A iniciativa é um projeto de extensão que envolve os cursos de medicina, enfermagem, nutrição e psicologia da Unifacisa

Os seres humanos estam sempre em constante interação. Atualmente, com a evolução contínua das diversas redes sociais, torna-se possível estar em contato com as pessoas das mais variadas localidades. Entretanto, as relações interpessoais parecem estar cada vez mais superficiais, e, consequentemente, palavras como cortesia, empatia, gentileza, estão mais distantes de nossa realidade. Assim, o ditado “gentileza gera gentileza” torna-se, mais do que nunca, necessário para relembrar valores de respeito, boas maneiras, civilidade, cortesia e educação para com as pessoas.

Segundo o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, a palavra “gentileza” quer dizer: “qualidade do que é gentil, do que é amável. É uma amabilidade, uma delicadeza praticada por algumas pessoas”. Atos de gentileza podem ser exercidos através de gestos ou palavras. No caso do projeto de extensão da Unifacisa “Gentileza e Poesia”, as demonstrações gentis são praticadas através da entrega de pequenos envelopes com poesias dentros. O intuito dessa ação é levar conforto a quem se encontra em momentos de preocupação e desesperança.

A iniciativa do programa se inspirou nas atividades desenvolvidas pelo Instituto Gentil, que tem o objetivo de levar gentileza a partir de ações sociais. A organização possui uma parceria com a Unifacisa e juntas elas possuem o propósito de continuar o movimento de espalhar gentileza. O coordenador do curso de medicina, Dr. Guilherme Veras, intermediou o desenrolar do projeto iniciado com a parceria e foi o responsável por envolver os cursos de nutrição, enfermagem e psicologia no programa. A graduanda do curso de medicina e diretora da ação, Giulia Carvalho, explicou que “com a ideia clara do porquê das atividades, o projeto tem um objetivo central: proporcionar ao paciente e acompanhante momentos de conforto.”, disse.

Atualmente, o grupo é composto por 12 alunos que se dividem em rodízios para estarem uma vez por semana entregando as poesias aos pacientes do HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa) ou do ISEA (Instituto de Saúde Elpídio de Almeida). A escolha das poesias é feita por todos os alunos envolvidos nas ações. A graduanda do curso de enfermagem e poetisa do grupo, Mariana Rodrigues, contou que "sobretudo, buscamos selecionar mensagens a partir de trechos de poetas como Carlos Drummond de Andrade, Cora Coralina e Mário Quintana.”, enfatizou. Esses parágrafos são distribuídos em envelopes coloridos e personalizados com as cores do projeto, e são selados com um adesivo contendo a logo do projeto Gentileza e Poesia feito por Sofia Teixeira, designer gráfica.

Assim, o que é vivido pelos estudantes vai além do que lhes é ensinado nas salas de aula da Unifacisa. Isso se dá porque as ações desenvolvidas pelo projeto permitem o contato direto com o que há de mais íntimo nos seres humanos: seu interior. Essas oportunidades tornam o acolhimento e o contato mais humanos, empáticos e maduros com cada um dos envolvidos. Para a graduanda de medicina e coordenadora do grupo, Yasmim Laureano, “entregar ou escrever poesias para a equipe ou pacientes dos hospitais tem um significado único e envolvente: acolher. Os abraços em forma de poesia revelam as vulnerabilidades emocionais e psicológicas das pessoas que são consoladas através do nosso contato. É o mesmo que transformar o choro em riso. O mundo anda necessitado de poesia e nós estamos vendo que um único verso tem um poder transformador.”, explicou.

Nada obstante, a iniciativa, também, torna-se essencial para o desenvolvimento dos estudantes enquanto futuros profissionais da área da saúde, uma vez que ela oportuniza aprendizados e experiências que humanizam os tratamentos com os pacientes. Cada uma dessas lições são assimiladas de uma maneira diferente, entretanto, foi destacado pelos graduandos que “o ser humano é complexo e tratar apenas de seus aspectos físicos  torna a assistência emergencial menos completa; O contato que temos com as pessoas por meio da poesia, cria uma oportunidades de evocação de sentimentos e sensações que a prática cotidiana reforça a importância da teoria e da prática.”, citaram. 

Dessa maneira, após alguns meses de atuação e após perceberem a quantidade de valor agregado às intervenções realizadas, o grupo vislumbra maneiras para que os poemas alcancem mais pessoas. Para o graduando de medicina e orador do projeto, José Machado, “nossos próximos passos são ampliar os hospitais em que nossa equipe atua, levando nossa mensagem cada vez mais longe. Além disso, realizaremos ações especiais, como no Dia das Mães, com crianças e com o público idoso, incentivando doações para esses nichos específicos e proporcionando momentos ainda mais especiais de interação com eles.”, elucidou. 

Siga @gentilezaepoesia para ficar por dentro das ações e saber como contribuir com esse projeto.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Anos atrás, o uso de tecnologia era muito ligado à ciência ou à engenharia. Hoje, a realidade é outra. Estudos da American Academy of Dermatology (AAD) indicam que quando se trata do uso da tecnologia no cuidado da pele, o futuro é agora. A dermatologia é uma especialidade médica que trata doenças da pele, cabelo e unhas, e tem sido beneficiada pelo uso das novas tecnologias que oferecem diagnósticos mais precisos e tratamentos mais eficazes.

Os constantes progressos tecnológicos romperam barreiras e, atualmente, são largamente utilizados em prol da saúde da pele ou da beleza e, até o momento, os resultados desses avanços têm sido eficientes e seguros. Essas tecnologias ajudam os dermatologistas a diagnosticar e tratar várias doenças de pele, incluindo acne, psoríase, rosácea e câncer de pele.

Novidades como aplicação de lasers, luzes pulsadas, microscópios confocais e sistemas de imagem avançados, estão se destacando como solução para a flacidez, rugas, cicatrizes e acne severa na pele, bem como no diagnóstico e tratamento de uma ampla gama de doenças de pele. 

Segundo a Dra. Rossana Fischer Veras Mascena, Ma. em Tecnologia e docente da disciplina Dermatologia e Estudos Interdisciplinares, do curso de medicina da Unifacisa, essa modernização na área coloca as oportunidades para médicos dermatologistas em evidência. Segunda ela, “o mercado de trabalho em dermatologia está sempre em ascensão. Se, por um lado o envelhecimento da população trouxe a necessidade de um despertar mais precoce para o cuidado com o maior órgão do corpo, que é a pele, de outro lado, vivemos uma sociedade midiática, exigente com a aparência, então precisamos entender os limites que os procedimentos estéticos podem e devem dar aos pacientes.”, disse. 

Dentro desta realidade, a médica ainda fez um aviso de que “em um mundo recheado de ofertas milagrosas de curto prazo, caras, irreais e, por vezes, perigosas, ter ao seu lado um profissional capacitado e ético é, sem dúvida, o melhor caminho para balancear expectativa e realidade.”, frisou.

Nada obstante, fazendo um parâmetro com os estudos da AAD, Dra. Rossana citou quais são os tratamentos tecnológicos em destaque na área da estética: “os maiores avanços vêm das novas tecnologias, como os novos tipos de laser, ultrassom microfocado e outros equipamentos, vêm de procedimentos minimamente invasivos e que estimulam a produção do próprio colágeno do indivíduo, como os bioestimuladores e os fios de sustentação. Além desses, surge a possibilidade de entregar medicamentos através da pele, procedimento que chamamos Drug Delivery, enfim, há um mundo de possibilidades que vêm sendo constantemente aprimorado.”, citou.

Também citado pela médica o que está em alta do ponto de vista da dermatologia clínica: “o avanço no entendimento da fisiopatologia de algumas doenças, como, por exemplo, a dermatite atópica e psoríase, e no desenvolvimento de novas terapêuticas vêm produzindo uma verdadeira revolução na dermatologia e, por conseguinte, na qualidade de vida dos portadores dessas doenças.”, descreveu. 

Entretanto, foi relatado pela professora que as mudanças não foram, apenas, do ponto de vista clínico, mas também do ponto de vista do relacionamento com o paciente. Para ela, “antes as relações eram verticais, ou seja, o médico estava acima do paciente, hoje elas são transversais e compartilhadas.”, historiou. Também foi explicado por ela como os “tempos de redes sociais” influenciam os atendimentos na dermatologia: “outro ponto muito importante é que em tempos de redes sociais e os famosos ‘antes e depois’, a procura por melhores versões de si mesmos cresce a cada dia, mas os pacientes não desejam mais as grandes transformações. Hoje buscamos dar o melhor possível, mas de uma maneira natural.”, relatou. 

Por fim, a dermatologista pontuou quais são as maneiras de se especializar na sua área de atuação: “através do programa de residência médica, credenciado e reconhecido pelo Ministério de Educação e Cultura (MEC), que, para a dermatologia, o período mínimo é de 3 anos. Outra forma é realizando uma especialização reconhecida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)  e, ao final do período, prestar uma prova para obtenção do Título de Especialista em Dermatologia (TED). Por fim, temos as pós-graduações latu sensu, onde os médicos têm uma formação teórico-prática, com uma carga horária menor, mas que ao final da pós-graduação e após um período comprovado de trabalho na área, também estão habilitados para prestar a prova do TED e se tornarem especialistas.”, encerrou. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O encontro acontecerá de 27/04 a 01/05, em Joinville-SC

Com o intuito de agregar valores acadêmicos, sociais e culturais aos estudantes de medicina, além de prepará-los para serem líderes, a IFMSA (International Federation of Medical Students Association), uma federação internacional, foi criada em 1951, na Inglaterra. Partindo do pressuposto que o aluno de medicina precisa vivenciar práticas e intercâmbios que busquem impactar positivamente a comunidade, se utilizando de métodos e ideias que possam orientar tratamentos em diversas épocas e povos.

No Brasil, após sua fundação em 1991, a federação foi intitulada de “IFMSA BRAZIL”. Hoje, a associação é oficialmente reconhecida pela ONU (Organização das Nações Unidas) como a voz internacional dos estudantes de medicina e mantém relações oficiais com a OMS (Organização Mundial da Saúde), UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação), UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS), ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) e UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas), bem como com apoiadores-chave como a Associação Médica Mundial (WMA). A organização conta com 230 comitês locais espalhados por todo território nacional e, dentre estes, está o comitê da Unifacisa. 

Seguindo o conceito de que o estudante de medicina tem um dever com a sociedade para além da sala de aula, a federação dá ênfase ao princípio de que a medicina é muito além da sala de aula, onde nesses eventos os alunos podem emergir em novos conhecimentos partilhando experiências e reforçando a importância em desbravar as técnicas e meios de cura com base nos avanços com base na pesquisa e tecnologia.

Sob o lema ‘’think global, act local’’ (pense globalmente, aja localmente), a IFMSA investe em intercâmbios médicos de tal maneira que busque impactar positivamente a comunidade. E, a Unifacisa, que é parceira desse intercâmbio e representante local da Organização, vai enviar alunos de medicina para a Assembleia Geral reforçando o compromisso em formar estudantes mais humanizados e promovendo a troca de conhecimentos científicos, que visam contribuir com a formação cultural do aluno. 

Neste encontro, que é realizado a cada semestre, todos os representantes dos comitês do Brasil se encontram para discutir sobre a educação médica, saúde global, liderança na medicina e meios de tornar a medicina mais humana e dinâmica. O momento também é oportuno para o envolvimento em capacitação, workshops e oficinas de aprimoramento do currículo médico, como oratória, soft skills, advocacy, liderança e gestão em saúde, entre outros. O intuito da reunião, também, é tornar o ensino médico e as ações de impacto para a comunidade cada vez mais efetivas e atualizadas. Além disso, na Assembleia Geral são discutidos pontos importantes que podem acarretar em alteração do regimento da IFMSA Brazil. 

O comitê da Unifacisa, que é composto pelos alunos Yasminn Amorim Oliveira (presidente local), do 8° período; Vinicius Correia Moraes (vice-presidente para assuntos externos), do 8° período;  Gabriella Cabral Raulino de Oliveira (diretora financeira local), do 6° período; e Ana Clara Batista Cordeiro do Amaral (membro do time nacional de intercâmbio), do 9° período, estará presente na reunião. E, dentre as atividades desenvolvidas pelos representantes da Unifacisa, está a conquista do direito ao exercício de voz e voto nas Plenárias, sendo, inclusive, o único comitê pleno (direito a voz, voto e a realizar intercâmbio) entre as universidades privadas da Paraíba. 

Nesse  evento, o comitê da Unifacisa também terá um grande compromisso, pois foi o grupo foi selecionado, entre diversos do país, para se apresentar na Feirinha dos Comitês, onde os avaliadores irão classificar as melhores apresentações em 1°, 2° e 3° lugar, havendo premiação e reconhecimento dos vencedores. 

Segunda a presidente local, Yasminn Amorim, “será um momento de atualização sobre a medicina, troca de experiências e networking entre vários estudantes de todo o país que possuem valores e objetivos próprios. Ainda é possível comparar o que acontece em outras universidades usando-as como inspiração para trazer pontos importantes para serem avaliados e debatidos na nossa instituição. Além de propagar o nosso comitê e universidade para níveis nacionais, mostrando nossos métodos, qualidades, e atividades que viemos realizando.”, concluiu.

Preceptora da Unifacisa concluiu mestrado na UFMG por meio do termo de parceria estabelecido entre as instituições

A pesquisa é fundamental dentro de qualquer instituição de ensino superior. É através dos estudos e observações que portas se abrem para descobertas e possibilidades que contribuem para os avanços científicos benéficos para a sociedade. Partindo dessa premissa, a Unifacisa, que é reconhecida por fomentar trabalhos científicos, está investindo cada vez mais na formação acadêmica, através de uma parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O intuito é produzir conhecimento científico e transformar as relações por meio da ciência e educação.

Desde agosto de 2020, muitas dessas atividades são realizadas no HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa). A elevada tecnologia presente no hospital permite que alunos, professores, preceptores e todos os demais membros da Unifacisa e da Fundação Pedro Américo tenham contato com o que há de mais moderno em tratamentos e diagnósticos clínicos. Além de evidenciar o atendimento humanizado, o hospital é referência nacional e também é conhecido por ser a casa de pesquisa e filantropia através da Fundação Pedro Américo, beneficiando milhares de paraibanos.

Dentre as mais de 30 especialidades de atendimentos do HELP, está a que Ligia Cristina Lopes de Farias se especializou: endocrinologia. A médica atua desde 2010. Seu contato com a Unifacisa se deu logo após o término de suas residências, em 2016. Do ingresso à instituição até os dias de hoje, ela continua sendo preceptora e residente na área de clínica médica. Mesmo estando realizada com suas atividades, Ligia sempre buscou novos desafios. A partir dessa pretensão e através dos contatos com os docentes da instituição, a endocrinologista teve conhecimento do termo de parceria entre a UFMG e a Unifacisa, para ingresso no Programa de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia (PPGCO). Apoiada nessa informação, a pesquisadora viu uma oportunidade para agregar teoria à prática através de pesquisas realizadas no Hospital HELP.

Com o incentivo da Unifacisa e do professor Carlos Brandt, a médica concretizou seu sonho e iniciou o mestrado em 2021. “A Unifacisa foi a ponte para a realização desse mestrado médico na UFMG. Meu co-orientador foi o professor Carlos Brandt, que ministrou algumas disciplinas e me acompanhou e orientou durante a construção e execução de todo o projeto. Além disso, o acompanhamento ambulatorial dos pacientes foi feito no HELP, hospital da Unifacisa.”, explicou. 

A recém mestra pela UFMG explicou como procedeu sua pesquisa e como a Unifacisa teve participação nela: “minha tese foi intitulada de ‘Condições Endócrinas e Covid-19: Status de Pacientes Sobreviventes Admitidos em Terapia Intensiva da Cidade de Campina Grande’. Fizemos acompanhamento retrospectivo e prospectivo dos pacientes recuperados de forma grave da Covid-19 para avaliar o surgimento de novas condições endócrinas ou pioras daquelas já existentes. Os pacientes foram seguidos em acompanhamento ambulatorial no Hospital HELP.”, elucidou. 

Com a conclusão do curso, Ligia declarou o que sente e quais são seus novos anseios a partir de agora: “sentimento de gratidão. A realização desse sonho só foi possível graças ao incentivo e apoio da Unifacisa. Agora pretendo continuar me capacitando para servir cada vez mais e melhor aos meus pacientes, alunos, comunidade e à Unifacisa.”, concluiu a médica. 

A história da preceptora reforça o compromisso que a Unifacisa e o Hospital HELP têm em transformar vidas através da abertura de oportunidades que incentivam a pesquisa de maneira humanizada, inovadora e moderna. Para ambas instituições, o incentivo acadêmico fomenta não só a formação de novos pesquisadores, mas, também, é de fundamental importância para o desenvolvimento nacional. É exemplificando casos como esse que, mais uma vez, a instituição cumpre seu propósito de “transformar a sociedade, desenvolvendo as pessoas, cuidando e inspirando o mundo pelo exemplo”. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O Centro Universitário Unifacisa vem acompanhando, com preocupação, a circulação de ameaças de ataques às instituições de ensino em todo o país, disseminadas de forma anônima principalmente nas mídias sociais.

Gostaríamos de deixar claro que não há confirmação efetiva, neste momento, de qualquer evento que possa afetar a integridade da nossa instituição, no entanto, por cautela, informamos às Polícias Militar e Civil do Estado da Paraíba dos fatos e seguimos com rigor nos protocolos de segurança, limitando as visitas ao campus, reforçando a vigilância nas imediações e dentro das instalações, a fim de garantir a proteção de nossos alunos, docentes e colaboradores.

Esclarecemos que toda e qualquer denúncia será apurada e levada ao conhecimento da Polícia para investigação. Por fim, reforçamos a importância da união de todos para combatermos a disseminação de informações falsas e o ódio, e mantermos nossas instituições seguras e protegidas.

A Reitoria

No último dia 30 de março, o Dr. Luiz Severo Bem Junior, neurocirurgião do Hospital HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa) e professor da disciplina de neurologia Unifacisa, tomou posse entre os membros do Programa Jovens Lideranças Médicas (JLM) da Academia Nacional de Medicina (ANM).

Este programa tem o objetivo de fomentar um ambiente favorável à criação e implantação de ideias transformadoras para a medicina brasileira. Considera-se que os jovens líderes médicos sejam indivíduos independentes e criadores de novas ideias em seus campos de atuação. Estes indivíduos, com o suporte da ANM, se tornam norteadores de novos caminhos para a medicina nacional, de uma forma inspiradora, estimulante e dinâmica.

O docente da Unifacisa foi escolhido em uma seleção de ampla concorrência no país, havendo destaque para a análise das atividades científicas realizadas pelo docente em conjunto com acadêmicos de medicina Unifacisa e colaboradores de outras instituições, alcançando publicações em revistas nacionais e internacionais, capítulos de livros e editoriais com um trabalho permanente junto ao grupo Acadêmico Neuroensina.

Com esse destaque nacional, o professor Luiz Severo reforça o compromisso contínuo com a produção de conhecimento e desenvolvimento da educação médica da instituição: “a posse junto ao Programa JLM Da ANM permite estar mais próximo das discussões a nível nacional de temas relevantes como educação médica de qualidade, educação da comunidade e desenvolvimento científico.”, frisou. Ele ainda explicou como serão suas atividades a partir de agora: “terei funções como organização de eventos científicos, desenhar parcerias, testar estratégias para a comunidade acadêmica e representações internacionais nos eventos. Uma porta para networking e expressividade nacional minha e da Unifacisa.”, citou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A Unifacisa está com inscrições abertas para o processo seletivo do curso de medicina, referente ao semestre 2023.2. As formas de ingresso para as vagas são através do vestibular, com a nota do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) ou por meio do FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior). 

Os candidatos que optarem pelo ingresso com a nota do ENEM, as inscrições podem ser feitas até o dia 01 de junho. Do dia 10 abril ao dia 12 maio, estarão abertas as inscrições para os interessados que optarem pelo ingresso através do vestibular. A aplicação das provas acontecerá no dia 28 de maio (domingo), das 13h às 18h, em Campina Grande/PB e João Pessoa/PB. 

O site Unifacisa será o único canal para a realização das inscrições dos candidatos que optarem pelo vestibular ou por ingresso com a nota do ENEM. 

Os estudantes que farão o vestibular deverão realizar o preenchimento do formulário de inscrição e selecionar em qual município deseja realizar a prova, em Campina Grande/PB ou João Pessoa/PB. Após, será necessário imprimir o boleto bancário e realizar o pagamento até a data de vencimento que está gravada no documento.

Os candidatos que necessitarem de atendimentos especiais deverão enviar uma solicitação para cepros@unifacisa.edu.br, em até 48h antes da realização do exame. É obrigatório incluir todas as comprovações médicas e legais da condição do candidato para que a comissão do processo seletivo possa analisar. 

Todos os conteúdos referentes à prova do vestibular serão divulgados no manual do candidato. Já a divulgação dos gabaritos está prevista para 02 (duas) horas após o encerramento do exame. A data do resultado do concurso estará contida no Manual do Candidato.

Confira todas as informações acessando o edital.

VESTIBULAR TRADICIONAL

Inscrições: 10 de abril a 12 de maio de 2023

Provas: 28 de maio, das 13h às 18h

INGRESSO NOTA DO ENEM

Inscrições: 10 de abril a 01 de junho de 2023 (inscrições até as 18h do dia 01 de junho)
Não há provas.

O Centro Universitário Unifacisa realizará no dia 06 de maio, de 14h às 18h, o Teste de Progresso para alunos do P1 ao P12 de medicina

Está programado para maio o Teste de Progresso 2023, para avaliar o desempenho dos alunos do curso. O teste é um exame que tem por objetivo aferir o desempenho dos estudantes em relação ao ensino-aprendizagem ao longo da jornada acadêmica. No conteúdo do exame, constam questões de múltipla escolha com temas de várias disciplinas. O teste também trará casos clínicos práticos, que levam o estudante a refletir sobre como solucionar os problemas de acordo com os conhecimentos adquiridos.

Na prova constará 100 questões de múltipla escolha, envolvendo todas as grandes áreas da medicina, como acontece nas provas de residência médica. 

O coordenador do curso, professor Antônio Henriques de França Neto, explicou que “o TP é uma estratégia de avaliação institucional e individual consistente, colocada à disposição da comunidade acadêmica num momento em que a necessidade de avaliação se torna cada vez mais relevante, principalmente devido a iminente mudança na estratégia educacional do curso, com o currículo baseado em competências. A coordenação do curso, com esta e outras iniciativas, pretende contribuir com o aprimoramento da formação dos estudantes de medicina da Unifacisa, das novas matrizes que visam oferecer uma forma consistente e cientificamente aceita como adequada para este fim.”, elucidou. 

No dia 11 de abril (terça-feira), às 7h30, no Teatro Facisa, acontecerá um bate-papo com os coordenadores e professores do curso de medicina da instituição para tirar todas as dúvidas relacionadas à aplicação do exame. E, no dia 06 de maio (sábado), das 14h às 18h, será aplicado o Teste de Progresso (TP). 

A aprovação se deu em 100% e garante aos candidatos o grau de especialistas na área

O Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia, conhecido como TEOT, é conferido pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia aos médicos que são aprovados no exame para obtenção do título. Durante três dias, especialistas de todo o país se reúnem na cidade de Campinas, em São Paulo, para avaliar os candidatos à obtenção da especialidade. O exame é organizado pela Comissão de Ensino e Treinamento da SBOT, sendo composto por prova escrita, prova oral, avaliação de exame físico e de atitudes, prova de anatomia e exame de habilidades cirúrgicas.

Médicos formados em universidades de todo o Brasil participam da seleção representando a Unifacisa. Neste último exame, estiveram Matheus Pedroso Cavalcanti de Souza e Nattan Santos Rozendo de Oliveira, residentes de ortopedia e traumatologia no Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, de Campina Grande, estes foram aprovados na prova de títulos da SBOT e agora são reconhecidos perante a sociedade médica como especialistas em ortopedia e traumatologia.

Os Drs. explicaram como a Unifacisa foi importante para a concretização dessa conquista: “hoje só tenho a agradecer por todo apoio e parceria da Unifacisa, pois sempre me incentivou a buscar a excelência. Contamos com uma estrutura invejável associada a um suporte educacional pautado na junção entre a abordagem teórica e prática.”, disse Matheus; “A Unifacisa consegue explorar o potencial de seus alunos e residentes, confiando a docência e aos profissionais de altíssimo prestígio e investindo em novas tecnologias, o que eleva sua qualidade de ensino de maneira progressiva, e, ainda, nos prepara para a atuação profissional.”, frisou Nattan.

Este resultado obtido só reafirma o comprometimento da Unifacisa não só com o crescimento profissional, mas também com todas as outras graduações da instituição. O cuidado e atenção vai desde oportunizar que os residentes tenham contato com atividades práticas desde o início da especialização, até a busca pelas primeiras oportunidades profissionais. Assim, a instituição faz jus ao seu lema: “transformar a sociedade, desenvolvendo as pessoas, cuidando e inspirando o mundo pelo exemplo”.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Nos dias 20 e 21, às 18h, será realizado pela Liga Acadêmica de Anestesiologia e Dor (LIAAD), em parceria com a IFMSA Brazil Unifacisa e o Neuroensina, o "I Simpósio Multidisciplinar da Dor - O Diferencial do Trabalho em Equipe", que promove uma discussão interdisciplinar sobre melhores estratégias no gerenciamento do paciente com dor crônica na Unifacisa. 

A inscrição está disponível para alunos e profissionais gerais da área de saúde através do link no valor de R$20,00. Cada participante receberá um certificado de 20 horas e um bônus de 0,5 no processo seletivo da LIAAD-CG. 

Dr. Hildo Azevedo
Doutorado em Medicina – Universidade Federal de Pernambuco
Mestre em Master of Science – University of Oxford (Inglaterra)


Dr. Luiz Severo
Coordenador da Neurocirurgia do HELP
Docente da Unifacisa

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