nas imediações e dentro das instalações, a fim de garantir a proteção de nossos alunos, docentes e colaboradores.
Esclarecemos que toda e qualquer denúncia será apurada e levada ao conhecimento da Polícia para investigação. Por fim, reforçamos a importância da união de todos para combatermos a disseminação de informações falsas e o ódio, e mantermos nossas instituições seguras e protegidas.
A Reitoria
Todas as profissões atualizam-se dia após dia. Do ponto de vista técnico, é observado a inserção cada vez mais de equipamentos tecnológicos em todos os espaços. Entretanto, profissões como a enfermagem provam que as modernizações não se detém apenas a parte técnica, mas, essencialmente sobre a relação construída entre enfermeiro e paciente com ênfase na prevenção, tratamento e assistência de pessoas de idades e condições diversas.

Partindo dessa premissa, Florence Nightingale, fundadora da enfermagem moderna, que serviu durante a Guerra da Crimeia, afirmava que a enfermagem exige um preparo tão rigoroso que pode ser considerada como uma das mais belas artes. Tal ideia busca exprimir que essa atuação vai para além da assistência do indivíduo como um todo e vai de encontro, também, com as necessidades físicas, emocionais, intelectuais, sociais e espirituais. Assim, juntamente com a equipe multidisciplinar de enfermeiros, é possível tomar decisões e formular uma visão individualizada do ser humano através de autoconfiança e sentido de responsabilidade; compreensão, tato e paciência; capacidade de deliberação e decisão; capacidade de organização; capacidade de controle da situação e consciência das suas limitações.
A partir destas ideias, de acordo com o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), as linhas de atuação agrupam-se em três grandes áreas: 1) Saúde coletiva, saúde da criança e do adolescente, saúde do adulto, saúde do idoso e urgência e emergência; 2) Gestão; 3) Ensino e pesquisa. Nessas três dimensões abrangendo mais de 40 especialidades. Ainda, segundo o COFEN, existem ótimas oportunidades na rede hospitalar, estratégia saúde da família, clínicas especializadas, serviços de atenção domiciliar, serviços de atendimento pré-hospitalar, cargos de gestão, ensino e empreendedorismo. Para o professor do curso de enfermagem e coordenador da pós-graduação em “Enfermagem em Urgência, Emergência e UTI”, da Unifacisa, Josivan Soares Alves Júnior, “o progresso tecnológico e o cenário clínico/epidemiológico no processo saúde e doença, configuram uma maior necessidade de profissionais de enfermagem no país.”, ressaltou.
Diante dessas e tantas outras possibilidades evidenciadas, também, pela constante modernização da área, torna-se essencial a busca pela atualização profissional. Para Josivan, “se manter atualizado é de extrema importância, dentro das habilidades, competências e atitudes em saúde, para atingir com excelência o atendimento ao paciente, todos os objetivos estabelecidos e restabelecendo a saúde do indivíduo como um todo.”, explicou. O enfermeiro ainda pontuou formas de buscar essa atualização: “através de cursos, eventos científicos, publicação de artigos, networking, inserção e habilitação em aplicativos, tecnologia, dentre outras.”, citou.

Em contrapartida a fala de Josivan, a coordenadora do curso de enfermagem da Unifacisa, professora Renata, frisa que mais importante do que buscar atualizações profissionais é ter uma base sólida de conhecimento que seja adquirido através de uma boa graduação em enfermagem. “O curso de enfermagem da Unifacisa busca através de uma metodologia inovadora, aplicar atividades teórico-práticas, utilizando a aprendizagem baseada em competências e projetos, tornando o aluno protagonista de sua aprendizagem. Desde o primeiro semestre, o aluno vivencia situações do dia a dia profissional. Dessa maneira, a Unifacisa busca garantir uma boa formação, preparando o aluno para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições do exercício profissional em enfermagem.”, destacou.
Como prova da excelência das atividades práticas desenvolvidas pela instituição, Josivan, ainda, aproveitou para dar ênfase às oportunidades que os alunos terão com as aulas no Hospital HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa). Ele afirmou que: “o HELP, o hospital que já nasce no futuro, sem dúvidas, será uma oportunidade única para nossos alunos colocarem em ação todos os conceitos, abordagens e práticas ministradas por nosso renomado corpo docente e ensinado em sala de aula, fazendo a diferença na vida de cada paciente com um atendimento digno, respeitoso e acima de tudo humano.”, encerrou.
Todo o corpo docente do curso de enfermagem da Unifacisa tem acesso às modernizações e especificidades do mercado de trabalho para a área de enfermagem. A Unifacisa investe diariamente em práticas e metodologia que tragam aos alunos e egressos destaque e sucesso. Isso se comprova com a boa quantidade de profissionais formados na instituição que, hoje em dia, iniciam residência ou mestrado, e estão no mercado de trabalho do próprio ecossistema como profissionais de destaque.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
A produção científica do conhecimento é incentivada na Unifacisa com suporte do corpo docente de mestres e doutores em nossas graduações. O curso de Enfermagem finalizou o ano de 2022 celebrando as publicações dos alunos em revistas científicas internacionais.
O artigo “Violência obstétrica: análise conceitual no contexto da enfermagem” é fruto do Trabalho de Conclusão de Curso da aluna Gabriele Santos do Nascimento, orientado pela professora Renata Clemente, em parceria com a egressa Vitória Ribeiro dos Santos e as docentes Emanuella de Castro Marcolino, Gleicy Karine Nascimento de Araújo-Monteiro e Ana Márcia Nóbrega Dantas.

O trabalho foi publicado na revista internacional Aquichan - Universidad de La Sabana , que dá subsídios para o conceito de violência obstétrica na enfermagem, além de fornecer múltiplas possibilidades de pesquisas futuras relacionadas à temática. O artigo auxilia os profissionais da enfermagem a identificar os atributos essenciais que envolvem a violência no momento do pré-natal, parto e puerpério.
Outro trabalho foi publicado na revista OBJN - Online Brazilian Journal of Nursing, em chamada pública específica para manuscritos envolvendo a temática da COVID-19. O artigo "Violência e qualidade de vida de mulheres isoladas socialmente por COVID-19: estudo transversal", também é produto do TCC de Maria Luísa Cabral da Cunha, em parceria com os ex-alunos Tamires Paula Gomes Medeiros, Igor de Sousa Nóbrega e Kalyne Araújo Bezerra e os docentes da UNIFACISA Gleicy Karine Nascimento de Araújo-Monteiro, Emanuella de Castro Marcolino e Maria Cidney da Silva Soares. O manuscrito conseguiu observar a relação existente entre a violência psicológica e física de forma negativa na qualidade de vida de mulheres isoladas socialmente pela pandemia.
A professora orientadora Renata Clemente comemora as publicações e incentiva os alunos para tal, pois é uma das formas do aluno e futuro profissional fortalecer o seu currículo. “O engajamento do aluno em produções científicas está muito relacionado a sua intenção no mercado de trabalho, após a sua formação. Ingressar em grupos de estudos e pesquisa do curso pode ser um forte impulsionador nas publicações científicas e potencializador do currículo para competir com o mercado de trabalho.” Destacou.
Confira os artigos na íntegra:
“Violência obstétrica: análise conceitual no contexto da enfermagem”
“Violence and quality of life women socially isolated due to Covid-19: a cross-sectional study”