Professora do curso de educação física da Unifacisa falou sobre exercícios para driblar dores na lombar

As 30 noites de festa no Maior São João do Mundo são sempre repletas de “forrozeiros” vindos de vários lugares do Brasil. Para evitar grandes desconfortos, muitas vezes, os portões são fechados quando o local atinge capacidade máxima. Em 2023, a capacidade máxima é de 60 mil pessoas. Com tantas pessoas juntas em um mesmo local, torna-se impossível encontrar um lugar para sentar e descansar, e, mesmo assim, milhares de pessoas decidem ficar em pé por horas a fim de aproveitar cada atração disponível no palco principal do Parque do Povo. Muitas dessas pessoas se queixam que, no dia seguinte, surgem muitas dores na região da lombar. Segundo a professora do curso de educação física da Unifacisa, Cybelle Navarro, esses desconfortos aparecem devido a sobrecarga no quadril causada pelo tempo que essas pessoas passam em pé. 

Com a intenção de evitar as dores nessa região e melhorar a qualidade física do “pós-festa”, a personal separou quatro exercícios que fortalecem a musculatura da lombar. O primeiro movimento se chama “abraçando o joelho”, que, segundo Cybelle, deve ser feito, sem parar, em uma média de 10 a 15 segundos. “Se deve trazer o joelho em direção ao peito para mobilizar a região do quadril”, explicou. Após a realização da primeira atividade, a professora relatou que segundo movimento é chamado de “elevação pélvica”: “o intuito deste exercício é fortalecimento da região posterior da lombar, através da elevação pélvica”, comentou.

Cybelle chama o terceiro movimento de “prancha frontal" e explica que “a importância dessa atividade é fortalecer a região anterior e posterior, incluindo a lombar. Ele deve ser feito de 20 a 30 segundos”, aconselhou. Para encerrar a série de exercícios, a treinadora explica que a última atividade, além de fortalecer a região da lombar, também fortalecerá a região dos glúteos: “o movimento 'superman' pode ser feito com o levantamento dos braços e das pernas, com o quadril encostado no chão. O intuito é fazer uma hiperextensão lombar para tirar a sobrecarga da coluna e evitar as dores que o pessoal tanto reclama.”, concluiu a professora.

Cada um dos exercícios indicados deve ser feito com as costas no chão, com a exceção da prancha frontal e do superman que são executados com o rosto virado para o chão. Veja a demonstração de todos os movimentos acessando o @unifacisapb

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Sempre que possível é frisado pela comunidade acadêmica da Unifacisa o compromisso que a instituição tem com o âmbito social. Dentro das graduações busca-se trazer uma formação profissional e também humanística. O Centro Universitário unifacisa, semestralmente, recebe alunos para iniciarem a vida profissional e, simultaneamente, devolve para sociedade profissionais com a missão de transformar as realidades em que estiverem inseridos. Dessa maneira, por saber da responsabilidade profissional de cada egresso, se torna comum que os profissionais formados na Unifacisa retornem à instituição para somarem enquanto colaboradores. 

Pedro Paulo Coutinho Costa iniciou seu relacionamento com a instituição em 2007, enquanto acadêmico do curso de medicina. Este ano, o egresso retornou ao ecossistema para ser docente da nova pós-graduação em dermatologia. O médico comentou sobre o retorno: “estou entusiasmado! Reconheço o papel da Unifacisa como imprescindível e ratifico que a construção do bom profissional requer, de forma mútua e integral, motivação e conhecimento. Sinto-me lisonjeado e honrado com a oportunidade. Tenho um sentimento que, indubitavelmente, enaltece o propósito da instituição”, expressou.

O ex-acadêmico de medicina relatou, também, o papel da instituição na sua formação profissional. “A faculdade me ofereceu uma ampla oportunidade e acesso ao conhecimento de todas as áreas relacionadas à prática médica, seja ela cirúrgica ou clínica. Fui direcionado ao acesso à medicina contemporânea, que, por sua vez, requer contínua atualização e pesquisa, sendo primordial para o nosso conhecimento e promoção da saúde dos pacientes”, frisou Pedro. O egresso ainda atribuiu muito da sua boa formação ao corpo docente do curso de medicina que, segundo ele, “configura a base para uma trajetória de sucesso”, reforçou. 

O professor também relatou alguns momentos da sua trajetória profissional e que, segundo ele, tais conquistas só foram possíveis graças à boa influência que recebeu quando ainda era aluno da graduação. “Concluí a residência médica em dermatologia no ano de 2019 na Fundação de Medicina Tropical do Estado do Amazonas sendo, logo em seguida, aprovado no exame de título de especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia-SBD. Adiante, conclui especialização em tricologia no Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo. Ainda como aluno, na Unifacisa, fui contemplado com a singular oportunidade de ter excelentes professoras e assistentes na disciplina de dermatologia que motivaram a escolha desta especialidade”, relatou. 

Atualmente, Pedro é médico assistente do ambulatório de dermatologia pediátrica da residência de pediatria, pelo Hospital da Criança de Campina Grande (HCCG) e atende em consultório particular, além de ambulatório especializado e vinculado ao SUS, pela prefeitura da cidade. Para o futuro, além de iniciar suas atividades enquanto docente da pós-graduação da Unifacisa, o professor explica que pretende “lecionar no âmbito da especialidade de dermatologia, ampliar e atuar nos ambulatórios médicos relacionados à disciplina, com foco nas áreas de tricologia.”, concluiu.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Progresso, desenvolvimento, crescimento, upgrade. Essas são algumas das palavras que podem definir a evolução do Parque do Povo (PP), local onde ocorrem os festejos do Maior São João do Mundo, em Campina Grande/PB. Em 2023, a festa comemora 40 anos de história, cultura, tradição e muita evolução. Entre tantas mudanças, uma possui grande destaque: a estrutura do palco e a estrutura cenográfica que, anualmente, encantam milhares de visitantes e turistas vindos de todo o Brasil. Ao longo dos anos, o espaço passou por muitas mudanças e momentos que estão gravados na memória da cidade. 

Fundado em 1983, com o intuito de deixar os festejos de São João no centro da cidade, o Parque do Povo foi construído para se chamar de “Forródromo” em referência aos Sambódromos do Rio Janeiro e São Paulo. Os registros oficiais, dados pela Prefeitura Municipal de Campina Grande, confirmam que os shows oficiais, com grandes atrações, começaram em 1985, após o lançamento da música oficial da festa: “A Capital do Forró”, do artista local Capilé. 

Assim, após 39 edições, o Maior São João do Mundo chega a 40° edição com modernidade na sua infraestrutura, mas sem perder a tradicionalidade que sempre busca remeter à evolução histórica e urbana da cidade de Campina Grande. Dessa maneira, é possível ver todos os anos, na cenografia do PP, estruturas que lembram as configurações das ruas da cidade nos anos 30 e 40. O professor do curso de arquitetura e urbanismo da Unifacisa, Eduardo Lucas, explicou quais são os espaços alusivos às ruas da cidade presentes no PP. Segundo ele, “entre os anos 1935 e 1945, a cidade passa por uma reforma que transforma sua estrutura urbana. Dentre as ações estruturantes podemos destacar a extensão da Av. Floriano Peixoto e reconfiguração das ruas Maciel Pinheiro e Venâncio Neiva. A intenção foi trazer ares de modernidade e "embelezamento", na busca de tornar Campina Grande ‘à altura’ da sua importância comercial que se apresentava na região à época. E, como tendência de leitura estética no período, o art déco é a linguagem formal e plástica adotada nos principais edifícios públicos e privados naquele momento. Certamente que esse art déco chega aqui com cores vivas e linhas geométricas.”, historiou.

Deste modo, “quando vemos as fachadas representadas no Parque do Povo, com platibandas dotadas de desenhos geométricos e cores vivas, estamos sendo conduzidos para esse momento específico da cidade, na intenção de valorizar uma importante fase de desenvolvimento, crescimento e modernização de Campina Grande.”, destacou o arquiteto. O professor do curso de engenharia civil da instituição, Fábio Remy, completa que “a estrutura está diretamente ligada ao resgate da história de Campina Grande, sobretudo na própria pirâmide do PP que tem como partido uma fogueira em estrutura de concreto armado que remete aos primórdios do São João. Já a cidade cenográfica, é colocada através da estrutura mista de madeira e partes metálicas da Igreja cenográfica a Catedral de Nossa Senhora da Conceição, o Cassino Eldorado, a recriação da Vila Nova da Rainha, denominação oficial de Campina Grande na época de sua fundação, em 1790, e claro a réplica da fogueira de 20 metros de altura, que ornamenta e embeleza o Maior São João do Mundo.”, destacou. 

Toda essa estrutura frisada pelos professores é montada todos os anos no PP sempre com alguma coisa diferente, seja nas cores ou no formato das estruturas. Neste ano, o que vem impressionando o público é a nova configuração presente no local. Para o professor Eduardo, o maior destaque da edição de 2023 é “a organização funcional proposta pelo novo layout do PP. No projeto atual, os espaços foram pensados à proporcionar as melhores possibilidades de fluxos, mobilidade e acessibilidade. Além disso, as perspectivas alcançadas pela amplitude dos espaços propostos valorizam a representação cenográfica de ícones da arquitetura produzidos em vários momentos e épocas da cidade.”, disse. 

Já o professor Fábio acredita que a estrutura desse ano superou as expectativas, “devido às inovações implementadas, pois modernizaram o layout, o fluxo interno dos visitantes, a segurança com a colocação de nove entradas e áreas de fuga, bem como uma maior preocupação com o bem-estar e conforto das pessoas. Outro aspecto importante é a preocupação com o espaço interno, pois com as mudanças que foram realizadas no layout do PP irá comportar nos momentos de pico com mais de 50 mil pessoas, com conforto e acessibilidade, o que motiva os turistas e a população como um todo a frequentarem esse importante ambiente festivo e turístico.”, listou.

Por fim, os docentes ainda avaliaram que “as modificações na área norte do PP deixaram o ambiente mais espaçoso e versátil, podendo acomodar o camarote, os quiosques e a área de shows com maior segurança, bem como o maior palco de todas a versões, com 41 metros de extensão e 27 metros de altura, que é uma atração à parte. Outro aspecto é a área sul do PP, onde fica a cidade cenográfica, o palco da cultura, os restaurantes e outros equipamentos, que sofreram mudanças significativas, sobretudo com a transferência da fogueira cenográfica para próximo da pirâmide, liberando espaço no centro da cidade cenográfica e mudando o cenário desse ambiente.”, concluiu Fábio. “As estruturas utilizadas possibilitam maior produtividade, o que acarreta menor tempo de execução e maior controle no processo de montagem. Outro ponto diz respeito aos encaixes dos módulos que são mais precisos e, portanto, diminui, consideravelmente, as possibilidades de ruptura nas emendas. Nesse ponto, há um aumento considerável na segurança: tanto durante a montagem quanto para os usuários nos dias da festa.”, encerrou Eduardo em concordância com os equipamentos técnicos utilizados no local. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Na tarde da última sexta-feira (02), aconteceu, pela segunda vez, a reunião do Fórum Estadual de Aprendizagem Profissional da Paraíba (FEAP-PB), na Unifacisa. O principal objetivo do encontro é realizar ações coordenadas que fomentem o empenho das entidades formadoras e que trabalham harmonicamente para alcançar um objetivo maior: a inclusão do jovem no mercado de trabalho por meio de um contrato formalizado, que é o de aprendizagem. “Isso é muito importante para tirar o jovem da ociosidade, para que possamos dar a eles a oportunidade de ter contato com o mundo do trabalho.”, afirmou Karina Dias, coordenadora do Laboratório de Inovação e Carreira (Inovalab) da Unifacisa.

O encontro reuniu empresas, como o CIEE, IEL e SENAC, para debater a temática da aprendizagem. A maioria dessas reuniões acontecem mensalmente na capital paraibana pelo fato das empresas certificadoras serem localizadas em João Pessoa. Entretanto, o grupo tem buscado ampliar esses momentos para além da capital, realizando, inclusive, ações no sertão do estado. Com o intuito de fazer os membros conhecerem a cidade do Maior São João do Mundo, esta última edição aconteceu em Campina Grande  e se dividiu em dois grandes momentos principais: 1) Reunião entre a Procuradora do Trabalho, Edilene Felizardo, e a Presidente do FEAP-PB, Joana D’arc de Sousa; 2) Momento de apresentação do Desafio Unifacisa, com a participação de Fernanda Mattos, consultora pedagógica da instituição.

A reunião começou com a declamação do cordelista Alfrânio Brito e, seguida, foi iniciado o primeiro momento do encontro. A Procuradora do Trabalho falou sobre a atuação do Ministério Público do Trabalho na temática de aprendizagem profissional e destacou o cumprimento da Lei 10.097, de 19 de dezembro de 2000, que coloca a contratação de jovens aprendizes como uma obrigação legal. Segundo ela: “temos oito procuradores trabalhando nessa temática de aprendizagem e tivemos grandes avanços. Estamos ajuizando ações civis públicas para que empresas contratem jovens aprendizes, porque isso é uma obrigação legal de contratação de até cinco por cento.”, destacou Edilene. 

Já a Presidente do FEAP-PB comentou sobre o impacto social do debate: “essas reuniões são importantes e devem permanecer acontecendo não só na capital paraibana. Tudo isso é para que sejam facilitadas as contratações de jovens aprendizes e com isso seja gerada profissionalização da nossa juventude e, também, aconteça a movimentação da economia local.”, relatou Joana. 

Aproveitando a temática sobre profissionalização jovem, a consultora pedagógica da Unifacisa usou o momento para destacar a importância do “Desafio Unifacisa” e como esse programa atua com os estudantes da instituição. Segundo ela, “é através dessa ação que trazemos a aplicabilidade dos conhecimentos que os estudantes vêm construindo ao longo do processo de aprendizagem para resolver desafios reais da sociedade. É quando unimos o ensino à pesquisa e à extensão. Devolvemos para sociedade e construímos conhecimento ao lado dos nossos estudantes.”, frisou Fernanda.

O encontro encerrou no final da tarde com um momento de networking. A próxima reunião do FEAP-PB acontecerá dia 10 de agosto, às 17h, em João Pessoa.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Todos os alunos da Unifacisa poderão se inscrever

O Centro Universitário Unifacisa e a Babson College anunciaram o lançamento de um projeto interdisciplinar e interinstitucional inovador, com o propósito de impulsionar o desenvolvimento econômico e social no campo da saúde. Essa parceria estratégica permitirá que equipes compostas por alunos e professores das duas instituições identifiquem e solucionem desafios reais por meio de abordagens inovadoras. 

O programa está sendo coordenado pela equipe de Pesquisa e Extensão Universitária da Unifacisa e pelo Global Health Innovation Lab da Babson College, que também tem como finalidade combinar o ecossistema da Unifacisa, junto da tecnologia exuberante e o espírito humano do HELP, e a gestão inovadora da Babson College, enquanto referência mundial em empreendedorismo há mais de 30 anos.

Para os alunos interessados, as inscrições para participar do projeto vão até o dia 16 de junho. E, entre os meses de agosto a dezembro de 2023, será realizada uma integração entre os alunos das duas instituições, o desenvolvimento dos projetos, bem como a apresentação final dos resultados.

Segundo Sofia Caffer, aluna de Administração da Babson, “o curso de extensão visa integrar negócios e inovação, através da experiência da Babson College, já que a instituição é mundialmente conhecida como a número um em empreendedorismo, junto a expertise da Unifacisa na área da saúde. Assim, os alunos das duas instituições serão pareados em grupos, com o intuito de trabalhar os projetos submetidos e escolhidos pela banca avaliadora, em prol de soluções inovadoras na área da saúde”.

Já a Fernanda Mafra, participante do comitê do HELP - Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa, frisou “estaremos com alunos de diversas nacionalidades, diversas culturas, com o intuito de ajudar a população de Campina Grande/PB. Alunos de todos os cursos de graduação da Unifacisa poderão participar do projeto. Da Babson teremos alunos de diversas nacionalidades e que já estão fazendo pós-graduação, estamos ansiosos por essa integração e pelos resultados. Será uma parceria de experiência única”.

Confira o edital clicando aqui

Inscreva-se

Requisitos para participar do projeto

Estar regularmente matriculado em um dos cursos de graduação da UNIFACISA, a partir do 2º período;

Possuir proficiência em língua inglesa ou nível avançado;

Ter CRA (Coeficiente de Rendimento Acadêmico) maior ou igual a 7,0;

Ter disponibilidade para participar de atividades extracurriculares por, no mínimo, 3 horas semanais, entre agosto e dezembro de 2023;

Ter disponibilidade para participar de encontros presenciais e síncronos, conforme o calendário preliminar indicado no anexo 01 do edital;

Estar disposto a desempenhar atividades interdisciplinares em grupo.

Após o período de inscrição, será divulgada uma lista no portal da Unifacisa com os nomes dos alunos selecionados.

Confira o cronograma do Desafio Unifacisa-Babson

Inscrições: 31/05 a 16/06;

Divulgação dos selecionados: 26/06/2023;

Desenvolvimento dos Projetos: 03/08/2023 a 07/12/2023.

Essa iniciativa conjunta entre a Unifacisa e a Babson College promete abrir portas para a inovação em saúde, fornecendo uma plataforma única para estudantes explorarem soluções inovadoras e impulsionarem o desenvolvimento da área. 

Coordenador do curso da Unifacisa relatou sobre destaques da área, oportunidades e mercado de trabalho

Toda atuação profissional tem a sua missão. De um modo geral, pode-se dizer que o maior compromisso da odontologia é - literalmente - levar ou devolver o sorriso para as pessoas. Independente da área de atuação, seja ela estética ou clínica, e independente de onde seja executado o tratamento, o profissional que atua enquanto cirurgião dentista sempre faz com que seus pacientes reproduzam sorrisos. A área, segundo o coordenador do curso de odontologia da Unifacisa, Érick Tássio Barbosa Neves, “é extremamente versátil, com possibilidade de trabalho na área clínica, docente, carreira militar e em diversos órgãos estatais, na pesquisa e no campo legal emitindo laudos e realizando perícias.”, elucidou. 

Sendo esta uma profissão com muitas possibilidades de atuação, o professor explicou que a área clínica é a que absorve a maioria dos profissionais em odontologia. Segundo ele, “esses cirurgiões-dentistas dividem-se ainda entre o setor público e privado clínicos. Uma vez que o setor público conta com restrições financeiras e dificuldades de financiamento, quase sempre a atividade odontológica é dupla e passeia entre o público e privado.”, disse. Érick também relatou os destaques atuais para o ramo: “no momento, as especialidades que estão em maior destaque são a harmonização orofacial e a dentística estética. Por outro lado, especialidades tradicionais como a ortodontia, a endodontia e a implantodontia estão sempre em evidência no mercado.”, pontuou.

Para exercer qualquer uma das especialidades citadas pelo professor, é necessário, obrigatoriamente, manter-se atualizado. “Na odontologia, dada a velocidade de novos materiais, técnicas e informações, a necessidade de atualização é potencializada. Assim, o exercício da leitura diária é crucial, sempre estando atento aos jornais e revistas científicas da sua área de interesse e as tendências do mercado.”, esclareceu o coordenador. Nada obstante, para ele, “outra dica é acompanhar nas redes sociais grandes nomes da sua área de atuação. Boas dicas podem sair desse meio, contanto que o profissional ou estudante consiga selecionar o que é adequado ou não. É fundamental a realização de cursos de pós-graduação, além dos cursos durante a graduação. E, vale lembrar que, nunca paramos de estudar. Nesse fato reside a beleza e a dinamicidade da odontologia.”, frisou.

Além de buscar atualizações a fim de conquistar boas oportunidades, outro fator decisivo na profissionalização de um bom cirurgião-dentista é a sua formação. Assim, o professor Érick destaca a formação em odontologia oferecida pela Unifacisa a partir da sua “estrutura laboratorial, clínica e hospitalar que favorecem uma experiência completa ao discente. Além disso, temos professores mestres e doutores com ampla experiência clínica e em sala de aula. Estamos sempre aperfeiçoando nossas práticas didáticas e de ensino, primando pelo ensino baseado em competências e pelo preparo do aluno para o mercado de trabalho.”, destacou. 

O coordenador, ainda, fez ressalvas a respeito da metodologia utilizada na instituição: “a metodologia de ensino baseia-se no ensino por competências, proposto pelas diretrizes curriculares dos cursos de odontologia em sua versão mais atual. Essa proposta visa o enfoque no fazer odontológico, Assim, nosso aluno é parte ativa do processo de ensino e aprende o fazer odontológico praticando desde o início do curso. Nossa proposta de ensino tem como base e pilar desenvolver no estudante a autonomia para uma prática crítica, consciente e responsável da profissão.”, enfatizou.

O coordenador do curso também reforçou que “um dos pontos mais fortes do curso é a oportunidade de realizar práticas no maior hospital do Norte e Nordeste, o HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa). “O HELP favorece aos nossos alunos um campo fértil para práticas e pesquisa na área da odontologia hospitalar. Hoje contamos com ambulatórios odontológicos que tratam e diagnosticam dores orofaciais de difícil manejo e está em planejamento o serviço de fotobiomodulação odontológica que contemplará diversos pacientes, incluindo aqueles que fazem tratamento odontológico e apresentam lesões bucais como as mucosites.”, realçou Érick. E, ainda: “ter um hospital próprio é um privilégio que nosso aluno terá a oportunidade de usufruir, convivendo com professores e equipes multidisciplinares e desenvolvendo práticas de trabalho para o mundo real.”, encerrou o coordenador.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Atuando em Campina Grande há quase 25 anos e sendo reconhecida por sua excelência em educação, o Centro Universitário Unifacisa tem como pilar a profissionalização integral por meio de uma formação centrada na perspectiva técnica, humana e social.  

A Unifacisa acompanha, diariamente, as transformações de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, complexo e dinâmico. Tendo em vista essa realidade, inovou mais uma vez, através da extensão e pesquisa universitária, com a criação do “Desafios Unifacisa”. 

O intuito dessa iniciativa é trazer para os currículos das graduações um programa que integre o ensino às demandas reais e estabeleça uma ligação concreta entre o conhecimento acadêmico e a sociedade. Como objetivo principal, o programa oportuniza a interação transformadora entre o aluno de ensino superior e os outros setores da sociedade por meio da organização da pesquisa, constituindo-se em processos interdisciplinares, políticos educacionais, culturais, científicos e tecnológicos.

Dessa maneira, a ação é uma jornada de aprendizagem que conecta talentos universitários à empresas, instituições, fundações e/ou conglomerados públicos e privados, promovendo um processo de cocriação para soluções de problemas que podem ajudar essas organizações em importantes desafios. 

Como realizar a inscrição no Desafio Unifacisa?

As inscrições para participar do programa estão abertas e o edital já está disponível.  A participação é direcionada para organizações públicas e privadas e/ou a sociedade em geral da cidade de Campina Grande/PB e região. Para participar do processo seletivo, as instituições devem ler o edital.

 

Requisitos para inscrição:

  1. Instituição pública ou privada; 
  2. Ser do município de Campina Grande/PB e região; 
  3. Apresentar um problema real dentro do contexto das categorias (anexo 1 do edital); 
  4. Ter disponibilidade de tempo para encontros e reuniões (presenciais e/ou online).

 

Para o cadastro da demanda é necessário preencher o formulário digital do “Programa de captação para o banco de demandas dos Projetos Integradores de Extensão” através do endereço. O Resultado do processo seletivo de projetos será comunicado aos responsáveis pela submissão, através dos contatos indicados, logo após a definição das equipes de trabalho. 

Veja o cronograma:

Inscrição no programa e submissão de desafios: até 25/06/2023;

Análise e validação dos desafios: 25/06/23 a 07/07/2023;

Distribuição das equipes: 06 a 10/08/2023;

Apresentação de abertura do programa: 06 a 10/08/2023;

Comunicação dos projetos selecionados: 14 a 18/08/2023;

Desenvolvimento dos Projetos: 06/08/2023 a 22/12/2023;

O incentivo à pesquisa científica é essencial para a formação intelectual de qualquer graduando. É através desse estímulo que a Unifacisa cumpre um dos seus compromissos primordiais: formar profissionais que contribuam ativamente com a sociedade. André de Almeida Agra Omena é graduando e já iniciou sua contribuição com a sociedade de maneira profissional e com bastante maestria. 

Acadêmico do curso de odontologia da instituição, André, recentemente, publicou um artigo científico na revista científica multidisciplinar Recima21. O periódico tem como objetivo promover e disseminar os estudos nas áreas de ensino e pesquisa em Ciências Exatas e da Terra, Sociais, da Saúde, Humanas e Engenharia/Tecnologia. No caso do graduando da Unifacisa, sua contribuição foi voltada para a seção de saúde e tem como objetivo identificar quais as alterações fisiopatológicas presentes em pacientes que são usuários de tabaco frente ao desenvolvimento periodontal.

Para realizar a produção de um artigo científico, é necessário executar um levantamento bibliográfico que irá embasar a pesquisa. Dessa maneira, André explicou como se deu a execução do seu trabalho. “Selecionamos 14 artigos para compor o estudo. Após análise, observamos que as pesquisas comprovaram que a doença periodontal tem relação com o tabagismo, como, por exemplo, o fato do tabagismo impactar de forma significativa no nível de 8-OHdG no sangue gengival e na capacidade antioxidante total no sangue venoso. Além disso, a recessão gengival, perda de inserção, perda dentária e mobilidade dentária foram as alterações clínicas mais identificadas nos pacientes tabagistas.”, externou. 

O estudante relatou como a Unifacisa e o corpo docente da graduação em odontologia contribuíram com essa conquista. Segundo ele: “diariamente são proporcionados meios de estudo através da infraestrutura de qualidade da Unifacisa, onde, por meio da inovação e tecnologia consigo viver e praticar tudo o que aprendo de inovador, além dos eventos, estágios e atividades práticas que tenho acesso. Os professores me incentivam bastante e me orientam em produções científicas para ajudar no meu crescimento intelectual e profissional.”, elucidou. 

Assim, a partir de todo suporte oferecido academicamente, André afirmou que pretende “continuar produzindo artigos e outros projetos, para aprimorar minhas habilidades e competências em metodologia científica. Ao concluir a graduação, irei em busca do mestrado e doutorado, pois almejo seguir a carreira de pesquisador e docente.”, afirmou. Seguindo dessa maneira, o graduando seguirá os mesmos caminhos de muitos egressos de sucesso da Unifacisa que, rotineiramente, prestam serviços de excelência em suas atuações profissionais. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Conceito de Curso (CC), após avaliação in loco por comissão formada pelo INEP.

Na manhã desta terça-feira (30), a reitora da Unifacisa, Gisele Gadelha, anunciou que o curso de farmácia da instituição manteve a nota máxima de cinco estrelas na avaliação realizada pelo MEC (Ministério da Educação), realizada nos últimos dias 22, 23 e 24/06. No momento, estiveram presentes alunos e docentes do curso avaliado e demais representantes da comunidade acadêmica. Em maio de 2019 aconteceu a última avaliação realizada pelo MEC no curso e, na época, também foi obtida a nota máxima. Agora, quatro anos depois, a graduação em farmácia da Unifacisa voltou a ser avaliada e permaneceu com o seu mérito máximo. 

Implementado no ano de 2016, o bacharelado em farmácia da instituição é ajustado à Resolução CNE/CES 6, de 19 de outubro de 2017, que institui as diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em farmácia. A formação proporciona aos estudantes experiências com atividades em laboratório como: exames hematológicos e citológicos; preparação de fórmulas de medicamentos e cosméticos, e análises toxicológicas. Durante todo o curso os estudantes têm contato com disciplinas que abordam conceitos gerais da biologia, ciências da saúde e química, além de matérias específicas das ciências farmacêuticas.

Dessa maneira, o curso ofertado pela Unifacisa presa, em sua estrutura curricular, o cuidado com a saúde e, ao longo de dez semestres, os graduandos têm a oportunidade de praticarem em seis estágios supervisionados, sendo três deles em atendimento à comunidade, atendendo aos três eixos estruturantes do próprio curso: cuidados com a saúde; inovação e tecnologia em saúde; e gestão em saúde.

Com todas essas competências avaliadas e aprovadas pela banca examinadora do MEC, o resultado foi excelente. Para Erivelton Alves, aluno do 9° período do curso, a nota atribuída pela avaliação traz consigo um momento histórico para o curso. Segundo ele, “pra mim é um motivo de grande alegria participar dessa comemoração. É gratificante fazer parte da história do curso, e mais, vivenciar diariamente e poder reforçar que somos excelentes e chancelados com a nota máxima.”, expressou. 

A coordenadora do curso, professora Marisa Agra, celebrou a conquista afirmando que este é um feito único: “a graduação em farmácia da Unifacisa é a única com conceito cinco pelo MEC em toda a região. É uma felicidade muito grande, é uma renovação, é um reconhecimento por todo o nosso esforço.”, exclamou. Já a reitora da instituição, Gisele Gadelha, afirmou que “este é um momento ímpar para o nosso curso. Essa avaliação reflete todo o nosso compromisso em formar bons profissionais para a sociedade e é maravilhoso sermos tão bem avaliados por algo que nos doamos de coração.”, afirmou.

Por André Bojim - Assessor de Imprensa Unifacisa

Na última sexta-feira (26), na Arena Unifacisa, das 8h às 19h, aconteceu a 1° edição do projeto de extensão “Hackathon - Desafios Unifacisa”, em parceria com o SEBRAE Paraíba. Na ocasião estiveram mais de 800 estudantes de 13 cursos de graduação da instituição, divididos em, aproximadamente, 120 grupos. 

O “Hackathon” já é uma maratona tecnológica conhecida em vários países. Buscando ampliar os horizontes dessa ação, a Unifacisa, por meio do seu programa de extensão universitária, criou seu próprio evento intitulado de “Desafio Unifacisa”. Nesta proposta, a maratona tornou-se mais multidisciplinar por envolver e agregar vários cursos da instituição no desenvolvimento de projetos sociais. O coordenador de pesquisa e extensão da Unifacisa, Marcelo Lara, explicou que “o nosso Hackathon é um evento de inovação. Nossos alunos passaram o dia inteiro na busca de soluções de demandas trazidas pelos nossos parceiros. Aqui a gente prova que é possível inovar em qualquer área.”, comentou. 

Para a diretora de estratégia e inovação da Unifacisa, Carol Gadelha, os debates ocorridos entre os grupos são o segredo da inovação. Segundo ela, “através de uma proposta como essa, a Unifacisa cumpre o seu papel social, através do campo de conhecimento, em torno de projetos que resolvam demandas e problemas sociais. Essa execução fica por conta de grupos de diversos cursos nossos que promovem a inovação por meio da multidisciplinaridade.", destacou. 

Foi partindo desses princípios que durante todo um dia os alunos puderam aprofundar as competências dos seus projetos para, ao final, apresentar cada uma de suas propostas para a banca avaliadora composta por: Francisco Arnoud, superintendente Sicoob; Mônica Tejo, diretora do INSA; Michelle Assis, assessora técnica do ITCG; Laryssa Almeida, secretária de inovação e desenvolvimento econômico da prefeitura de Campina Grande; e Carol Gadelha, diretora de estratégia e inovação da Unifacisa. Dos 120 grupos, 8 foram selecionados para a avaliação final que classificou o projeto do curso de psicologia em 1° lugar e os projetos dos cursos de sistemas de informação e nutrição em 2° e 3° lugar, respectivamente.

Entretanto, após uma tarde repleta de aprendizado, é possível acreditar que todos os grupos ganharam. “Conseguimos aprender mais sobre inovação e isso nos motivou a buscar mais sobre o nossos temas, produzir mais. Acredito que todos saímos ganhando e com o desejo de correr atrás de completar ainda mais nossos projetos e quem sabe até implementá-los. Essa experiência também serviu para enriquecer nossos currículos e,  sem sombra de dúvidas, serviu para vermos que nós podemos ajudar a sociedade dentro e fora das nossas áreas. Tudo foi simplesmente incrível.”, afirmou Maria Clara Graciliano Souto, do grupo 12 de enfermagem. 

Dado o sucesso do evento, por meio de alunos e mentores, a Unifacisa promoverá mais uma edição do Hackathon muito em breve, já que iniciativas assim formam um dos principais objetivos da instituição: a preparação de profissionais de sucesso para o mercado de trabalho. Assim, para a conclusão da execução dos projetos iniciados nesta edição, espera-se que “continuemos promovendo possibilidades de transformação social para as fundações, empresas e organizações de Campina Grande.”, encerrou Carol Gadelha. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

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