A inauguração festiva do HELP, na última quinta-feira, 27 de abril, homenageou o médico Ricardo Marques. O Centro de Oncologia recebeu o nome dele como forma de agradecer os gestos humanos e reconhecimento pelos conhecimentos científicos. Neste centro, será ofertado o tratamento mais avançado com equipamento de última geração que antes, seriam encontrados apenas nos grandes centros especializados.

Em seu discurso, o idealizador e provedor do HELP, Dalton Gadelha, se emocionou ao compartilhar a história de como conheceu o médico.

“É um momento muito especial, notadamente pra mim, para Gisele e para meus filhos. Saímos de Campina Grande desesperados alguns anos atrás, eu e Gisele, para São Paulo atrás de tratamento de um diagnóstico de câncer. E nós fomos parar, graças a Deus, nas mãos do Dr. Ricardo Marques. Ele nos acolheu com todo carinho e atenção, salvou a vida de Gisele e salvou a nossa história. O sentimento que eu expresso é de gratidão eterna”, afirmou.

O médico Ricardo Marques comentou a homenagem recebida.

“Seguramente é uma grande honra para mim, um sentimento único na minha vida profissional. Esse reconhecimento é diferente por se tratar do hospital que nasce com uma missão muito importante nos dias de hoje, usar a ciência para ajudar na cura do câncer. O HELP me lembra o grande romantismo pelo qual eu sai pra estudar fora do Brasil, a Universidade é o lugar que se aprende. E a filosofia implantada aqui une conhecimento universitário e a tecnologia de forma universal, com o TrueBeam, por exemplo que é um investimento para combater o câncer. A palavra para se combater câncer é acesso, o paciente precisa ter acesso ao que há de melhor, e aqui no HELP ele irá encontrar essa alta tecnologia aliada a um atendimento humanizado”, finalizou.

O HELP impressiona pelos números em tamanho físico, equipamentos de ponta e tecnologia.

Ao falarmos em arquitetura, o HELP segue as normas mais rigorosas de acreditação hospitalar, tanto nacionais quanto internacionais, como ONA e JCI, seguindo diretrizes para definições de: dimensionamento, controle de fluxos, tipos de acabamento e equipamentos de controle de infecção, iluminação e temperatura, entre outros aspectos.

A diretora do grupo Unifacisa e arquiteta responsável pelo hospital, Carolina Gadelha, pontuou esses diferenciais .

“A gente partiu de um conceito de design centrado no ser humano e para isso olhamos todos os públicos, não só o paciente, mas quem está junto a ele: familiares, corpo técnico, médicos, estudantes, todo mundo que participa do hospital de alguma forma foi contemplado dentro do projeto. Para todos os usuários, pensamos na humanização e em uma linguagem única, especialmente para que eles não se sintam em um ambiente hospitalar hostil, mas tenham a referência de sua própria casa ou hotel. Para os espaços infantis, a gente traz todo um cuidado com texturas, materiais com cores para que o ambiente seja o mais agradável. Já a parte científica e educacional pensamos em espaços maiores para poder alocar quem estará sendo orientado, seja nos estágios, internatos, residência dentro do hospital”, disse.

As parcerias internacionais elevam a produção de conhecimento científico e qualidade dos atendimentos no HELP. O médico e diretor do hospital, Diego Gadelha, destacou as novidades na cerimônia festiva de inauguração.

“Uma parceria importante que já temos é com a faculdade de Maastricht da Holanda, a equipe está desenvolvendo a nossa prática do ensino médico. Outro parceiro internacional, para as pesquisas científicas e farmacêuticas, é a Science Valley. Além da criação do laboratório global de inovação e empreendedorismo em parceria com a Babson College dos Estados Unidos. Vamos fomentar pesquisa científica com cunho em empreendedorismo e inovação, possibilitando a criação de um hub de startups, Health Tech. Isso é só um pouco do que vem, a partir de agosto”, pontuou.

A expectativa para todas essas novidades acontecerem é enorme, tanto pela equipe do hospital como da cidade. A diretora Bianca Gadelha, destacou os treinamentos internos para garantir a gestão de qualidade e protocolos do hospital, bem como as fases dos atendimentos.

"O HELP funciona agora focado no atendimento pediátrico, e nessa primeira fase apenas paciente SUS. Os mesmos são referenciados pela Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura Municipal de Campina Grande. Dentro dos próximos meses, daremos início às atividades do Pronto Atendimento e o serviço particular ao serviço de pediatria. As demais fases do hospital, estão previstas para iniciar no segundo semestre de 2023. Em breve divulgaremos o calendário de todas as fases”, finalizou.

O dia 27 de abril se tornou um dia histórico na área da saúde para Campina Grande, o Hospital HELP foi inaugurado em sua segunda fase em uma cerimônia festiva.

A imprensa paraibana, políticos, médicos, professores universitários, formadores de opinião participaram de um marco para a cura e cuidados da saúde dos paraibanos. Todos os presentes prestigiaram o descerramento da placa de inauguração, corte da fita pela família Gadelha e o acender das luzes do HELP que simboliza a concretização de um sonho.

Para o idealizador e Provedor do hospital, Dalton Gadelha, o sonho se tornou realidade e irá salvar vidas e orientar novos futuros.

“A inauguração do HELP é um sonho que está inteiramente concretizado à serviço de Campina Grande, a serviço da Paraíba e do Nordeste. Antes de tudo, uma casa de servidão que vai atender a população que mais precisa, quem não pode sair para São Paulo, por exemplo, para fazer um tratamento de câncer.” comentou.

Para a Diretora-Presidente da Fundação Pedro Américo, Gisele Gadelha, o hospital é o maior desafio da Fundação.

“Hoje acordamos pensando se era verdade, é um sonho muito grande. Poder trazer para Campina Grande essa estrutura física extraordinária, equipamentos de ponta, uma equipe médica de assistência, um conceito espetacular. É indescritível fazer esse atendimento e tratar o ser humano de forma integral. Uma realização imensurável, um propósito maior de vida da nossa família”, pontuou.

O Diretor de Relações SUS, Filipe Reul, comentou sobre o momento e o presente que a cidade ganhou.

“Eu vejo o dia de hoje como um divisor de águas na área assistencial de saúde do nosso Estado, principalmente para a área SUS e filantropia. O HELP vai oferecer serviços e possui equipamentos de ponta, estrutura física que nunca foi vista em nossa região. Além de não ter distinção desses serviços para os pacientes, sejam eles, SUS, particular e convênios, essa equidade é muito importante. O HELP realmente veio para revolucionar”, afirmou.

Já o Diretor Médico do hospital, Geraldo Medeiros, ressaltou o grande impulso para a medicina que o HELP irá proporcionar. “Com toda certeza ao longo do tempo o hospital se tornará uma referência para todo Norte e Nordeste, em função da sua edificação, e também pelos equipamentos. Ele irá proporcionar a execução de uma medicina de primeiro mundo”, finalizou.

Anos atrás, o uso de tecnologia era muito ligado à ciência ou à engenharia. Hoje, a realidade é outra. Estudos da American Academy of Dermatology (AAD) indicam que quando se trata do uso da tecnologia no cuidado da pele, o futuro é agora. A dermatologia é uma especialidade médica que trata doenças da pele, cabelo e unhas, e tem sido beneficiada pelo uso das novas tecnologias que oferecem diagnósticos mais precisos e tratamentos mais eficazes.

Os constantes progressos tecnológicos romperam barreiras e, atualmente, são largamente utilizados em prol da saúde da pele ou da beleza e, até o momento, os resultados desses avanços têm sido eficientes e seguros. Essas tecnologias ajudam os dermatologistas a diagnosticar e tratar várias doenças de pele, incluindo acne, psoríase, rosácea e câncer de pele.

Novidades como aplicação de lasers, luzes pulsadas, microscópios confocais e sistemas de imagem avançados, estão se destacando como solução para a flacidez, rugas, cicatrizes e acne severa na pele, bem como no diagnóstico e tratamento de uma ampla gama de doenças de pele. 

Segundo a Dra. Rossana Fischer Veras Mascena, Ma. em Tecnologia e docente da disciplina Dermatologia e Estudos Interdisciplinares, do curso de medicina da Unifacisa, essa modernização na área coloca as oportunidades para médicos dermatologistas em evidência. Segunda ela, “o mercado de trabalho em dermatologia está sempre em ascensão. Se, por um lado o envelhecimento da população trouxe a necessidade de um despertar mais precoce para o cuidado com o maior órgão do corpo, que é a pele, de outro lado, vivemos uma sociedade midiática, exigente com a aparência, então precisamos entender os limites que os procedimentos estéticos podem e devem dar aos pacientes.”, disse. 

Dentro desta realidade, a médica ainda fez um aviso de que “em um mundo recheado de ofertas milagrosas de curto prazo, caras, irreais e, por vezes, perigosas, ter ao seu lado um profissional capacitado e ético é, sem dúvida, o melhor caminho para balancear expectativa e realidade.”, frisou.

Nada obstante, fazendo um parâmetro com os estudos da AAD, Dra. Rossana citou quais são os tratamentos tecnológicos em destaque na área da estética: “os maiores avanços vêm das novas tecnologias, como os novos tipos de laser, ultrassom microfocado e outros equipamentos, vêm de procedimentos minimamente invasivos e que estimulam a produção do próprio colágeno do indivíduo, como os bioestimuladores e os fios de sustentação. Além desses, surge a possibilidade de entregar medicamentos através da pele, procedimento que chamamos Drug Delivery, enfim, há um mundo de possibilidades que vêm sendo constantemente aprimorado.”, citou.

Também citado pela médica o que está em alta do ponto de vista da dermatologia clínica: “o avanço no entendimento da fisiopatologia de algumas doenças, como, por exemplo, a dermatite atópica e psoríase, e no desenvolvimento de novas terapêuticas vêm produzindo uma verdadeira revolução na dermatologia e, por conseguinte, na qualidade de vida dos portadores dessas doenças.”, descreveu. 

Entretanto, foi relatado pela professora que as mudanças não foram, apenas, do ponto de vista clínico, mas também do ponto de vista do relacionamento com o paciente. Para ela, “antes as relações eram verticais, ou seja, o médico estava acima do paciente, hoje elas são transversais e compartilhadas.”, historiou. Também foi explicado por ela como os “tempos de redes sociais” influenciam os atendimentos na dermatologia: “outro ponto muito importante é que em tempos de redes sociais e os famosos ‘antes e depois’, a procura por melhores versões de si mesmos cresce a cada dia, mas os pacientes não desejam mais as grandes transformações. Hoje buscamos dar o melhor possível, mas de uma maneira natural.”, relatou. 

Por fim, a dermatologista pontuou quais são as maneiras de se especializar na sua área de atuação: “através do programa de residência médica, credenciado e reconhecido pelo Ministério de Educação e Cultura (MEC), que, para a dermatologia, o período mínimo é de 3 anos. Outra forma é realizando uma especialização reconhecida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)  e, ao final do período, prestar uma prova para obtenção do Título de Especialista em Dermatologia (TED). Por fim, temos as pós-graduações latu sensu, onde os médicos têm uma formação teórico-prática, com uma carga horária menor, mas que ao final da pós-graduação e após um período comprovado de trabalho na área, também estão habilitados para prestar a prova do TED e se tornarem especialistas.”, encerrou. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Preceptora da Unifacisa concluiu mestrado na UFMG por meio do termo de parceria estabelecido entre as instituições

A pesquisa é fundamental dentro de qualquer instituição de ensino superior. É através dos estudos e observações que portas se abrem para descobertas e possibilidades que contribuem para os avanços científicos benéficos para a sociedade. Partindo dessa premissa, a Unifacisa, que é reconhecida por fomentar trabalhos científicos, está investindo cada vez mais na formação acadêmica, através de uma parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O intuito é produzir conhecimento científico e transformar as relações por meio da ciência e educação.

Desde agosto de 2020, muitas dessas atividades são realizadas no HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa). A elevada tecnologia presente no hospital permite que alunos, professores, preceptores e todos os demais membros da Unifacisa e da Fundação Pedro Américo tenham contato com o que há de mais moderno em tratamentos e diagnósticos clínicos. Além de evidenciar o atendimento humanizado, o hospital é referência nacional e também é conhecido por ser a casa de pesquisa e filantropia através da Fundação Pedro Américo, beneficiando milhares de paraibanos.

Dentre as mais de 30 especialidades de atendimentos do HELP, está a que Ligia Cristina Lopes de Farias se especializou: endocrinologia. A médica atua desde 2010. Seu contato com a Unifacisa se deu logo após o término de suas residências, em 2016. Do ingresso à instituição até os dias de hoje, ela continua sendo preceptora e residente na área de clínica médica. Mesmo estando realizada com suas atividades, Ligia sempre buscou novos desafios. A partir dessa pretensão e através dos contatos com os docentes da instituição, a endocrinologista teve conhecimento do termo de parceria entre a UFMG e a Unifacisa, para ingresso no Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia (PPGCO). Apoiada nessa informação, a pesquisadora viu uma oportunidade para agregar teoria à prática através de pesquisas realizadas no Hospital HELP.

Com o incentivo da Unifacisa e do professor Carlos Brandt, a médica concretizou seu sonho e iniciou o mestrado em 2021. “A Unifacisa foi a ponte para a realização desse mestrado médico na UFMG. Meu co-orientador foi o professor Carlos Brandt, que ministrou algumas disciplinas e me acompanhou e orientou durante a construção e execução de todo o projeto. Além disso, o acompanhamento ambulatorial dos pacientes foi feito no HELP, hospital da Unifacisa.”, explicou. 

A recém mestra pela UFMG explicou como procedeu sua pesquisa e como a Unifacisa teve participação nela: “minha tese foi intitulada de ‘Condições Endócrinas e Covid-19: Status de Pacientes Sobreviventes Admitidos em Terapia Intensiva da Cidade de Campina Grande’. Fizemos acompanhamento retrospectivo e prospectivo dos pacientes recuperados de forma grave da Covid-19 para avaliar o surgimento de novas condições endócrinas ou pioras daquelas já existentes. Os pacientes foram seguidos em acompanhamento ambulatorial no Hospital HELP.”, elucidou. 

Com a conclusão do curso, Ligia declarou o que sente e quais são seus novos anseios a partir de agora: “sentimento de gratidão. A realização desse sonho só foi possível graças ao incentivo e apoio da Unifacisa. Agora pretendo continuar me capacitando para servir cada vez mais e melhor aos meus pacientes, alunos, comunidade e à Unifacisa.”, concluiu a médica. 

A história da preceptora reforça o compromisso que a Unifacisa e o Hospital HELP têm em transformar vidas através da abertura de oportunidades que incentivam a pesquisa de maneira humanizada, inovadora e moderna. Para ambas instituições, o incentivo acadêmico fomenta não só a formação de novos pesquisadores, mas, também, é de fundamental importância para o desenvolvimento nacional. É exemplificando casos como esse que, mais uma vez, a instituição cumpre seu propósito de “transformar a sociedade, desenvolvendo as pessoas, cuidando e inspirando o mundo pelo exemplo”. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A Unifacisa está com inscrições abertas para o processo seletivo do curso de medicina, referente ao semestre 2023.2. As formas de ingresso para as vagas são através do vestibular, com a nota do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) ou por meio do FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior). 

Os candidatos que optarem pelo ingresso com a nota do ENEM, as inscrições podem ser feitas até o dia 01 de junho. Do dia 10 abril ao dia 12 maio, estarão abertas as inscrições para os interessados que optarem pelo ingresso através do vestibular. A aplicação das provas acontecerá no dia 28 de maio (domingo), das 13h às 18h, em Campina Grande/PB e João Pessoa/PB. 

O site Unifacisa será o único canal para a realização das inscrições dos candidatos que optarem pelo vestibular ou por ingresso com a nota do ENEM. 

Os estudantes que farão o vestibular deverão realizar o preenchimento do formulário de inscrição e selecionar em qual município deseja realizar a prova, em Campina Grande/PB ou João Pessoa/PB. Após, será necessário imprimir o boleto bancário e realizar o pagamento até a data de vencimento que está gravada no documento.

Os candidatos que necessitarem de atendimentos especiais deverão enviar uma solicitação para cepros@unifacisa.edu.br, em até 48h antes da realização do exame. É obrigatório incluir todas as comprovações médicas e legais da condição do candidato para que a comissão do processo seletivo possa analisar. 

Todos os conteúdos referentes à prova do vestibular serão divulgados no manual do candidato. Já a divulgação dos gabaritos está prevista para 02 (duas) horas após o encerramento do exame. A data do resultado do concurso estará contida no Manual do Candidato.

Confira todas as informações acessando o edital.

VESTIBULAR TRADICIONAL

Inscrições: 10 de abril a 12 de maio de 2023

Provas: 28 de maio, das 13h às 18h

INGRESSO NOTA DO ENEM

Inscrições: 10 de abril a 01 de junho de 2023 (inscrições até as 18h do dia 01 de junho)
Não há provas.

Todas as profissões atualizam-se dia após dia. Do ponto de vista técnico, é observado a inserção cada vez mais de equipamentos tecnológicos em todos os espaços. Entretanto, profissões como a enfermagem provam que as modernizações não se detém apenas a parte técnica, mas, essencialmente sobre a relação construída entre enfermeiro e paciente com ênfase na prevenção, tratamento e assistência de pessoas de idades e condições diversas. 

Partindo dessa premissa, Florence Nightingale, fundadora da enfermagem moderna, que serviu durante a Guerra da Crimeia, afirmava que a enfermagem exige um preparo tão rigoroso que pode ser considerada como uma das mais belas artes. Tal ideia busca exprimir que essa atuação vai para além da assistência do indivíduo como um todo e vai de encontro, também, com as necessidades físicas, emocionais, intelectuais, sociais e espirituais. Assim, juntamente com a equipe multidisciplinar de enfermeiros, é possível tomar decisões e formular uma visão individualizada do ser humano através de autoconfiança e sentido de responsabilidade; compreensão, tato e paciência; capacidade de deliberação e decisão; capacidade de organização; capacidade de controle da situação e consciência das suas limitações.

A partir destas ideias, de acordo com o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), as linhas de atuação agrupam-se em três grandes áreas: 1) Saúde coletiva, saúde da criança e do adolescente, saúde do adulto, saúde do idoso e urgência e emergência; 2) Gestão; 3) Ensino e pesquisa. Nessas três dimensões abrangendo mais de 40 especialidades. Ainda, segundo o COFEN, existem ótimas oportunidades na rede hospitalar, estratégia saúde da família, clínicas especializadas, serviços de atenção domiciliar, serviços de atendimento pré-hospitalar, cargos de gestão, ensino e empreendedorismo. Para o professor do curso de enfermagem e coordenador da pós-graduação em “Enfermagem em Urgência, Emergência e UTI”, da Unifacisa, Josivan Soares Alves Júnior, “o progresso tecnológico e o cenário clínico/epidemiológico no processo saúde e doença, configuram uma maior necessidade de profissionais de enfermagem no país.”, ressaltou. 

Diante dessas e tantas outras possibilidades evidenciadas, também, pela constante modernização da área, torna-se essencial a busca pela atualização profissional. Para Josivan, “se manter atualizado é de extrema importância, dentro das habilidades, competências e atitudes em saúde, para atingir com excelência o atendimento ao paciente, todos os objetivos estabelecidos e restabelecendo a saúde do indivíduo como um todo.”, explicou. O enfermeiro ainda pontuou formas de buscar essa atualização: “através de cursos, eventos científicos, publicação de artigos, networking, inserção e habilitação em aplicativos, tecnologia, dentre outras.”, citou. 

Em contrapartida a fala de Josivan, a coordenadora do curso de enfermagem da Unifacisa, professora Renata, frisa que mais importante do que buscar atualizações profissionais é ter uma base sólida de conhecimento que seja adquirido através de uma boa graduação em enfermagem. “O curso de enfermagem da Unifacisa busca através de uma metodologia inovadora, aplicar atividades teórico-práticas, utilizando a aprendizagem baseada em competências e projetos, tornando o aluno protagonista de sua aprendizagem. Desde o primeiro semestre, o aluno vivencia situações do dia a dia profissional. Dessa maneira, a Unifacisa busca garantir uma boa formação, preparando o aluno para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições do exercício profissional em enfermagem.”, destacou. 

Como prova da excelência das atividades práticas desenvolvidas pela instituição, Josivan, ainda, aproveitou para dar ênfase às oportunidades que os alunos terão com as aulas no Hospital HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa). Ele afirmou que: “o HELP,  o hospital que já nasce no futuro, sem dúvidas, será uma oportunidade única para nossos alunos colocarem em ação todos os conceitos, abordagens e práticas ministradas por nosso renomado corpo docente e ensinado em sala de aula, fazendo a diferença na vida de cada paciente com um atendimento digno, respeitoso e acima de tudo humano.”, encerrou. 

Todo o corpo docente do curso de enfermagem da Unifacisa tem acesso às modernizações e especificidades do mercado de trabalho para a área de enfermagem. A Unifacisa investe diariamente em práticas e metodologia que tragam aos alunos e egressos destaque e sucesso. Isso se comprova com a boa quantidade de profissionais formados na instituição que, hoje em dia, iniciam residência ou mestrado, e estão no mercado de trabalho do próprio ecossistema como profissionais de destaque. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O mês de abril também é conhecido como “abril verde” por fazer alusões que buscam conscientizar empregados e empregadores sobre a segurança no ambiente de trabalho. Ele é comemorado no dia 28 e seu símbolo é um laço da mesma cor. 

Pensando nisso, a Unifacisa estará realizando, de 12 a 14 de abril, a SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho), com o seguinte tema: "Sua Saúde Merece Cuidado”. Durante este período, os colaboradores da instituição terão a oportunidade de cuidar da saúde através de serviços de vacinação, verificação de pressão arterial, avaliação corporal através da balança de bioimpedância, entre outros. 

Confira a programação:

 

12/04/2023, às 10h - Cinema Unifacisa 

Abertura com todos os colaboradores da Holding

Samuel Monteiro (Gerente de Gestão e Gente Unifacisa)

Dr. Solon Lira Vasconcelos (Médico do trabalho da Unifacisa)

Raniele Ferreira de Lima (Técnico de enfermagem do trabalho)

Vandemberg Lucas Lima Melo (Técnico em segurança do trabalho)

Clarissa Ramalho (Consultora interna do Gestão e Gente)

Valéria Moraes (Psicóloga e Docente da Unifacisa); Palestra: Abril verde o ano inteiro - saúde mental e prevenção de acidentes de trabalho.

Sorteio de brindes para todos os participantes da palestra.

 

13/04/2023, às 15h

Dia S Unifacisa - ações de cuidados com a saúde

Ação exclusiva para colaboradores do Unifacisa, H. Visão, Esac e Rede Ita

Vagas limitadas. Inscreva-se.

 

14/04/2023, às 15h

Dia S Unifacisa - ações de cuidados com a saúde

Ação exclusiva para colaboradores do HBOL (Unidade de João Pessoa)

Ação exclusiva para colaboradores do HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa)

Luar Engenharia

Kelvin Ferreira (Técnico de segurança do HELP)

Taís Avelino (Técnica de segurança da obra do HELP)

Vagas limitadas. Inscreva-se.

Coordenador do curso de sistemas de informação da Unifacisa relata sobre as áreas de atuação e a metodologia desta modalidade.

O mundo passa por transformações e atualizações tecnológicas desde as primeiras revoluções industriais, ocorridas na Inglaterra, que reestruturaram as rotinas produtivas de trabalho. À medida que os anos se passaram, o capitalismo pós-industrial se mantém cada vez mais presente na sociedade e faz com que a população acompanhe suas incessantes mudanças. Esse fenômeno é notado no dia a dia, no qual muitas atividades, que antes eram executadas manualmente, agora podem ser realizadas na palma da mão. Com esse avanço acelerado da tecnologia, também surgem novas carências no mercado e, consequentemente, novas profissões. 

Estas novas necessidades e espaços que surgem no mundo do trabalho abrem portas para as chamadas “profissões do futuro”. Nessa esfera em crescimento, existe uma necessidade grande de mão de obra, com muitas vagas em aberto e remunerações excelentes para os profissionais que souberem agarrar as oportunidades. Dentre os muitos ofícios que surgem ao longo das atualizações tecnológicas, está o curso de graduação em sistemas de informação que, sem sombra de dúvidas, é uma formação que garante um espaço no mercado de trabalho. 

Segundo o coordenador e professor da graduação em sistemas de informação da Unifacisa, Fabrício da Costa Dias, esta é uma área que combina elementos de tecnologia da informação, gestão de negócios e ciência da computação para projetar, implementar e gerenciar sistemas de informação eficazes para organizações e empresas. Os sistemas de informação incluem hardware, software, banco de dados, redes de computadores, inteligência artificial e outras tecnologias que coletam, processam, armazenam e distribuem informações dentro e fora de uma organização.

Para o professor, existem 3 características do profissional de sistemas de informação que se destacam. São elas: 1) Conhecimento profundo em tecnologias da informação, como hardware, software, redes de computadores e bancos de dados, a fim de projetar e implementar sistemas de informação eficazes; 2) Habilidade analítica, que se dá através capacidade de analisar dados e informações com o intuito de identificar problemas e encontrar soluções adequadas; 3) Capacidade de aprendizado contínuo, já que a área de tecnologia está em constante evolução, e o profissional de SI (Sistemas de Informação) deve estar disposto a aprender novas tecnologias e conceitos de forma contínua. 

Segundo Fabrício, a área para este profissional está aquecida e a atuação que encontra-se em evidência é a de programação de computadores. Ele explica que: “atualmente, a área está bastante aquecida e a demanda está em alta. Sem dúvidas a área de maior demanda e possibilidades de atuação é a de programação de computadores, dada a atual demanda combinada com a chegada e necessidade de sistemas onde antes não existiam. O mercado mudou, e antes o profissional que apenas programava, agora passa a adquirir novas atuações como líderes, analistas, gestores de negócios de TI (Tecnologia da Informação), profissionais de segurança de TI, banco de dados, redes de computadores e tantas outras áreas.”, ressaltou. 

O coordenador, ainda, ressaltou sobre como este profissional pode manter-se sempre inserido no mercado de trabalho. Ele explicou que "a área de informática está em constante evolução. O profissional precisa se manter atualizado para acompanhar o que está acontecendo no mercado, bem como entender o que as empresas estão buscando no momento. Assim, será possível fornecer o que as empresas estão precisando e o que gera valor para os negócios.”, frisou. Ele ainda reforçou alguns meios de como se manter atualizado através de “cursos e estudando sempre, além de trocar experiências com profissionais do mercado, participação em simpósios e congressos também é muito importante.”, explicou. 

Também foi expressado pelo coordenador o caminho trilhado por alguns egressos do curso de SI: “o curso de sistemas de informação da Unifacisa é um curso com mais de 20 anos de mercado, tendo formado, até o momento, grandes profissionais com atuação em todo o Brasil e também em outros países do mundo, como Canadá, Estados Unidos, Estônia e Portugal, o que comprova que o nosso curso não está formando o profissional apenas para uma atuação local e sim para uma atuação nacional e internacional, entregando profissionais de alto desempenho.”, exclamou. 

Não obstante, Fabrício explicou que o segredo para tamanho sucesso se dá através da metodologia utilizada pela instituição. Para ele, são as práticas que preparam os graduandos. “Formamos profissionais totalmente voltados para o mercado com o modelo de ensino-aprendizagem baseado em competências. Desde o primeiro dia de aulas, o aluno se depara com um problema real e, a partir dessa problemática, se desenvolve a construção do conhecimento, aplicando na prática os conceitos que foram tratados em sala de aula.”, abordou o professor. Embasado nestas, o coordenador, também, reforçou sobre o que incentiva os membros do curso de SI todos os dias: “os números de empregabilidade que temos do nosso curso são, extremamente, animadores e servem de incentivo para que busquemos resultados ainda melhores. Isso corrobora com a nossa política de qualidade e faz com que tenhamos disponíveis sempre os laboratórios mais atualizados, os softwares mais utilizados e o melhor corpo docente da região.”, concluiu. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1975, o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, segundo a professora e psicóloga Renata Oliveira dos Santos, tem o intuito de preservar e honrar a memória das sufragistas, das mais de 15 mil mulheres que marcharam em protesto por melhores condições de vida em Nova York, em 1909; da professora e jornalista alemã, Clara Zetkin que, em 1910, na Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, sugeriu a data para reunião, reflexão e proposição de ações em prol da dignidade das mulheres. 

As psicólogas e professoras da Unifacisa, Renata Oliveira e Letícia de Mélo Sousa, elucidaram que as ideias do que viria a ser mulher teriam surgido, ainda, no período neolítico. “A ideia do que seria uma mulher começou a surgir a partir da sedentarização dos primeiros agrupamentos humanos, no período neolítico, quando os machos começaram a se tornar homens e as fêmeas, mulheres.”, afirmou Renata; “A construção do sistema de hierarquias de gênero, o sistema patriarcal, remonta a, aproximadamente, 10 mil anos atrás, com o início do período neolítico. A construção de um sistema que retirou das mulheres o reconhecimento de sua humanidade consolidou-se nas relações estabelecidas entre sexos e gêneros, em todos os campos da existência humana.”, explicou Letícia.

As professoras, ainda, fizeram questão de deixar seus pontos de vista a respeito da importância da psicologia para apresentar espaços ocupados pelas mulheres na sociedade. “A psicologia, por uma parcela significativa da sua história, foi dominada pela produção masculina: a negação dos direitos básicos às mulheres as impediam de acessar os espaços e de serem reconhecidas pela sua produção científica e genialidade. Contudo, a psicologia se caracteriza, hoje, enquanto uma profissão buscada e realizada, principalmente, por mulheres. Essa presença feminina na profissão e ciência marca a chegada de uma nova perspectiva, que reconhece o impacto da exclusão, violência e exploração nos processos de sofrimento psicológico vivenciados pelas mulheres.”, elucidou, Letícia. “Como nós, mulheres, somos mais da metade da população mundial e, sendo a psicologia uma ciência e uma profissão comprometida com a saúde, seria, no mínimo, incoerente que esta área não se ocupasse de problematizar e apontar saídas para as desigualdades de gênero que atentam contra a dignidade, subjetividade, saúde física e mental, e, em última instância, contra a vida das mulheres.”, frisou Renata. 

Enquanto docente e psicóloga - mas, principalmente, enquanto pessoa que é identificada pelos marcadores sociais de mulher, parda, vinda de uma família penalizada pelo racismo e pela pobreza - tenho o dever ético e o compromisso humanitário de problematizar e desconstruir os preconceitos e viés com os quais muitos de nossos discentes chegam ao ensino superior. Pois, o senso comum, alimentado por milênios de assimétricas relações de poder e tantas outras crenças prejudiciais aos indivíduos e coletividades, pode fazer com que o conhecimento adquirido na universidade torne-se instrumento de reprodução de desigualdades. Para evitar este risco, aposto sempre no afeto, em referências bibliográficas (cinematográficas e culturais, de uma forma geral) consistentes e na capacidade crítica e empática dos alunos, estabelecendo uma relação de horizontalidade, cooperação e confiança com estes que, em alguns períodos, se tornarão meus colegas de profissão. É uma imensa responsabilidade e honra para mim formar pessoas para cuidar de pessoas.”, encerrou Renata.

Já para a psicóloga Letícia: “há nove anos me dedico ao trabalho na área de gênero e sexualidade, com foco na violência contra a mulher. Percebi, ao longo desse período, mudanças significativas na recepção do público sobre esses temas: aquilo que era entendido enquanto tema ‘nichado’, de interesse para poucas pessoas e objeto da reação negativa de muitos, passou a ser compreendido enquanto tema de interesse geral, com grande relevância social. Nos dedicamos ao trabalho pela garantia dos direitos humanos das mulheres, porém continuamos a sofrer ataques daqueles que se opõem ao pleno exercício da cidadania por parte das mulheres, que questionam os propósitos de nossas ações e a validade de nossas informações, sem apresentar qualquer fundamentação científica para tal, seguindo apenas sua própria visão de mundo. Lutar por um mundo mais justo para as mulheres, menos marcado pela violência e sofrimento, continua sendo um desafio, um desafio estimulante, marcado pela potência de trabalho das mulheres na construção de espaços mais seguros para o seu desenvolvimento, com esperança renovada a cada nova conquista social e a cada nova mulher que, em seu processo terapêutico individual, constrói um lugar de autonomia e saúde para si.”, finalizou. 

A partir dos posicionamentos expostos pelas professoras do curso de psicologia da Unifacisa, enquanto mulheres e psicólogas, reafirmamos ainda mais falar sobre as lutas diárias enfrentadas pelas mulheres. Por isso, ressalta-se a importância do Dia Internacional da Mulher e, ao mesmo tempo, que um dia ou um mês não são capazes de representar suas lutas diárias deste grupo na sociedade.

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