O projeto é uma parceria com a Fundação Pedro Américo e a Unifacisa. Será lançado no dia 21 de setembro, às 19h, no Teatro Facisa, dentro do Congresso Internacional Interdisciplinar de Saúde.

A ala pediátrica de um hospital pode ser um ambiente desconhecido e intimidante para as crianças, onde os procedimentos médicos podem gerar ansiedade, medos e traumas.
Em uma iniciativa pioneira, o hospital HELP, em Campina Grande-PB, irá encantar os pequenos com um novo projeto de animação. Com a turma do Jackinho, o HELP coloca a criança como o centro do cuidado para que elas possam compreender o que está vivenciando dentro de um ambiente hospitalar.
A diretora da Qualidade do HELP e criadora do projeto, Bianca Gadelha, afirma que com essa abordagem, o Hospital está definindo um novo padrão de cuidados pediátricos, onde a educação, a diversão e a saúde andam de mãos dadas.
“Nosso objetivo com esse projeto é que a criança esteja no centro do cuidado. Ela precisa compreender o que está acontecendo, entender cada fase dentro da internação hospitalar. Com o adulto, a gente consegue fazer isso de uma forma mais simples, mas com a criança a gente precisa ir um pouco além, uma tratativa mais humanizada e lúdica, diminuindo a insegurança, os traumas e medos que ela possa ter no momento da internação”, pontuou.

O projeto de animação, desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, utiliza uma abordagem educativa que combina elementos visuais atraentes e narrativas envolventes.
O designer gráfico e motion designer, Trigueiro Júnior, afirmou que produzir uma animação com a qualidade da Turma do Jackinho foi um grande desafio, e que, se torne uma parte integrante do ambiente hospitalar, proporcionando sorrisos, aprendizado e conforto a cada criança que passa por ali.
“Está sendo muito prazeroso trabalhar neste projeto. É extremamente gratificante criar artefatos lúdicos para crianças. Trata-se de um público exigente, espero que todos gostem”, pontuou.
Ao aliar a expertise médica à criatividade artística, a instituição está abrindo novos horizontes, oferecendo não apenas tratamento, mas também suporte emocional e educacional.
Os roteiros da 1ª temporada foram escritos pelo jornalista, ator e dramaturgo, Saulo Queiroz, também autor de "Jack, o jacaré do Açude Velho" - personagem criado por ele para o palco, em 2016, e que também batizou o mascote do Basquete Unifacisa, tornando-se sucesso entre torcedores de todas as idades. "Jack migrou do teatro para o esporte e agora, sob a maestria de Trigueiro Jr., se transforma em Jackinho, um personagem do HELP que vai encantar os pacientes mirins, tornando a estadia no hospital mais leve. Uma bela trajetória para um jacaré migrante que conquistou Campina Grande", declarou o artista.
O exemplar possui contribuição de alguns especialistas da área e, entre os capítulos, há uma contribuição realizada em parceira entre um aluno e um docente do curso de nutrição da Unifacisa
O papel da docência vai para além de apenas repassar conteúdos programáticos em sala de aula. Dentro destes espaços, principalmente os universitários, é, também, função dos docentes incentivar e orientar os alunos para que eles alcancem a profissionalização ao máximo. Com este incentivo, cada discente poderá conquistar qualquer oportunidade dentro da sua área de atuação porque estará preparado para tal. Este estímulo e relacionamento entre professor e aluno, em sua grande maioria, tende a render bons frutos como a produção de pesquisas científicas, por exemplo.
O livro “Modulação Intestinal – Do Sequenciamento Genético à Prática Clínica” teve contribuição do docente Caio Victor Coutinho, do curso de nutrição da Unifacisa, e do aluno Lucas Rios Ferreira Gomes, do mesmo curso. O capítulo “Fitoterapia e Nutracêuticos” foi escrito pela dupla. “Neste capítulo abordamos, com base científica, como a fitoterapia pode auxiliar no tratamento de alguns distúrbios intestinais, como gastrite, dispepsia funcional, doença do refluxo gastroesofágico, constipação, diarreia, entre outros. Ainda trazemos um quadro geral sobre cada distúrbio e sugestões de algumas espécies vegetais e suas posologias para o controle de sintomas dessas condições”, explicou Lucas.
Para iniciar a produção de um texto científico é necessário, antes de tudo, o levantamento conceitual que é embasado e solidificado por meio de muita leitura e outros recursos que tragam para o pesquisador segurança para escrever. Para pessoas inexperientes, discernir tal função não é fácil e por isso que a presença do professor é tão importante para trazer luz durantes situações como essa. “Recebi o convite do professor Caio no final do 6° período. No início foi bem complicado pelo fato de não ter tanto conhecimento na área e até pouco interesse, porém, o professor me orientou e indicou diversos conteúdos como vídeo aulas e inúmeros artigos para que eu pudesse estudar e me familiarizar mais com o assunto. Com isso, eu acabei criando um interesse pela área. Após já estar mais familiarizado com a área, o professor me instruiu e exemplificou de maneira bem clara a estrutura do trabalho. Todo o processo sempre foi trocando informações com o orientador e recebendo feedbacks ou correções necessárias.”, relatou Lucas sobre o processo de produção do material.

A partir desta experiência, o discente destacou como a publicação do capítulo no livro tem impacto na sua carreira profissional e como, hoje, ele se identifica com a pesquisa científica. Segundo ele, “no início do curso eu não tinha pretensão nenhuma de seguir na área de pesquisa ou acadêmica, agora, tendo mais contato com os professores, minha visão sobre isso mudou completamente e hoje fazer mestrado e seguir na área acadêmica está entre as minhas primeiras opções. Esta experiência foi ótima para meu aprofundamento sobre o tema, além de ter agregado bastante também no meu currículo e de ter despertado meu interesse pela carreira acadêmica.”, encerrou.
Já o professor e colega de produção, Caio Victor, destacou que “oportunizar a inclusão de um aluno na construção de um artigo para publicação é uma oportunidade valiosa para promover o crescimento acadêmico e profissional desse estudante. Como docente, essa prática é uma forma de proporcionar uma experiência prática e significativa, integrando o conhecimento teórico adquirido em sala de aula com a aplicação direta na pesquisa e na produção científica. Assim, essa oportunidade oferece a ele a chance de desenvolver habilidades críticas, como a capacidade de revisar a literatura científica, coletar dados, analisar informações e sintetizar resultados. Isso não apenas amplia o repertório acadêmico do aluno, mas também o prepara para futuros desafios na área da nutrição. Ademais, ajuda a fortalecer a relação entre professor e aluno, criando um ambiente de aprendizado colaborativo.”, concluiu.
Dessa maneira, a parceria entre o estudante e o professor em prol de uma produção científica ressalta não só a atenção de um docente em desenvolver academicamente um aluno, mas também evidencia o conceito de transformação social proposto pela Unifacisa para seu corpo discente. Neste caso, esse conceito se dá a partir de uma contribuição científica em que professor e aluno devolveram para sociedade. A prova de que esta devolução tem significativa contribuição social se dá pelo destaque desta em um capítulo de livro onde vários especialistas na temática têm suas considerações sobre o assunto. A Unifacisa, por meio da coordenação do curso de nutrição, no nome da professora Mayra Cavalcanti, celebra feitos como este e instiga cada vez mais parcerias produtivas entre discente e docentes.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Com o intuito de promover o planejamento de políticas públicas para o desenvolvimento do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), o Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG) foi iniciado com uma Comissão Especial que vem se dedicando a um amplo diagnóstico e à proposição de recomendações para o setor. Após algumas decisões, a CAPES avalia os subsídios propostos pela Comissão para desenvolver o plano com seus componentes, além de dialogar com os estados para a construção da Agenda Nacional de Formação de Recursos Humanos de Alto Nível e prospecção de inovações na pós-graduação.
O Centro Universitário Unifacisa por ser referência em um ensino inovador, além de incentivar pesquisa e extensão através de uma metodologia centrada na prática do alunado, esteve presente na última oficina como a única instituição de ensino superior privado da Paraíba. Dessa maneira, na tarde desta última sexta-feira (01), a Gerente do Laboratório de Inovação e Carreiras da Unifacisa, Karina Dias, esteve representando a instituição na oficina estadual paraibana para a junção de subsídios ao (PNPG).

No momento estiveram presentes os representantes da CAPES, da Fundação de Amparo à Pesquisa da Paraíba (Fapesq), dos setores públicos e empresarial, da sociedade e de instituições de ensino superior do estado. Os presentes tiveram participação na construção da Agenda Nacional de Formação de Recursos Humanos de Alto Nível. O material busca unir temáticas estratégicas que são emergentes em cada estado brasileiro para elaborar o PNPG que terá vigência de 2024 a 2028.
O encontro ocorreu na cidade de João Pessoa e teve a definição de 28 temas que foram considerados essenciais para a qualificação de mestres e doutores, além de serem atrativos para pós-doutorado no estado da Paraíba. Entre os temas, estão em pauta o empreendedorismo, energias renováveis, transferência de tecnologia, mudanças climáticas e segurança hídrica. Márcio Castro, coordenador de Fomento à Ações para Redução de Assimetrias da CAPES e um dos representantes da Agência na reunião no estado, ressaltou que “todos comentaram que se trata de uma iniciativa corajosa que a CAPES vem tendo em se aproximar dos estados e abrir oportunidades de discutir temas de interesse regional”, disse.
Segundo Karina Dias, “a importância de participarmos desta ação é o espaço de diálogo sobre temas prioritários para nosso estado, o qual demanda incentivos e investimentos. Além de estratégias para uma formação conectada e alinhada ao mundo do trabalho, que esteja próximo a necessidade das empresas, com aspirações para o intraempreendedorismo, empreendedorismo nas carreiras e proporcionando a interdisciplinaridade. Um fomento à inovação na formação dos futuros pós-graduados mestres e doutores. Como o propósito do Inovalab é criar oportunidades inovadoras e empreendedoras, acreditamos que nossa semente foi plantada com o olhar neste futuro.”, destacou.
Após aprovação para apresentação de artigos científicos, os estudantes estarão em dois grandes encontros de pesquisa acadêmica: o CONEDU e o CIEH
O incentivo à pesquisa científica é essencial para a formação acadêmica de todos os graduandos. É por meio deste encorajamento que os estudantes são inseridos no meio científico e podem se descobrir academicamente. Por meio deste contato, é possível dar início às contribuições com o desenvolvimento social e humano. Na Unifacisa, o incentivo à pesquisa e à extensão são primordiais em todos os seus cursos de graduação, assim como na graduação em psicologia que, recentemente, por meio da orientação do docente Ludwig Leal, conquistou destaque por ter artigos científicos aprovados em encontros acadêmicos de nome e renome: o Congresso Nacional de Educação (CONEDU) e o Congresso Internacional de Envelhecimento Humano (CIEH).

As alunas Eduarda Thais Soares Lins, Katiane Ferreira Leite, Mariany Cristina Barros Costa, Maria Gabriella Almeida Lima Wanderley e Margarete Ferreira Neves, desenvolveram o artigo “Resistência dos Pais Diante do Diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA)” que foi aprovado para a nona edição do CONEDU, que acontecerá de 12 a 14 de outubro, em João Pessoa. “O artigo nasceu de um pré-projeto feito na disciplina Desenvolvimento Humano: Infância e Adolescência, com o professor Ludwig Leal. Tínhamos que entrevistar um psicólogo para saber como é a demanda dele na escola/creche. Nos foi relatado que muitos pais acabam não aceitando o diagnóstico do TEA, o que dificulta o tratamento da criança”, explicou Eduarda Lins.

Já os alunos Jéssica Cavalcanti Ferreira, Josilene Cavalcante Areias de Almeida e Daniel Lucas Galvino Vieira estarão representando o curso de psicologia da Unifacisa no CIEH, que também acontecerá em João Pessoa, de 08 a 10 de outubro. Os discentes desenvolveram três artigos científicos que foram aprovados para apresentação no congresso. São eles: “O Envelhecer Segundo a Subjetividade do Idoso”; “Experiências de Luto Vivenciadas Pelo Idoso Durante o Processo de Envelhecimento”; “Independência e Autonomia Segundo Idosos de uma Instituição de Longa Permanência (IPLI)”. “Fomos elaborando cada fase de nosso trabalho. Definição da problemática; roteiro de entrevista; coleta e análise de dados e, por fim, resultado e discussão. Desta forma, a escrita de cada artigo foi se constituindo de maneira sincronizada, com o objetivo de realizar em tempo hábil a submissão de cada resumo no CIEH”, elucidou Josilene, autora de dois dos três trabalhos aprovados.
Cada uma das representantes dos grupos destacaram a oportunidade de estarem em congressos nacionais como uma experiência única e construtiva. Para Eduarda, “A aprovação desse artigo não foi algo pequeno, e acredito que seja apenas um degrau da escada que estou subindo rumo a uma carreira de sucesso na psicologia”. Já Josilene relatou que “todas as vezes que eu abraço uma oportunidade como esta, eu compreendo que além de enriquecer um currículo, eu estou principalmente contribuindo para a psicologia enquanto ciência e profissão”.
O docente do curso de psicologia e orientador dos trabalhos aprovados sublinhou que “é motivo de orgulho ter os trabalhos aprovados, é muito motivador. Um dos congressos é nacional e outro internacional, dessa forma o nosso trabalho ganha uma visibilidade maior e temos a oportunidade de compartilhar sobre o que estamos produzindo na Unifacisa e aprender mais com os outros pesquisadores que estarão no congresso. Nesse processo o que me gerou mais satisfação foi ver o protagonismo e a excelência dos alunos na produção dos artigos. São produtos com um padrão de qualidade muito alto, que vão fazer toda diferença na formação das estudantes”.
As alunas ainda explicaram como a Unifacisa lhes estimula a produzir no âmbito científico. “Temos excelentes professores que nos incentivam a seguir escrevendo artigos. A pesquisa ganhou meu coração, tanto que já penso em fazer uma pós-graduação em neurociência ano que vem”, concluiu Eduarda. “O ecossistema em si já incentiva aqueles que desejam seguir carreira acadêmica. A instituição é como uma teia interdisciplinar e integradora de saberes diversos que nos possibilita significativas oportunidades para partirmos para o campo de pesquisa. Estar na Unifacisa só me reafirma essa pretensão”, encerrou Josilene.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Colocar o estudante como protagonista do seu processo de aprendizagem e lhe dar autonomia para alçar vôos em qualquer espaço da sua área profissional é o compromisso da Unifacisa. Por isso, a instituição preocupa-se em oferecer uma abordagem completa que vai desde o discernimento das várias especialidades de atuação, até o incentivo para o desenvolvimento acadêmico e científico. Dentre as 16 graduações que prezam por este comprometimento, está o curso de enfermagem da instituição que, dia após dia, dedica-se a manter o seu nível de excelência máxima reconhecida pelo MEC, através de uma formação humanística e atualizada mediante as inovações da área da saúde.

Raíssa Mayara da Silva Dantas é formada pelo curso de enfermagem da instituição desde o ano passado. Recentemente, a egressa foi aprovada no mestrado do Programa de Pós-graduação em Saúde da Criança e do Adolescente (PPGSCA), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Raíssa atribui sua aprovação ao incentivo científico que teve ainda durante a graduação: “desde o início da graduação tive muito apreço por abordagens científicas. No segundo período tive o primeiro contato com a escrita científica quando a coordenadora Renata Clemente me incentivou imensamente à prática. A partir de então, busquei estar ligada ao meio acadêmico e científico e o mestrado, com certeza, é um dos frutos disso.”, relatou.
Neste novo ciclo, o projeto de pesquisa da enfermeira tem como tema o “Letramento Em Saúde De Cuidadores De Criança Com Transtorno Do Espectro Autista (TEA)”. Segundo ela, a curiosidade por esta temática surgiu a partir das atividades desenvolvidas dentro da graduação, o que só comprova o papel que a Unifacisa desempenhou para que a ex-graduanda se encontrasse academicamente. “Sempre busquei estar participando ativamente das ações e atividades realizadas pela instituição. Os estágios curriculares foram muito importantes, pois contribuíram para o amadurecimento e para o desenvolvimento de projetos que frutificam no presente. A ideia do tema que submeti ao mestrado veio do projeto ‘Cantinho Azul’ que desenvolvi junto com o grupo de estágio no nono período na graduação”, explicou.
Após esta conquista, a egressa explicou quais são seus planos futuros. Segundo ela, “quero continuar buscando sempre o aperfeiçoamento das habilidades e crescimento pessoal. Sei que o mestrado abre um leque de oportunidades, então pretendo embarcar na docência e ter a oportunidade de passar os conhecimentos para os futuros discentes”, concluiu.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O incentivo à pesquisa acadêmica é primordial para que estudantes possam contribuir de maneira científica com a sociedade onde atuam. É por meio deste e outros estímulos que a Unifacisa cumpre seu papel de formar profissionais completamente capacitados, humanos, que buscam agregar valores ao meio social, mas que, principalmente, deixam a graduação com condições de atuar em qualquer setor das suas respectivas áreas profissionais.

Recentemente, o curso de educação física da Unifacisa devolveu para a sociedade o resultado de uma pesquisa realizada por um grupo de egressos que, na época da produção, ainda eram graduandos. O estudo foi publicado na Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício e tem como temática as respostas perceptivas após aplicação do exercício de força com restrição de fluxo sanguíneo em mulheres com diabetes tipo 2.
O grupo é composto pelos egressos: Ana Beatriz Alves Martins; Arthur Wagner da Silva Rodrigues; Eliete Samara Batista dos Santos Breno; Gabriel Rodrigues Neto; Guilherme de Araújo Tinôco Cabral; Júlio Cesar Gomes da Silva; Marina Gonçalves Assis; Nailton José Brandão de Albuquerque Filho; Victor Sabino de Queiros; e Júlio Cesar Gomes da Silva, sob orientação do professor Gabriel Rodrigues.

O material publicado é oriundo de um “projeto guarda-chuva” orientado pelo professor Gabriel e que culminou na produção de três artigos, sendo um deles o artigo publicado na revista internacional. “O cenário de coleta dos artigos foi o mesmo, mas as variáveis dependentes foram outras que se dividiram em três variáveis, como pressão arterial, percepção subjetiva de esforço e frequência cardíaca", explicou o docente.
Para Arthur Wagner, “a aprovação de um artigo científico em uma grande revista internacional comprova toda a dedicação e emprenho do professor Gabriel Rodrigues Neto e envolvidos. Hoje estamos ganhando a visibilidade acerca de um tema pouco conhecido, mas que vem ganhando muito espaço no mercado nacional e internacional. Essa aceitação é a porta de entrada para quem deseja ingressar na carreira acadêmica, sendo de extrema valia no meu processo de mestrado.”, concluiu o egresso que está pleiteando uma vaga de mestrado em uma universidade de Coimbra, Portugal.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Cerca de um terço da população irá apresentar algum tipo de dor crônica durante a vida. Diferente da dor aguda, que é uma resposta temporária a uma lesão ou doença, a dor crônica persiste por longos períodos ou até os mesmos anos. Ela pode ter diversas causas, desde condições médicas, como artrose, fibromialgia e neuropatias, até lesões antigas ou complicações pós-cirúrgicas.

O Centro Especializado no tratamento de dor crônica do HELP é uma referência no tratamento medicamentoso e intervencionista em Campina Grande e região. Funcionando desde 2022, conta com 03 linhas de pesquisa e tem como responsáveis o neurocirurgião, Luiz Severo, e o anestesiologista, Victor Egypto.
De acordo com o neurocirurgião, Luiz Severo, a dor crônica acomete cerca de 60 milhões de pessoas em nosso país, gerando faltas no trabalho, na escola, isolamento social e quadro depressivos, além de perdas econômicas numa população economicamente ativa. “O tratamento especializado gera qualidade de vida a essa população que tanto sofre. Trabalho em equipe, pautado em ciência e inovação fazem parte da nossa assistência no HELP”, pontuou.
Segundo o anestesiologista, Victor Egypto, o tratamento da dor crônica geralmente requer uma abordagem multidisciplinar, envolvendo diferentes profissionais de saúde. Cada profissional desempenha um papel importante no desenvolvimento de um plano de tratamento abrangente, adaptado às necessidades individuais do paciente. “Apenas um especialista em dor terá conhecimento sobre toda a fisiopatologia que abrange as síndromes dolorosas e seus respectivos diagnósticos diferenciais, e assim poderá diagnosticar de forma mais efetiva e estabelecer o correto tratamento seja ele conservador-clínico ou associado a procedimentos intervencionistas”, afirmou.
Marcação de consultas: A realização de marcações de consultas para o SUS é feita exclusivamente nas unidades de saúde do município do paciente e reguladas para a Unifacisa/Fundação Pedro Américo. Já as vagas disponíveis através da central de marcação - (83) 2101.8840 - e WhatsApp são filantrópicas, inteiramente gratuitas, concedidas pela Fundação Pedro Américo.
Conhecida como a maior, mais antiga e mais prestigiada disputa de programação do mundo desde 1970, o Concurso Internacional de Programação Colegiada é um torneio de programação algorítmica para estudantes universitários. Equipes de três pessoas, representando suas universidades, trabalham para resolver problemas reais do mundo, promovendo a colaboração, a criatividade e a inovação. Através do treinamento e competição, as equipes desafiam umas às outras durante todo um dia. Neste ano, 111 países estão participando, mais de 3000 instituições de ensino estão envolvidas na competição, 2026 times são do Brasil, o que corresponde a mais de 6000 alunos e mais de 50000 alunos no mundo todo envolvidos na disputa.
Para chegar até a fase final do campeonato é necessário, antes, passar por várias etapas. Entre as fases, está a maratona nacional que se dá em duas partes. A primeira será fase regional, realizada no próximo sábado (02) em todos os estados do Brasil. Na Paraíba, a Unifacisa será a sede da competição. Pela manhã haverá um espaço para integração e o warmap, onde os times poderão se familiarizar com os ambientes físico e de desenvolvimento. Às 14h haverá o início da competição que ocorrerá simultaneamente em todas as sedes do Brasil até às 19h. Todos os competidores de todas as sedes farão exatamente a mesma prova.
Da Paraíba, ao todo, são 21 times com três competidores cada. As instituições envolvidas de Campina Grande são: Unifacisa; UFCG; e IFPB. De João Pessoa estarão participando estudantes da: UFPB e do IFPB. Para a final brasileira serão classificados cerca de 10% dos times com os melhores desempenhos da etapa regional. Pelo histórico de anos anteriores, espera-se que da Paraíba saiam 2 times classificados para a final brasileira que ocorrerá em Chapecó/SC nos dias 19, 20 e 21 de outubro. Os melhores times se classificarão para a etapa Latino-Americana que ocorrerá na cidade do México em março de 2024. Entretanto, em novembro deste ano, acontecerá em Cairo, no Egito, a final da maratona 2022/2023 e lá será anunciada onde será a final mundial de 2024 onde participarão também os campeões latinos-americanos.
Segundo o coordenador do curso de sistemas de informação da Unifacisa, Fabrício Dias, “para a Unifacisa é uma honra oferecer a infraestrutura adequada para a maior e mais importante competição de programação do país, e que classifica para a final brasileira e mundial. Para o curso de sistemas de informação é significativo por despertar nos nossos alunos a importância de participar de um evento dessa magnitude. Vale lembrar que um dos times competidores é composto por alunas do nosso curso, e que nosso time já teve bons resultados em outras competições.”, destacou.
Confira o cronograma do evento:
8h às 9h - Chegada, credenciamento e entrega dos kits;
9h - Cerimônia de abertura na sala do cinema Unifacisa e apresentações das equipes;
9h45 às 11h30 - Warmap;
13h15 - Chegada dos competidores à Unifacisa;
13h30 - Competidores ocupam seus locais de prova;
14h - Início da competição;
19h - Finalização da competição;
19h30 - Início da cerimônia de premiação na sala do cinema Unifacisa;
20h30 - Encerramento do evento.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A LASCEN (Liga Acadêmica de Saúde Coletiva de Enfermagem) da Unifacisa surgiu em 2017 com o objetivo de estar ao lado da população promovendo ações educativas, discussões com temáticas atuais e progresso no âmbito da pesquisa por meio da produção de artigos científicos. Neste espaço são abordados temas de atuação do profissional de enfermagem e promoção de palestras, além de minicursos para todo e qualquer aluno do curso de enfermagem da Unifacisa. O grupo ainda realiza ações em escolas e Unidades Básicas de Saúde (UBS), com o intuito de promover o conhecimento e a educação.

Neste ano, a liga já teve a oportunidade de se reunir com os idosos do Instituto São Vicente de Paula em uma tarde de conversa e descontração; visita ao Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA) procurando entender como é realizado o trabalho por lá, além de terem entregando bilhetes de incentivo e afeto a todos os presentes; promoção de uma campanha do Julho Vermelho, com o objetivo de conscientizar a população e mostrar a importância da doação de sangue; visita até a Indústria de Energia Elétrica para falar com os trabalhadores sobre as hepatites virais e como a prevenção é eficaz para auxiliar no processo saúde-doença; visita à UBS Maria De Lourdes Leôncio para compartilhar um informações sobre hepatites virais.
Para a presidente da liga, Ana Carolina Soares Valdivino, “participar da LASCEN me faz ver que nós, enquanto alunos, temos a oportunidade vivenciar tudo aquilo que aprendemos na sala de aula e que nós podemos ser o elo mais forte entre a informação e a sociedade.”, disse. Já para coordenadora do curso de enfermagem da Unifacisa, Renata Clemente, “A função da liga acadêmica dentro do curso de enfermagem tem fundamental importância, uma vez que desenvolve atividades teórico-práticas que estão relacionadas às atividades curriculares e que dão suporte na formação do discente de enfermagem. A LASCEN, em específico, se mostra extremamente ativa com ações direcionadas a assistir à comunidade e ofertar conhecimento para discentes do curso. Com certeza os ligantes que estão em curso nesse momento certamente já são profissionais diferenciados.”, destacou.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Um dos maiores desafios enfrentados pelos recém-formados é a conquista de um espaço no mercado de trabalho. Obter visibilidade apenas após a formação não é fácil e é priorizando a solução desta problemática que as graduações da Unifacisa buscam evidenciar oportunidades aos seus graduandos desde o início do curso. Na instituição, por meio de uma metodologia inovadora que alia extensão à pesquisa, os estudantes são qualificados para se destacarem no competitivo e atual mercado de trabalho. A partir deste conceito proposto pelo centro universitário, torna-se comum que os graduandos consigam boas oportunidades em suas áreas antes mesmo da conclusão dos seus cursos.
Beatriz Almeida Lins é um exemplo de recém-formada que conquistou uma boa oportunidade enquanto estudante. Egressa do curso de farmácia da instituição, a ex-graduanda iniciou suas atividades profissionais como estagiária de uma famosa rede de farmácia na cidade de Campina Grande, no qual, após sua exitosa experiência com o estágio, foi proposto à Beatriz uma vaga como farmacêutica para ser assumida logo após sua colação de grau. “Sempre tive admiração por essa rede de farmácia, por ser conhecida na cidade e por estar crescendo cada vez mais por proporcionar serviço de qualidade. Então tive a oportunidade de realizar o estágio obrigatório na empresa, proporcionado pela Unifacisa, e pude aproveitar ao máximo, adquirindo muito conhecimento. Após o término do estágio, tive a oportunidade de continuar na rede e hoje me tornei farmacêutica da empresa em que pude realizar o meu estágio.”, destacou Beatriz.

Para desempenhar bem as funções propostas pelo estágio, a farmacêutica atribui sua boa preparação à Unifacisa. Segunda ela, “a Unifacisa sempre me conduziu a alcançar os meus sonhos no âmbito profissional, através do curso de farmácia que me proporcionou experiências maravilhosas, mostrando sempre o melhor caminho a ser trilhado, oferecendo uma grande estrutura e uma equipe de profissionais qualificados que me prepararam para o mercado de trabalho. Sem contar que a Unifacisa possui uma estrutura sem igual, além de ter empresas parceiras que auxiliam no aprendizado dos graduandos. Vivi todas as áreas onde o profissional farmacêutico pode atuar por meio dos estágios, e tudo isso foi bastante significativo para minha formação e me deu a certeza de que eu estava no lugar certo.”, disse.

A egressa ainda relatou a diferença entre as atividades realizadas enquanto estagiária para as atividades realizadas agora, enquanto farmacêutica formada. “Tive a oportunidade de conhecer essa rede de farmácia enquanto estava no 5º período do curso de farmácia na Unifacisa. Assim, fui destinada a realizar lá o meu estágio em drogaria e pude vivenciar uma experiência incrível, na qual tive contato com a população de forma direta, além de praticar algumas atribuições do farmacêutico em drogaria. Hoje, além de praticar algumas atividades a mais do que era realizado no estágio, posso observar que foi de grande importância a experiência proporcionada pela Unifacisa, pois muitas das atividades que realizo foram ensinadas enquanto estava no estágio. Então, hoje posso praticar como farmacêutica o que foi ensinado enquanto era estagiária.”, enfatizou.
Para o futuro, a profissional relatou que tem “como plano continuar em busca de propósitos que me acrescente profissionalmente, como, por exemplo, terminar uma pós-graduação e dar seguimento em uma residência para atuar auxiliando na melhoria e bem-estar dos pacientes.”, concluiu.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa