O encontro é uma iniciativa dos cursos de Psicologia, Nutrição, Educação Física e Enfermagem da instituição. As inscrições são gratuitas.

Segundo pesquisas do Center of Diseases Control and Prevention (CDC), órgão de saúde do governo norte-americano, o Transtorno do Espectro Autista (TEA), como é conhecido atualmente, tem tido aumentos expressivos de casos com múltiplas maneiras de manifestação e graus que instigam o pensamento sobre a incidência desse fenômeno. Diante desse aumento, apesar dos avanços e atualizações em pesquisas científicas, constata-se que o autismo segue com denominação enigmática no que diz respeito ao diagnóstico e tratamento, o que justifica a relevância dos mais diversos meios de discussão e investigação sobre esse tema, já que ainda não há um exame específico que o detecte. 

A Unifacisa, por meio dos seus cursos de graduação de Psicologia, Nutrição, Educação Física e Enfermagem, irá trazer à consciência da comunidade acadêmica esse conteúdo com o intuito de formar profissionais que estejam em sintonia com as emergências clínicas e sociais da atualidade. A partir disso, o TEA estabelece um espaço fértil para a realização de pesquisas em inúmeras áreas, sobretudo na psiquiatria, psicologia, psicanálise, educação física, enfermagem e nutrição. Cada um desses campos apresentam descobertas, diagnósticos e tratamentos do autismo. Entretanto, ainda, não existe consenso com relação a esses pontos e tampouco entendimentos ou estratégias concluídos sobre essa temática. 

Nessa perspectiva, os cursos apresentarão o II Simpósio Autismo e Cidadania como um espaço de partilha e construção de saberes sobre teorias e experiências com o TEA, a fim de contribuir com os avanços que vêm sendo promovidos junto ao tema. O encontro é aberto ao público e acontecerá gratuitamente nas tardes dos dias 27 e 28 deste mês. 

O coordenador do curso de psicologia, Adriano Barros, explicou como se deu a iniciativa do evento: “a primeira edição desse evento foi fechada para o curso de psicologia, mas vimos a necessidade de trazer outras áreas para agregar na discussão, pensando principalmente que o tratamento e acompanhamento já ocorrem desse modo. Além disso, unir esses profissionais faz com que a discussão ajude os participantes a analisarem o TEA sob pontos de vista diversos.”, elucidou. 

O docente, comentou sobre a importância de um encontro como esse: “o evento aberto ao público considera que a universidade precisa ampliar sua discussão para a sociedade, complementando com uma ação social que extrapola a discussão acadêmica oferecendo intervenções às mães de autistas e suas crianças.”, frisou. 

Confira a programação completa: 

27/04

TARDE

14h Ação Social no Centro de atendimento ao Autista

28/04

TARDE

14h às 16h - Mesa redonda: Saúde mental e autismo: discussões interdisciplinares

16h às 18h -  Mesa redonda: Centros e institutos de acompanhamento ao autista

Inscreva-se aqui.

O Centro Universitário Unifacisa vem acompanhando, com preocupação, a circulação de ameaças de ataques às instituições de ensino em todo o país, disseminadas de forma anônima principalmente nas mídias sociais.

Gostaríamos de deixar claro que não há confirmação efetiva, neste momento, de qualquer evento que possa afetar a integridade da nossa instituição, no entanto, por cautela, informamos às Polícias Militar e Civil do Estado da Paraíba dos fatos e seguimos com rigor nos protocolos de segurança, limitando as visitas ao campus, reforçando a vigilância nas imediações e dentro das instalações, a fim de garantir a proteção de nossos alunos, docentes e colaboradores.

Esclarecemos que toda e qualquer denúncia será apurada e levada ao conhecimento da Polícia para investigação. Por fim, reforçamos a importância da união de todos para combatermos a disseminação de informações falsas e o ódio, e mantermos nossas instituições seguras e protegidas.

A Reitoria

No último dia 30 de março, o Dr. Luiz Severo Bem Junior, neurocirurgião do Hospital HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa) e professor da disciplina de neurologia Unifacisa, tomou posse entre os membros do Programa Jovens Lideranças Médicas (JLM) da Academia Nacional de Medicina (ANM).

Este programa tem o objetivo de fomentar um ambiente favorável à criação e implantação de ideias transformadoras para a medicina brasileira. Considera-se que os jovens líderes médicos sejam indivíduos independentes e criadores de novas ideias em seus campos de atuação. Estes indivíduos, com o suporte da ANM, se tornam norteadores de novos caminhos para a medicina nacional, de uma forma inspiradora, estimulante e dinâmica.

O docente da Unifacisa foi escolhido em uma seleção de ampla concorrência no país, havendo destaque para a análise das atividades científicas realizadas pelo docente em conjunto com acadêmicos de medicina Unifacisa e colaboradores de outras instituições, alcançando publicações em revistas nacionais e internacionais, capítulos de livros e editoriais com um trabalho permanente junto ao grupo Acadêmico Neuroensina.

Com esse destaque nacional, o professor Luiz Severo reforça o compromisso contínuo com a produção de conhecimento e desenvolvimento da educação médica da instituição: “a posse junto ao Programa JLM Da ANM permite estar mais próximo das discussões a nível nacional de temas relevantes como educação médica de qualidade, educação da comunidade e desenvolvimento científico.”, frisou. Ele ainda explicou como serão suas atividades a partir de agora: “terei funções como organização de eventos científicos, desenhar parcerias, testar estratégias para a comunidade acadêmica e representações internacionais nos eventos. Uma porta para networking e expressividade nacional minha e da Unifacisa.”, citou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A Unifacisa está com inscrições abertas para o processo seletivo do curso de medicina, referente ao semestre 2023.2. As formas de ingresso para as vagas são através do vestibular, com a nota do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) ou por meio do FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior). 

Os candidatos que optarem pelo ingresso com a nota do ENEM, as inscrições podem ser feitas até o dia 01 de junho. Do dia 10 abril ao dia 12 maio, estarão abertas as inscrições para os interessados que optarem pelo ingresso através do vestibular. A aplicação das provas acontecerá no dia 28 de maio (domingo), das 13h às 18h, em Campina Grande/PB e João Pessoa/PB. 

O site Unifacisa será o único canal para a realização das inscrições dos candidatos que optarem pelo vestibular ou por ingresso com a nota do ENEM. 

Os estudantes que farão o vestibular deverão realizar o preenchimento do formulário de inscrição e selecionar em qual município deseja realizar a prova, em Campina Grande/PB ou João Pessoa/PB. Após, será necessário imprimir o boleto bancário e realizar o pagamento até a data de vencimento que está gravada no documento.

Os candidatos que necessitarem de atendimentos especiais deverão enviar uma solicitação para cepros@unifacisa.edu.br, em até 48h antes da realização do exame. É obrigatório incluir todas as comprovações médicas e legais da condição do candidato para que a comissão do processo seletivo possa analisar. 

Todos os conteúdos referentes à prova do vestibular serão divulgados no manual do candidato. Já a divulgação dos gabaritos está prevista para 02 (duas) horas após o encerramento do exame. A data do resultado do concurso estará contida no Manual do Candidato.

Confira todas as informações acessando o edital.

VESTIBULAR TRADICIONAL

Inscrições: 10 de abril a 12 de maio de 2023

Provas: 28 de maio, das 13h às 18h

INGRESSO NOTA DO ENEM

Inscrições: 10 de abril a 01 de junho de 2023 (inscrições até as 18h do dia 01 de junho)
Não há provas.

Todas as profissões atualizam-se dia após dia. Do ponto de vista técnico, é observado a inserção cada vez mais de equipamentos tecnológicos em todos os espaços. Entretanto, profissões como a enfermagem provam que as modernizações não se detém apenas a parte técnica, mas, essencialmente sobre a relação construída entre enfermeiro e paciente com ênfase na prevenção, tratamento e assistência de pessoas de idades e condições diversas. 

Partindo dessa premissa, Florence Nightingale, fundadora da enfermagem moderna, que serviu durante a Guerra da Crimeia, afirmava que a enfermagem exige um preparo tão rigoroso que pode ser considerada como uma das mais belas artes. Tal ideia busca exprimir que essa atuação vai para além da assistência do indivíduo como um todo e vai de encontro, também, com as necessidades físicas, emocionais, intelectuais, sociais e espirituais. Assim, juntamente com a equipe multidisciplinar de enfermeiros, é possível tomar decisões e formular uma visão individualizada do ser humano através de autoconfiança e sentido de responsabilidade; compreensão, tato e paciência; capacidade de deliberação e decisão; capacidade de organização; capacidade de controle da situação e consciência das suas limitações.

A partir destas ideias, de acordo com o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), as linhas de atuação agrupam-se em três grandes áreas: 1) Saúde coletiva, saúde da criança e do adolescente, saúde do adulto, saúde do idoso e urgência e emergência; 2) Gestão; 3) Ensino e pesquisa. Nessas três dimensões abrangendo mais de 40 especialidades. Ainda, segundo o COFEN, existem ótimas oportunidades na rede hospitalar, estratégia saúde da família, clínicas especializadas, serviços de atenção domiciliar, serviços de atendimento pré-hospitalar, cargos de gestão, ensino e empreendedorismo. Para o professor do curso de enfermagem e coordenador da pós-graduação em “Enfermagem em Urgência, Emergência e UTI”, da Unifacisa, Josivan Soares Alves Júnior, “o progresso tecnológico e o cenário clínico/epidemiológico no processo saúde e doença, configuram uma maior necessidade de profissionais de enfermagem no país.”, ressaltou. 

Diante dessas e tantas outras possibilidades evidenciadas, também, pela constante modernização da área, torna-se essencial a busca pela atualização profissional. Para Josivan, “se manter atualizado é de extrema importância, dentro das habilidades, competências e atitudes em saúde, para atingir com excelência o atendimento ao paciente, todos os objetivos estabelecidos e restabelecendo a saúde do indivíduo como um todo.”, explicou. O enfermeiro ainda pontuou formas de buscar essa atualização: “através de cursos, eventos científicos, publicação de artigos, networking, inserção e habilitação em aplicativos, tecnologia, dentre outras.”, citou. 

Em contrapartida a fala de Josivan, a coordenadora do curso de enfermagem da Unifacisa, professora Renata, frisa que mais importante do que buscar atualizações profissionais é ter uma base sólida de conhecimento que seja adquirido através de uma boa graduação em enfermagem. “O curso de enfermagem da Unifacisa busca através de uma metodologia inovadora, aplicar atividades teórico-práticas, utilizando a aprendizagem baseada em competências e projetos, tornando o aluno protagonista de sua aprendizagem. Desde o primeiro semestre, o aluno vivencia situações do dia a dia profissional. Dessa maneira, a Unifacisa busca garantir uma boa formação, preparando o aluno para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições do exercício profissional em enfermagem.”, destacou. 

Como prova da excelência das atividades práticas desenvolvidas pela instituição, Josivan, ainda, aproveitou para dar ênfase às oportunidades que os alunos terão com as aulas no Hospital HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa). Ele afirmou que: “o HELP,  o hospital que já nasce no futuro, sem dúvidas, será uma oportunidade única para nossos alunos colocarem em ação todos os conceitos, abordagens e práticas ministradas por nosso renomado corpo docente e ensinado em sala de aula, fazendo a diferença na vida de cada paciente com um atendimento digno, respeitoso e acima de tudo humano.”, encerrou. 

Todo o corpo docente do curso de enfermagem da Unifacisa tem acesso às modernizações e especificidades do mercado de trabalho para a área de enfermagem. A Unifacisa investe diariamente em práticas e metodologia que tragam aos alunos e egressos destaque e sucesso. Isso se comprova com a boa quantidade de profissionais formados na instituição que, hoje em dia, iniciam residência ou mestrado, e estão no mercado de trabalho do próprio ecossistema como profissionais de destaque. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A prova da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), é um exame feito por ingressantes no mercado e é uma fase muito importante na formação de profissionais da Aviação Civil. Assim como na área do Direito e da Advocacia, que tem a prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), na aviação ela é aplicada para que o aluno tenha um certificado válido para exercer a profissão.

A banca da ANAC divide a prova em 5 partes: 1) Conhecimentos técnicos; 2) Regulamentos de tráfego aéreo; 3) Teoria de voo; 4) Navegação aérea; e 5) Meteorologia. As sessões são compostas por 20 questões cada e o candidato precisa obter um total de 70% de acerto em toda a prova, totalizando, pelo menos, 14 questões em cada bloco. 

Na Unifacisa, o aluno é instruído com um ensino de qualidade para que na prova os alunos tenham um bom índice de aprovação. Júlio Maia Paulino é aluno graduando do 3° período do curso de ciências aeronáuticas da Unifacisa e obteve aprovação no exame da ANAC 2023 com 94% de acertos. Ele explicou como a Unifacisa esteve presente na conquista desse título: “a Unifacisa tem sido muito importante para a minha formação profissional, contribuindo com um ensino teórico e prático de qualidade, por meio dos professores e das inúmeras aulas práticas com o simulador de voo.”, disse. 

Além do título adquirido com a recente aprovação, Júlio também já concluiu o curso Preparatório de Piloto Privado e Simulador de Voo, pelo Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo – SP. O jovem piloto explicou, quais são seus anseios futuros: “quero concluir meu curso de graduação na Unifacisa e ser piloto de aviação comercial em uma companhia aérea.”, concluiu. 

Já o coordenador do curso de ciências aeronáuticas da Unifacisa frisou: “estamos muito felizes com a aprovação do Júlio na prova, ele está no 3° período e seu desempenho foi extremamente positivo. Ter um aproveitamento de 94% na prova, significa que o aproveitamento foi extraordinário e outros alunos também participaram da prova e obtiveram um aproveitamento alto. A ESAC (Escola Superior de Aviação da Unifacisa) é conceito 5 no MEC e isso só reforça o nosso compromisso com a qualidade do ensino e também na formação de profissionais para o mercado de trabalho.”, disse. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O Centro Universitário Unifacisa realizará no dia 06 de maio, de 14h às 18h, o Teste de Progresso para alunos do P1 ao P12 de medicina

Está programado para maio o Teste de Progresso 2023, para avaliar o desempenho dos alunos do curso. O teste é um exame que tem por objetivo aferir o desempenho dos estudantes em relação ao ensino-aprendizagem ao longo da jornada acadêmica. No conteúdo do exame, constam questões de múltipla escolha com temas de várias disciplinas. O teste também trará casos clínicos práticos, que levam o estudante a refletir sobre como solucionar os problemas de acordo com os conhecimentos adquiridos.

Na prova constará 100 questões de múltipla escolha, envolvendo todas as grandes áreas da medicina, como acontece nas provas de residência médica. 

O coordenador do curso, professor Antônio Henriques de França Neto, explicou que “o TP é uma estratégia de avaliação institucional e individual consistente, colocada à disposição da comunidade acadêmica num momento em que a necessidade de avaliação se torna cada vez mais relevante, principalmente devido a iminente mudança na estratégia educacional do curso, com o currículo baseado em competências. A coordenação do curso, com esta e outras iniciativas, pretende contribuir com o aprimoramento da formação dos estudantes de medicina da Unifacisa, das novas matrizes que visam oferecer uma forma consistente e cientificamente aceita como adequada para este fim.”, elucidou. 

No dia 11 de abril (terça-feira), às 7h30, no Teatro Facisa, acontecerá um bate-papo com os coordenadores e professores do curso de medicina da instituição para tirar todas as dúvidas relacionadas à aplicação do exame. E, no dia 06 de maio (sábado), das 14h às 18h, será aplicado o Teste de Progresso (TP). 

Coordenador do curso de sistemas de informação da Unifacisa relata sobre as áreas de atuação e a metodologia desta modalidade.

O mundo passa por transformações e atualizações tecnológicas desde as primeiras revoluções industriais, ocorridas na Inglaterra, que reestruturaram as rotinas produtivas de trabalho. À medida que os anos se passaram, o capitalismo pós-industrial se mantém cada vez mais presente na sociedade e faz com que a população acompanhe suas incessantes mudanças. Esse fenômeno é notado no dia a dia, no qual muitas atividades, que antes eram executadas manualmente, agora podem ser realizadas na palma da mão. Com esse avanço acelerado da tecnologia, também surgem novas carências no mercado e, consequentemente, novas profissões. 

Estas novas necessidades e espaços que surgem no mundo do trabalho abrem portas para as chamadas “profissões do futuro”. Nessa esfera em crescimento, existe uma necessidade grande de mão de obra, com muitas vagas em aberto e remunerações excelentes para os profissionais que souberem agarrar as oportunidades. Dentre os muitos ofícios que surgem ao longo das atualizações tecnológicas, está o curso de graduação em sistemas de informação que, sem sombra de dúvidas, é uma formação que garante um espaço no mercado de trabalho. 

Segundo o coordenador e professor da graduação em sistemas de informação da Unifacisa, Fabrício da Costa Dias, esta é uma área que combina elementos de tecnologia da informação, gestão de negócios e ciência da computação para projetar, implementar e gerenciar sistemas de informação eficazes para organizações e empresas. Os sistemas de informação incluem hardware, software, banco de dados, redes de computadores, inteligência artificial e outras tecnologias que coletam, processam, armazenam e distribuem informações dentro e fora de uma organização.

Para o professor, existem 3 características do profissional de sistemas de informação que se destacam. São elas: 1) Conhecimento profundo em tecnologias da informação, como hardware, software, redes de computadores e bancos de dados, a fim de projetar e implementar sistemas de informação eficazes; 2) Habilidade analítica, que se dá através capacidade de analisar dados e informações com o intuito de identificar problemas e encontrar soluções adequadas; 3) Capacidade de aprendizado contínuo, já que a área de tecnologia está em constante evolução, e o profissional de SI (Sistemas de Informação) deve estar disposto a aprender novas tecnologias e conceitos de forma contínua. 

Segundo Fabrício, a área para este profissional está aquecida e a atuação que encontra-se em evidência é a de programação de computadores. Ele explica que: “atualmente, a área está bastante aquecida e a demanda está em alta. Sem dúvidas a área de maior demanda e possibilidades de atuação é a de programação de computadores, dada a atual demanda combinada com a chegada e necessidade de sistemas onde antes não existiam. O mercado mudou, e antes o profissional que apenas programava, agora passa a adquirir novas atuações como líderes, analistas, gestores de negócios de TI (Tecnologia da Informação), profissionais de segurança de TI, banco de dados, redes de computadores e tantas outras áreas.”, ressaltou. 

O coordenador, ainda, ressaltou sobre como este profissional pode manter-se sempre inserido no mercado de trabalho. Ele explicou que "a área de informática está em constante evolução. O profissional precisa se manter atualizado para acompanhar o que está acontecendo no mercado, bem como entender o que as empresas estão buscando no momento. Assim, será possível fornecer o que as empresas estão precisando e o que gera valor para os negócios.”, frisou. Ele ainda reforçou alguns meios de como se manter atualizado através de “cursos e estudando sempre, além de trocar experiências com profissionais do mercado, participação em simpósios e congressos também é muito importante.”, explicou. 

Também foi expressado pelo coordenador o caminho trilhado por alguns egressos do curso de SI: “o curso de sistemas de informação da Unifacisa é um curso com mais de 20 anos de mercado, tendo formado, até o momento, grandes profissionais com atuação em todo o Brasil e também em outros países do mundo, como Canadá, Estados Unidos, Estônia e Portugal, o que comprova que o nosso curso não está formando o profissional apenas para uma atuação local e sim para uma atuação nacional e internacional, entregando profissionais de alto desempenho.”, exclamou. 

Não obstante, Fabrício explicou que o segredo para tamanho sucesso se dá através da metodologia utilizada pela instituição. Para ele, são as práticas que preparam os graduandos. “Formamos profissionais totalmente voltados para o mercado com o modelo de ensino-aprendizagem baseado em competências. Desde o primeiro dia de aulas, o aluno se depara com um problema real e, a partir dessa problemática, se desenvolve a construção do conhecimento, aplicando na prática os conceitos que foram tratados em sala de aula.”, abordou o professor. Embasado nestas, o coordenador, também, reforçou sobre o que incentiva os membros do curso de SI todos os dias: “os números de empregabilidade que temos do nosso curso são, extremamente, animadores e servem de incentivo para que busquemos resultados ainda melhores. Isso corrobora com a nossa política de qualidade e faz com que tenhamos disponíveis sempre os laboratórios mais atualizados, os softwares mais utilizados e o melhor corpo docente da região.”, concluiu. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1975, o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, segundo a professora e psicóloga Renata Oliveira dos Santos, tem o intuito de preservar e honrar a memória das sufragistas, das mais de 15 mil mulheres que marcharam em protesto por melhores condições de vida em Nova York, em 1909; da professora e jornalista alemã, Clara Zetkin que, em 1910, na Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, sugeriu a data para reunião, reflexão e proposição de ações em prol da dignidade das mulheres. 

As psicólogas e professoras da Unifacisa, Renata Oliveira e Letícia de Mélo Sousa, elucidaram que as ideias do que viria a ser mulher teriam surgido, ainda, no período neolítico. “A ideia do que seria uma mulher começou a surgir a partir da sedentarização dos primeiros agrupamentos humanos, no período neolítico, quando os machos começaram a se tornar homens e as fêmeas, mulheres.”, afirmou Renata; “A construção do sistema de hierarquias de gênero, o sistema patriarcal, remonta a, aproximadamente, 10 mil anos atrás, com o início do período neolítico. A construção de um sistema que retirou das mulheres o reconhecimento de sua humanidade consolidou-se nas relações estabelecidas entre sexos e gêneros, em todos os campos da existência humana.”, explicou Letícia.

As professoras, ainda, fizeram questão de deixar seus pontos de vista a respeito da importância da psicologia para apresentar espaços ocupados pelas mulheres na sociedade. “A psicologia, por uma parcela significativa da sua história, foi dominada pela produção masculina: a negação dos direitos básicos às mulheres as impediam de acessar os espaços e de serem reconhecidas pela sua produção científica e genialidade. Contudo, a psicologia se caracteriza, hoje, enquanto uma profissão buscada e realizada, principalmente, por mulheres. Essa presença feminina na profissão e ciência marca a chegada de uma nova perspectiva, que reconhece o impacto da exclusão, violência e exploração nos processos de sofrimento psicológico vivenciados pelas mulheres.”, elucidou, Letícia. “Como nós, mulheres, somos mais da metade da população mundial e, sendo a psicologia uma ciência e uma profissão comprometida com a saúde, seria, no mínimo, incoerente que esta área não se ocupasse de problematizar e apontar saídas para as desigualdades de gênero que atentam contra a dignidade, subjetividade, saúde física e mental, e, em última instância, contra a vida das mulheres.”, frisou Renata. 

Enquanto docente e psicóloga - mas, principalmente, enquanto pessoa que é identificada pelos marcadores sociais de mulher, parda, vinda de uma família penalizada pelo racismo e pela pobreza - tenho o dever ético e o compromisso humanitário de problematizar e desconstruir os preconceitos e viés com os quais muitos de nossos discentes chegam ao ensino superior. Pois, o senso comum, alimentado por milênios de assimétricas relações de poder e tantas outras crenças prejudiciais aos indivíduos e coletividades, pode fazer com que o conhecimento adquirido na universidade torne-se instrumento de reprodução de desigualdades. Para evitar este risco, aposto sempre no afeto, em referências bibliográficas (cinematográficas e culturais, de uma forma geral) consistentes e na capacidade crítica e empática dos alunos, estabelecendo uma relação de horizontalidade, cooperação e confiança com estes que, em alguns períodos, se tornarão meus colegas de profissão. É uma imensa responsabilidade e honra para mim formar pessoas para cuidar de pessoas.”, encerrou Renata.

Já para a psicóloga Letícia: “há nove anos me dedico ao trabalho na área de gênero e sexualidade, com foco na violência contra a mulher. Percebi, ao longo desse período, mudanças significativas na recepção do público sobre esses temas: aquilo que era entendido enquanto tema ‘nichado’, de interesse para poucas pessoas e objeto da reação negativa de muitos, passou a ser compreendido enquanto tema de interesse geral, com grande relevância social. Nos dedicamos ao trabalho pela garantia dos direitos humanos das mulheres, porém continuamos a sofrer ataques daqueles que se opõem ao pleno exercício da cidadania por parte das mulheres, que questionam os propósitos de nossas ações e a validade de nossas informações, sem apresentar qualquer fundamentação científica para tal, seguindo apenas sua própria visão de mundo. Lutar por um mundo mais justo para as mulheres, menos marcado pela violência e sofrimento, continua sendo um desafio, um desafio estimulante, marcado pela potência de trabalho das mulheres na construção de espaços mais seguros para o seu desenvolvimento, com esperança renovada a cada nova conquista social e a cada nova mulher que, em seu processo terapêutico individual, constrói um lugar de autonomia e saúde para si.”, finalizou. 

A partir dos posicionamentos expostos pelas professoras do curso de psicologia da Unifacisa, enquanto mulheres e psicólogas, reafirmamos ainda mais falar sobre as lutas diárias enfrentadas pelas mulheres. Por isso, ressalta-se a importância do Dia Internacional da Mulher e, ao mesmo tempo, que um dia ou um mês não são capazes de representar suas lutas diárias deste grupo na sociedade.

O Desafio Unifacisa é a designação para os projetos integradores de extensão que são essenciais para os currículos dos cursos de graduação. Neste programa, a Unifacisa deixa um banco de demandas aberto para pessoas físicas jurídicas, bem como instituições de Campina Grande e Região possam enviar seus desafios. Os projetos integradores são ações interdisciplinares que têm por objetivo promover a interação entre ensino e prática, aplicando conhecimentos que reforcem a conexão entre ensino, pesquisa e extensão.

Os desafios são solucionados por nossos alunos e professores a partir da construção e aplicação de conhecimentos adquiridos na sala de aula. São formados grupos de várias áreas dentre os 16 cursos da instituição. Assim, a captação dos desafios consiste em encontrar uma proposta de solução para os problemas apresentados pelos demandantes, utilizando os conhecimentos inerentes aos respectivos cursos.

No decorrer dos projetos, os graduandos têm encontros com os demandantes e com os mentores. Ao final, apresenta-se soluções para os problemas propostos, bem como um resumo expandido e um vídeo que busca descrever o desenvolvimento do projeto, entregando para empresa ou instituição soluções para os desafios.

No período entre 06 e 13 de março, as turmas envolvidas no programa receberam os demandantes dos projetos integradores em desenvolvimento no primeiro semestre de 2023. Representantes de empresas, entes governamentais e instituições filantrópicas visitaram as dependências do Centro Universitário, travando diálogos com os estudantes e professores, e explicitando as necessidades partilhadas através dos projetos submetidos. Foi um momento que oportunizou aos estudantes conhecer um pouco mais sobre a realidade dos demandantes, além de inquirir diretamente os clientes dos desafios sobre detalhes que, certamente, contribuirão para a proposição das soluções que representam o objetivo principal dos desafios.

Para o professor do curso de Direito da Unifacisa e coordenador de pesquisa e extensão do programa, Marcelo Lara, “o Desafio Unifacisa é extremamente relevante porque dá aos alunos a oportunidade de atuar como profissionais de suas respectivas áreas. O traquejo no trato com os clientes e o estabelecimento de uma comunicação efetiva são aptidões de grande importância, e um dos focos da proposta educacional inovadora da Instituição.”, frisou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

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