Após o seu lançamento, no último dia 11/06, a nova Pós Unifacisa segue transmitindo a mensagem de que, com uma capacitação alinhada às tendências do mercado de trabalho, é possível liderar o futuro. Com o intuito de continuar promovendo esse conceito, o programa promoverá o masterclass “Lidere o Futuro”, no próximo dia 01 de agosto, às 19h, no Teatro Facisa. Inscreva-se aqui.
Como será o masterclass “Lidere o Futuro”?
Dedicado para os entusiastas da área das tecnologias e para todos os líderes que buscam atualizações das modernizações digitais utilizadas no mundo coorporativo, o masterclass Lidere o Futuro será ministrado pelo especialista Tony Ventura e promoverá uma imersão no universo da inteligência artificial. Além disso, o momento também trará outras tendências emergentes que, cada vez mais, estão em um processo de convergência com os setores trabalhistas do Brasil e do mundo.
O conceito do evento também parte do objetivo de conexão com a comunidade, bem como traz uma abordagem moderna acerca futuro das áreas de atuação da Pós Unifacisa, que são: Saúde; Direito; Gestão; Marketing; Tecnologia; Psicologia; Arquitetura; e Design.
Sobre Tony Ventura
Especialista em tecnologia e inovação, Tony Ventura viaja o mundo em busca de novas tecnologias e de entender como estas são inseridas nas grandes empresas. Em suas palestras, Tony traz todos os seus melhores insights acerca das atualizações do mundo digital por meio das suas pesquisas, testes e seleções de alguns aplicativos, sites e ferramentas web. O intuito do especialista é requalificar as pessoas de forma lúdica e simples.
Unindo teoria e prática, em suas palestras o público se conecta com as temáticas de maneira interativa com o próprio aparelho celular. Dessa maneira, ainda são aprendidas, na prática, como usar algumas das tecnologias apresentadas, o que, consequentemente, coloca o público um passo à frente no mercado de trabalho.
Em decorrência do uso de fogos de artifício e das chamas das fogueiras juninas, docente do curso de Enfermagem da Unifacisa relatou sobre tipos de queimaduras, cuidados e precauções
O mês de junho é repleto de tradições, umas mais antigas que outras, e, todas com seu valor sentimental. Alguns dos ritos mais comuns da época, principalmente nas noites do feriado de São João, são as fogueiras e fogos de artifício. Em ambos os casos são envolvidas brincadeiras antigas que, em muitas ocasiões, acabam em acidentes leves, moderados ou graves de queimaduras. De acordo com os dados levantados pelo jornal A União, a cidade de Campina Grande registrou um aumento de 50% em casos de queimaduras após o último feriado do dia 24 de junho. Pesquisas como esta mostram o quão importante é falar sobre as precauções que precisam ser adotadas não só nesta época, mas ao longo de todo o ano.
Segundo Ana Luzia Medeiros Araújo da Silva, professora da disciplina “Saúde Coletiva para Enfermagem e Medicina” da Unifacisa e coordenadora do curso de Enfermagem da instituição, existem três diferentes tipos de queimaduras: “As de 1º grau causam apenas vermelhidão e dor local; as de 2º grau acometem a derme e epiderme, causando dor mais intensa e formação de bolhas com conteúdo líquido; as de 3º grau atingem a derme, epiderme e hipoderme, ou seja, as acamadas mais profundas da pele, podendo haver exposição de outras estruturas, como músculos e ossos”, pontuou. A professora também explicou que as queimaduras causadas por fogos de artificio geralmente provocam lesões que variam de 1º ou 2º grau, mas que esse fator vai depender muito do tipo de artificio utilizado, local e tempo de exposição da ferida.
A enfermeira ainda destacou que existem casos em que há a necessidade de ajuda médica e que em outros casos é possível tratar a queimadura em casa. “Se houver exposição de tecido muscular deve-se buscar o serviço de emergência. Em casos em que há apenas vermelhidão ou formação de bolhas, o manejo pode ser feito em casa apenas lavando a área com água corrente ou soro fisiológico por um período de aproximadamente 10 minutos. Evite usar qualquer tipo de pomada, receita caseira ou ainda estourar as bolhas. Essas ações podem abrir uma porta para entrada de bactérias e agravar o caso”, comentou.
Por fim, Ana reforçou quais os cuidados necessários para a pele após ocorrer a queimadura: “alguns cuidados devem ser tomados, como evitar exposição ao sol da área afetada para prevenir que se formem manchas permanentes. Além disso, é necessário manter a pele hidratada e em ambientes confortáveis termicamente. A pele tem uma função importante na regulação da hidratação e temperatura corporal de maneira geral, então, se houver uma queimadura de grande área, essa regulação pode ficar comprometida”, concluiu.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Tradicional na região do Nordeste brasileiro, o período de festas juninas também é considerado sagrado para a cidade de Campina Grande. Em meio ao período de comemorações, o mês de junho também vem acompanhando de um tempo chuvoso e com temperaturas mais baixas. Além disso, o momento também é tipicamente conhecido pela queima de fogueiras o que, junto ao tempo frio, evidencia as doenças respiratórias ou o agravamento na saúde daqueles já possuem algum tipo de comorbidade nas vias aéreas.
Diante desta realidade, a professora de Fisioterapia Cardiopneumofuncional da Unifacisa, Rosa Suênia da Câmara Melo, adverte que “devemos nos prevenir, nos agasalhando mais, evitando as fogueiras, principalmente aqueles que já têm problemas respiratórios, evitando bebidas excessivamente geladas e nos resguardando dentro do possível para aproveitarmos as festas da melhor maneira possível”, destacou.
Para evitar o desenvolvimento de problemas respiratórios e, principalmente, para aquelas pessoas que já possuem alguma doença respiratória, o ideal é não fazer fogueiras ou não ficar perto de áreas que possuam fogueiras. “A fogueira solta uma fumaça que contém diversas substâncias químicas que, quando inaladas, podem ser nocivas ao sistema respiratório. Se não puder evitar a aproximação com as fogueiras, os cuidados preventivos são: manter portas e janelas fechadas, principalmente as do quarto; tentar isolar as frestas das portas e janelas com panos úmidos; fazer lavagem nasal com soro fisiológico; e usar máscara de proteção facial”, explicou a professora.
Rosa também enfatizou que não existe mistério para manter a saúde do sistema respiratório. Segundo ela, “pessoas que não têm problemas respiratórios, mantendo uma vida ativa com exercícios físicos, sem o hábito de fumar e sem a inalação constante de substâncias que possam prejudicar o pulmão, já é suficiente para que a respiração funcione adequadamente. As pessoas portadoras de doenças respiratórias agudas ou crônicas devem ser acompanhadas por um profissional especializado, como o fisioterapeuta respiratório, que prescreve tratamentos individualizados”.
Existem diversos sinais que indicam anormalidades no sistema respiratório, entre eles está a tosse, expectoração, obstrução nasal, dor torácica e a dispneia, que é a falta de ar. Cada um destes sintomas podem levar a crises de asma ou ser o início de qualquer outra doença respiratória. “toda dificuldade respiratória, principalmente aquelas acompanhadas de febre e debilidade do estado geral, deve ser encaminhada para um atendimento de urgência. Em nenhuma circunstância o paciente deve ficar se automedicando, mesmo se os sintomas forem leves. Uma vigilância maior deve ser dada à presença da dispneia que pode colocar em risco a vida do paciente”, conclui.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Grande parte das comidas encontradas nas mesas das confraternizações e nas festas de São João são derivadas do milho, como pamonha, canjica e o tradicional bolo de milho. Entretanto, é possível sair do comum e inovar nesta época com ingredientes semelhantes e outros também vindos do milho. O nutricionista e professor do curso de Nutrição, Igor Macedo de Oliveira, ensinou como fazer sobremesas juninas que saiam do tradicional com as receitas de um brigadeiro de quebra-queixo e um sorvete de pipoca.
Segundo o professor, “ambos os doces têm o poder de encantar e surpreender, seja em festas, reuniões familiares ou simplesmente para aqueles que apreciam uma boa e deliciosa criação culinária”. O brigadeiro de quebra-queixo é dividido em duas partes: a calda de coco e o enrolamento dos doces. Para calda os ingredientes necessários são:
“Em uma panela, misture a água, o açúcar, a canela em pau e os cravos-da-índia. Leve ao fogo médio e mexa até que o açúcar esteja completamente dissolvido. Continue cozinhando a mistura em fogo médio até que comece a caramelizar e adquira uma cor âmbar dourada. Cuidado para não deixar queimar. A cor âmbar é indicativa de que o ponto está correto para adicionar o coco. Assim que a calda estiver na cor âmbar, adicione o coco fresco ralado. Mexa bem para incorporar o coco na calda caramelizada. Reduza o fogo para médio-baixo e cozinhe a mistura por aproximadamente cinco minutos, mexendo sempre, até que o coco esteja bem envolvido e cozido na calda”, explicou o Igor. Após esta preparação, o passo seguinte a produção dos brigadeiros com os seguintes ingredientes:
“Em uma panela coloque o leite condensado, as duas colheres de sopa de leite em pó (tipo Ninho) e a manteiga sem sal. Leve ao fogo baixo e mexa continuamente com uma espátula resistente até que a mistura comece a desgrudar do fundo da panela. Isso pode levar até 10 minutos. A mistura deve formar uma massa compacta que desgruda completamente da panela. Coloque um pouco da massa em um prato untado com manteiga e espere esfriar um pouco. Se conseguir enrolar sem grudar muito nas mãos, está no ponto”, destacou o nutricionista.
Após este processo, o ideal é esperar o doce chegar a temperatura ambiente para poder enrolar. “Com as mãos untadas com manteiga, pegue pequenas porções da massa e enrole bolinhas do tamanho desejado com pequenos recheios de coco feito em calda. Passe cada bolinha no leite em pó para cobrir uniformemente. Decore com os pedaços de coco e sirva como quiser”, disse.
Enquanto a receita anterior é servida em temperatura ambiente, a receita seguinte é servida gelada. O sorvete de pipoca leva como ingredientes:
“Em uma panela grande, estoure o milho de pipoca até obter aproximadamente 12 xícaras de pipoca e deixe reservado. Aqueça o creme de leite fresco em fogo baixo. Adicione a pipoca estourada e a manteiga. Mexa bem até a pipoca absorver todo o creme de leite e deixe esfriar um pouco. Passe a pipoca na peneira para separar a massa branca da palha da pipoca. Descarte a palha e reserve apenas a massa branca. Em um liquidificador bata o leite condensado até obter um creme homogêneo e reserve. Misture a massa branca da pipoca com o creme de leite condensado e reserve essa mistura”, pontuou.
Além de todo o processo explicado, ainda tem a preparação de um creme chantilly com o intuito de deixar o sorvete ainda mais cremoso. Segundo o professor, “em outra tigela, bata o creme de leite fresco até atingir o ponto de chantilly, ou seja, até ficar firme. Com cuidado, misture a mistura de pipoca e leite condensado ao chantilly, mexendo delicadamente até ficar bem incorporado. Transfira a mistura para um recipiente adequado para congelamento. Cubra com filme plástico, pressionando contra a superfície do sorvete para evitar a formação de cristais de gelo. Leve ao congelador por pelo menos 24 horas para que o sorvete adquira a consistência adequada. Após o período de congelamento, sirva o sorvete de pipoca decorado com mais pipocas estouradas, se desejar”, enfatizou Igor.
Sorvete de pipoca e brigadeiro de quebra-queixo são duas sobremesas que encantam não apenas pelo sabor, mas também pela originalidade e tradição que carregam. “O sorvete de pipoca combina a cremosidade do sorvete com a crocância leve da pipoca, criando uma experiência única e refrescante. É uma opção perfeita para quem busca inovação e um toque de diversão na hora da sobremesa. Já o brigadeiro de quebra queixo une o sabor tradicional da rapadura com a textura cremosa do coco, resultando em um doce que não só satisfaz o paladar, mas também resgata memórias afetivas de momentos especiais”, concluiu o nutricionista.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
A noite de ontem (11) será lembrada como um momento histórico para todos que fazem parte da Unifacisa e para todos os entusiastas do setor da educação. Ao lado da diretoria, os professores e demais representantes da instituição apresentaram para empresários, influenciadores digitais e outras figuras públicas da Paraíba e Pernambuco, um novo conceito em pós-graduação com a qualidade que só a Unifacisa oferece. São 16 cursos divididos em nove diferentes áreas, entre elas: Negócios; Saúde; Arquitetura; Engenharia; Marketing; Direito; Design; Medicina e Tecnologia. Além da estrutura moderna e robusta que o Ecossistema Unifacisa oferece, um dos nossos maiores diferenciais para este novo projeto é a inclusão da IA e a utilização de uma metodologia prática que coloca o aluno no centro da aprendizagem.
A Reitora da Unifacisa, Gisele Gadelha, destacou sobre o processo de preparação para o lançamento dos novos cursos: “foi realizado um grande trabalho durante muito tempo para desenvolver todos estes cursos a partir da nossa metodologia que coloca o aluno no centro do processo de aprendizagem”, disse. Já o Chanceler do grupo Unifacisa, Dr. Dalton Gadelha, destacou que o intuito da expansão do Ecossistema, por meio do lançamento de ontem, é “fazer com que os nossos estudantes acompanhem as transformações contidas neste novo cenário competitivo do mercado de trabalho em todos os níveis. Nossa missão é educar e preparar para o mundo novo, e a única maneira de estar pronto para tudo isso é através do conhecimento”, destacou.
O Gerente do RH Unifacisa falou que ter uma pós-graduação no currículo garante maiores oportunidades empregatícias. Segundo ele, “ter uma pós-graduação como essa é primordial para que o profissional se destaque no mercado de trabalho, consiga evoluir dentro da empresa em que trabalham, além de serem promovidos e obterem méritos corporativos. Por isso, é necessário que um curso de pós seja seja uma continuidade após a graduação, tornando esse profissional especialista em áreas de relevância e impacto”, frisou.
A Gerente da pós Unifacisa, Roberta Dias, pontuou os benefícios de realizar um dos novos cursos: “o nosso aluno será protagonista do próprio saber por meio da resolução de problemas reais vindos de empresas parceiras, o que também gera networking para todos eles. Além disso, aqui, estaremos lidando com um arcabouço de conhecimentos extremamente atualizados e relevantes dentro de 10 meses ou 14 meses se for o caso de um MBA. À disposição dos nossos estudantes também estarão toda a moderna estrutura da Unifacisa, o contato com a inteligência artificial e com professores que são referência no mercado de trabalho”, sublinhou.
Confira alguns detalhes do novo programa que foi estruturado para proporcionar uma formação completa prática:
A iniciativa da instituição realça o seu olhar sobre todos aqueles que querem se destacar e se posicionar no cenário profissional como também fazer uma transição de carreira através do conhecimento e metodologia de aprendizagem inovadora. Há 25 anos a Unifacisa firma este compromisso de promover o desenvolvimento social por meio da educação. Para saber mais sobre o novo programa de pós-graduação, acesse pos.unifacisa.edu.br.
Com nota máxima no conceito do MEC e uma estrutura moderna, a graduação em Nutrição ofertada pela Unifacisa é um dos destaques da instituição por, além de tudo, possuir um corpo docente atento e disposto a incentivar seus alunos a realizarem seus sonhos. Este encorajamento na relação entre professor e aluno é essencial para o desenvolvimento de todas as competências acadêmicas e transforma os acadêmicos em líderes de enorme prestígio profissional e/ou acadêmico, como é o caso de Cosme Michael dos Santos Farias, egresso do curso da Unifacisa que, desde o início da graduação, foi orientado a seguir carreira acadêmica.
O nutricionista concluiu seu curso em 2023 na Unifacisa e, recentemente, conquistou vaga na nova turma do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos (PPGEALI), da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). O mestrando comentou como se deu seu processo de profissionalização durante a graduação. Segundo ele, “a Unifacisa teve um impacto profundo e abrangente na minha formação profissional. Além disso, a infraestrutura composta por laboratórios bem equipados e salas de aula modernas, foi essencial para uma aprendizagem mais segura, dinâmica e tecnologicamente avançada. Esses recursos possibilitaram que eu tivesse acesso a experiências práticas e a um ambiente de aprendizado que integra tecnologia de última geração”, destacou.
O egresso também destacou a importante participação dos docentes ao longo da sua estadia na Unifacisa. Para ele, “desde o primeiro semestre fui fortemente influenciado a seguir a carreira acadêmica e de pesquisa. Conforme o curso foi seguindo, os professores alimentavam ainda mais esse meu apreço pela vida acadêmica. A Profa. Mayra Cavalcanti, que me apresentou à área de pesquisa em ciências dos alimentos, a qual trabalho hoje no mestrado; a Profa. Tharcia Kiara sempre foi minha maior influenciadora quando se trata de pesquisa e sempre ressaltava o quão longe poderia chegar. Além disso, meu grande mestre e mentor acadêmico o Prof. Josivan Soares, com quem trabalhei durante toda minha graduação com pesquisa e extensão. Além disso, tive a honra de tê-lo como meu orientador no TCC e que continuo trabalhando mesmo após formado”, pontuou.
Diante de todo suporte oferecido, o nutricionista usou o que aprendeu na Unifacisa para a escritura do seu projeto aprovado para ser pesquisa no mestrado. “Estudo sobre novos produtos alimentícios e beneficiamento de produtos já existentes. A Unifacisa teve um papel muito importante nessa minha escolha, pois foi dentro dos laboratórios da universidade e convivendo com toda a gama de materiais tecnológicos que descobri as diversas possibilidades que poderia trabalhar junto a pesquisa de alimentos. Quero me qualificar o máximo possível, ser um profissional de referência em minha área. Além disso, saí da graduação com o objetivo de voltar à Unifacisa como docente do curso de Nutrição e transformar a vida de outras pessoas com a educação, assim como os meus mestres transformaram a minha”, concluiu o mestrando.
O vestibular TOP 50 da Unifacisa é mais uma oportunidade para estudantes ingressarem em um curso de ensino superior no melhor Centro Universitário do Norte e Nordeste, que dispõe de uma estrutura completa, tecnológica e que conta com uma metodologia de ensino que une teoria e prática desde os primeiros dias de aula. São 50 bolsas distribuídas para todos os cursos de graduação da instituição – com exceção de medicina – que podem chegar até 100% de desconto durante toda a graduação.
As inscrições são gratuitas e vão até o próximo dia 05 de julho. Os interessados devem acessar o site para preencherem corretamente o formulário e, assim, efetivarem a inscrição. As provas acontecerão no dia 07 do mesmo mês, entre 9h e 19h, por meio do link que será enviado 48h antes do início da avaliação. Cada candidato terá até 2h para a conclusão do exame. Serão 30 questões objetivas e divididas igualmente entre temáticas da língua portuguesa, literatura e matemática.
O resultado com a classificação final dos candidatos será divulgado no site até às 18h do dia 09 de julho. Serão aprovados todos aqueles que obtiverem resultado igual ou superior a 30% do total de pontos do exame. As matrículas acontecerão até o dia 26 de julho na Unifacisa.
Confira o edital completo aqui.
Docente do curso de Sistemas de Informação da Unifacisa deu dicas que ensinam os usuários a protegerem seus dados e, assim, garantir a segurança em casos de furto do celular durante o São João
Segundo dados levantados pela Polícia Militar da Paraíba, os smartphones apareceram no topo da lista dos itens mais furtados durante o São João de 2023. Durante a mesma época, a delegacia do Parque do Povo chegou a registrar um total de 53 boletins de ocorrência referentes a roubos de celulares em uma única noite. Em meio a esta problemática, a atenção com a proteção de dados é evidenciada já que, atualmente, os portadores destes aparelhos possuem em seus bancos de arquivos alguns documentos pessoais ou aplicativos que detêm o acesso a transações financeiras.
O professor da disciplina de Segurança da Informação e Interconexão de Redes de Computadores, do curso de Sistemas de Informação da Unifacisa, Cleisson Christian L. C. Ramos, explicou que a segurança pode ser invadida antes mesmo de acontecer um furto. Por isso, ele deixou algumas recomendações: “não utilizar redes Wi-Fi públicas, pois existe o risco de um atacante real capturar as credenciais de acesso, bem como outras informações. Evitar clicar em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou pelo direct das redes sociais. Na dúvida, acesse os sites oficiais para verificar se tal promoção realmente existe. Ao clicar em links suspeitos, o usuário pode baixar um arquivo malicioso que um atacante pode tentar obter acesso às informações do celular da pessoa de forma não autorizada. Não confiar em ligações telefônicas por alguém se passando por um funcionário de um banco ou qualquer outro tipo de instituição. Na dúvida, desligue o telefone e ligue para o seu gerente do banco para confirmar a veracidade daquela ligação, pois na grande maioria das vezes pode ser um golpe”, pontuou.
Além disso, o professor destacou que a utilização de senhas mais elaboradas são essenciais para o acesso aos dispositivos, “bem como biometria, duplo fator de autenticação. Não armazenar credenciais de acesso no próprio aparelho, como senhas de bancos, e-mails e redes sociais”, disse. Uma outra alternativa de proteção muito útil é optar por mecanismos que tragam mais seguranças ao aparelho e que podem ser baixados através da própria loja de aplicativos: “pode-se utilizar ferramentas como antivírus, habilitar MFA (Duplo fator de autenticação) para redes sociais, e-mails, WhatsApp e demais aplicativos que tenham esse tipo de suporte. Manter sempre o sistema operacional e demais aplicativos do celular com as atualizações destes softwares em dia”, enfatizou.
Por fim, Cleisson expôs que quando, infelizmente, houverem roubos é necessário fazer o boletim de ocorrência, bem como sempre ter “anotado o número do IMEI do aparelho, pois é recomendado entrar em contato com a operadora para solicitar o bloqueio do telefone. Trocar todas as senhas de acesso a e-mails, bancos e redes sociais. Se possível, excluir todos os dados armazenados no aparelho de forma remota, caso a pessoa saiba como proceder neste caso”, frisou. Além disso, ele encerrou afirmando que é importante se atentar à quantidade de informações expostas nas redes sociais, já que “determinados tipos de exposição em excesso, pode levar com que uma pessoa maliciosa obtenha essas informações e tente realizar um acesso não autorizado em nome da vítima”, finalizou.
A comunidade acadêmica da Unifacisa se orgulha de anunciar que o neurocirurgião Luiz Severo, coordenador da pós-graduação em Medicina da Dor, presidirá uma importante sessão científica na próxima segunda-feira (10), em São Paulo. O momento será para elaboração de um documento com recomendações a governanças globais que participarão do G20.
O 1º Congresso Internacional de Inovação e Pesquisa em Educação na Saúde (CIIPES) é uma iniciativa da Weill Cornell Medicine-Qatar e da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). A participação do neurocirurgião Luiz Severo se dará com o intuito de abordar o impacto das mudanças climáticas em doenças neurológicas e pacientes com dor crônica, além de discutir com o grupo acerca de temáticas voltadas para o impacto do aquecimento global sobre a vida das populações, acesso à saúde, pobreza, vulnerabilidades, entre outros. Por meio desta sessão, jovens cientistas de diversas áreas da saúde debaterão resultados e estudos sobre os impactos das altas temperaturas na saúde e estratégias que podem ser viabilizadas junto ao encontro de governantes da cúpula.
O grupo científico fará a elaboração de um documento com recomendações das Jovens Lideranças Médicas, da Academia Nacional de Medicina, aos grupos S20 e T20, de cientistas e pensadores de inovação, respectivamente, alinhados ao G20. Este ano, o encontro da cúpula do G20 acontece no mês de novembro, no Rio de Janeiro. O Brasil ocupa a presidência rotativa do grupo. A reunião da cúpula contará com a presença de lideranças dos 19 países membros, além da União Africana e União Europeia. O encontro é o momento em que chefes de Estado e de Governo discutem e apontam caminhos para lidar com desafios globais.
Luiz Severo é neurocirurgião especialista no tratamento avançado da dor crônica; Coordenador do Centro Paraibano de Dor (Cepdor); Coordenador e professor de pós-graduação em Medicina da Dor da Unifacisa e membro do programa de Jovens Lideranças Médicas da Academia Nacional de Medicina.
A participação de Luiz Severo neste evento internacional destaca o compromisso da Unifacisa com a excelência acadêmica e a inovação na área da saúde, reafirmando nossa missão de transformar o mundo pelo exemplo.
Entre 17 e 19 do último mês de maio, a Unifacisa esteve representada no XI Fórum Nacional de Metodologias Ativas de Ensino-Aprendizagem na Formação em Saúde. Sob orientação do professor Josivan Soares, os estudantes do curso de Enfermagem Thayse Mota Alves, Débora Regina Alves Raposo, Joyce Kell Sampaio da Silva, Débora Taynah Oliveira da Silva, Cosme Michael Santos Farias, Sabrina Farias da Silva, Sabrina Karen Alves de Araújo, Iven Maclaud Cordeiro de Sousa Danielle Santiago de Souza, Alex Júnior Vieira Sousa, Maria Luiza Pereira Marques, Gabriel Antônio Alves Gomes, Anne Christine Colaço Lima Fernandes, Danielle Christine Moura dos Santos e José Ivair Motta Filho aprovaram 13 trabalhos para o congresso e obtiveram a premiação de 2° lugar em comunicação oral e 3° Lugar em pôster.
O evento participado pelos alunos compartilhou estratégias e ações adotadas por instituições de Ensino Superior e ocorreu de maneira virtual. O intuito do encontro foi explorar a utilização de metodologias ativas de ensino-aprendizagem nas áreas de saúde, conforme preconizado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, como por exemplo a Biomedicina, Biologia, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Psicologia, Serviço Social e entre outras.
A produção dos trabalhos aprovados se deu através do Grupo de Estudo em Trauma, Emergência e Cuidados Críticos (GETECC), vinculado ao curso de Enfermagem da Unifacisa. Débora Raposo foi uma das estudantes envolvidas no processo de escrita e pesquisa. Segundo ela, “desenvolvemos um plano de pesquisa detalhado que incluía a coleta de dados por meio do relato dos alunos que fazem parte do GETECC e estão inseridos nesse contexto, bem como através da revisão detalhada da literatura. Tivemos encontros regulares para discutir o progresso, receber feedbacks e ajustar as abordagens conforme necessário. O professor também nos orientou na escrita dos estudos, garantindo que os trabalhos estivessem alinhados com os padrões acadêmicos exigidos pelo evento. O resultado foi excepcionalmente satisfatório”, declarou.
A graduanda também destacou de que forma a Unifacisa teve contribuição com o destaque científico do grupo no congresso. Para ela, “a Unifacisa desempenhou um papel fundamental na construção e aprovação desses trabalhos. A instituição fornece diariamente todos os recursos necessários para a pesquisa, incluindo acesso a bibliotecas, computadores e estrutura impecável. Além disso, a instituição promove a introdução de uma metodoligia prática e curricularização da extensão, o que sem dúvidas enriqueceu ainda mais nosso conhecimento e embasamento teórico. O apoio institucional também se manifestou através do incentivo à participação em eventos acadêmicos e da disponibilização de orientadores experientes, como o docente Josivan Soares, que nos guiou durante todo o processo de pesquisa”, destacou.
A participação de estudantes em encontros congressos é extremamente importante para o desenvolvimento da pesquisa acadêmica. São em oportunidades assim que os graduandos são instigados à iniciação científica, além aprimorarem muitas outras habilidades. No caso de Débora, ela relatou que o encontro foi muito oportuno já que “agregou imensamente à minha formação. A experiência de pesquisa desenvolveu minhas habilidades de investigação científica, análise crítica e escrita acadêmica. Além disso, o contato com profissionais renomados e a troca de experiências com outros pesquisadores ampliaram meu conhecimento com uma visão mais abrangente das práticas educacionais inovadoras. A apresentação dos trabalhos no evento também fortaleceu minha confiança e competências em comunicação”, pontuou a acadêmica de Enfermagem.
A cultura de incentivo à pesquisa científica é trabalhada diariamente na Unifacisa por meio da coordenação de pesquisa e extensão que, junto ao corpo docente, promove uma educação alinhada à prática. Assim, é comum que os estudantes relatem o incentivo propiciado pela instituição. “Acredito que a Unifacisa me motiva significativamente a seguir no caminho da pesquisa. A instituição não só oferece os recursos e suporte necessários, como também incentiva ativamente a produção científica através de programas de iniciação científica e eventos acadêmicos. A experiência positiva e o reconhecimento que obtive ao participar do evento me inspiram a continuar investindo na pesquisa. Pretendo, sim, seguir nesse caminho, para que consiga aprofundar meus estudos. Continuar na pesquisa me permitirá contribuir de maneira significativa para a evolução de estudos relevantes, bem como na preparação para intervir de maneira eficaz na realidade profissional e social”, concluiu Débora.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa