O mês de abril também é conhecido como “abril verde” por fazer alusões que buscam conscientizar empregados e empregadores sobre a segurança no ambiente de trabalho. Ele é comemorado no dia 28 e seu símbolo é um laço da mesma cor.
Pensando nisso, a Unifacisa estará realizando, de 12 a 14 de abril, a SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho), com o seguinte tema: "Sua Saúde Merece Cuidado”. Durante este período, os colaboradores da instituição terão a oportunidade de cuidar da saúde através de serviços de vacinação, verificação de pressão arterial, avaliação corporal através da balança de bioimpedância, entre outros.
Confira a programação:
12/04/2023, às 10h - Cinema Unifacisa
Abertura com todos os colaboradores da Holding
Samuel Monteiro (Gerente de Gestão e Gente Unifacisa)
Dr. Solon Lira Vasconcelos (Médico do trabalho da Unifacisa)
Raniele Ferreira de Lima (Técnico de enfermagem do trabalho)
Vandemberg Lucas Lima Melo (Técnico em segurança do trabalho)
Clarissa Ramalho (Consultora interna do Gestão e Gente)
Valéria Moraes (Psicóloga e Docente da Unifacisa); Palestra: Abril verde o ano inteiro - saúde mental e prevenção de acidentes de trabalho.
Sorteio de brindes para todos os participantes da palestra.
13/04/2023, às 15h
Dia S Unifacisa - ações de cuidados com a saúde
Ação exclusiva para colaboradores do Unifacisa, H. Visão, Esac e Rede Ita.
Vagas limitadas. Inscreva-se.
14/04/2023, às 15h
Dia S Unifacisa - ações de cuidados com a saúde
Ação exclusiva para colaboradores do HBOL (Unidade de João Pessoa)
Ação exclusiva para colaboradores do HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa)
Luar Engenharia
Kelvin Ferreira (Técnico de segurança do HELP)
Taís Avelino (Técnica de segurança da obra do HELP)
Vagas limitadas. Inscreva-se.
Coordenador do curso de sistemas de informação da Unifacisa relata sobre as áreas de atuação e a metodologia desta modalidade.
O mundo passa por transformações e atualizações tecnológicas desde as primeiras revoluções industriais, ocorridas na Inglaterra, que reestruturaram as rotinas produtivas de trabalho. À medida que os anos se passaram, o capitalismo pós-industrial se mantém cada vez mais presente na sociedade e faz com que a população acompanhe suas incessantes mudanças. Esse fenômeno é notado no dia a dia, no qual muitas atividades, que antes eram executadas manualmente, agora podem ser realizadas na palma da mão. Com esse avanço acelerado da tecnologia, também surgem novas carências no mercado e, consequentemente, novas profissões.
Estas novas necessidades e espaços que surgem no mundo do trabalho abrem portas para as chamadas “profissões do futuro”. Nessa esfera em crescimento, existe uma necessidade grande de mão de obra, com muitas vagas em aberto e remunerações excelentes para os profissionais que souberem agarrar as oportunidades. Dentre os muitos ofícios que surgem ao longo das atualizações tecnológicas, está o curso de graduação em sistemas de informação que, sem sombra de dúvidas, é uma formação que garante um espaço no mercado de trabalho.
Segundo o coordenador e professor da graduação em sistemas de informação da Unifacisa, Fabrício da Costa Dias, esta é uma área que combina elementos de tecnologia da informação, gestão de negócios e ciência da computação para projetar, implementar e gerenciar sistemas de informação eficazes para organizações e empresas. Os sistemas de informação incluem hardware, software, banco de dados, redes de computadores, inteligência artificial e outras tecnologias que coletam, processam, armazenam e distribuem informações dentro e fora de uma organização.

Para o professor, existem 3 características do profissional de sistemas de informação que se destacam. São elas: 1) Conhecimento profundo em tecnologias da informação, como hardware, software, redes de computadores e bancos de dados, a fim de projetar e implementar sistemas de informação eficazes; 2) Habilidade analítica, que se dá através capacidade de analisar dados e informações com o intuito de identificar problemas e encontrar soluções adequadas; 3) Capacidade de aprendizado contínuo, já que a área de tecnologia está em constante evolução, e o profissional de SI (Sistemas de Informação) deve estar disposto a aprender novas tecnologias e conceitos de forma contínua.
Segundo Fabrício, a área para este profissional está aquecida e a atuação que encontra-se em evidência é a de programação de computadores. Ele explica que: “atualmente, a área está bastante aquecida e a demanda está em alta. Sem dúvidas a área de maior demanda e possibilidades de atuação é a de programação de computadores, dada a atual demanda combinada com a chegada e necessidade de sistemas onde antes não existiam. O mercado mudou, e antes o profissional que apenas programava, agora passa a adquirir novas atuações como líderes, analistas, gestores de negócios de TI (Tecnologia da Informação), profissionais de segurança de TI, banco de dados, redes de computadores e tantas outras áreas.”, ressaltou.
O coordenador, ainda, ressaltou sobre como este profissional pode manter-se sempre inserido no mercado de trabalho. Ele explicou que "a área de informática está em constante evolução. O profissional precisa se manter atualizado para acompanhar o que está acontecendo no mercado, bem como entender o que as empresas estão buscando no momento. Assim, será possível fornecer o que as empresas estão precisando e o que gera valor para os negócios.”, frisou. Ele ainda reforçou alguns meios de como se manter atualizado através de “cursos e estudando sempre, além de trocar experiências com profissionais do mercado, participação em simpósios e congressos também é muito importante.”, explicou.

Também foi expressado pelo coordenador o caminho trilhado por alguns egressos do curso de SI: “o curso de sistemas de informação da Unifacisa é um curso com mais de 20 anos de mercado, tendo formado, até o momento, grandes profissionais com atuação em todo o Brasil e também em outros países do mundo, como Canadá, Estados Unidos, Estônia e Portugal, o que comprova que o nosso curso não está formando o profissional apenas para uma atuação local e sim para uma atuação nacional e internacional, entregando profissionais de alto desempenho.”, exclamou.
Não obstante, Fabrício explicou que o segredo para tamanho sucesso se dá através da metodologia utilizada pela instituição. Para ele, são as práticas que preparam os graduandos. “Formamos profissionais totalmente voltados para o mercado com o modelo de ensino-aprendizagem baseado em competências. Desde o primeiro dia de aulas, o aluno se depara com um problema real e, a partir dessa problemática, se desenvolve a construção do conhecimento, aplicando na prática os conceitos que foram tratados em sala de aula.”, abordou o professor. Embasado nestas, o coordenador, também, reforçou sobre o que incentiva os membros do curso de SI todos os dias: “os números de empregabilidade que temos do nosso curso são, extremamente, animadores e servem de incentivo para que busquemos resultados ainda melhores. Isso corrobora com a nossa política de qualidade e faz com que tenhamos disponíveis sempre os laboratórios mais atualizados, os softwares mais utilizados e o melhor corpo docente da região.”, concluiu.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1975, o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, segundo a professora e psicóloga Renata Oliveira dos Santos, tem o intuito de preservar e honrar a memória das sufragistas, das mais de 15 mil mulheres que marcharam em protesto por melhores condições de vida em Nova York, em 1909; da professora e jornalista alemã, Clara Zetkin que, em 1910, na Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, sugeriu a data para reunião, reflexão e proposição de ações em prol da dignidade das mulheres.
As psicólogas e professoras da Unifacisa, Renata Oliveira e Letícia de Mélo Sousa, elucidaram que as ideias do que viria a ser mulher teriam surgido, ainda, no período neolítico. “A ideia do que seria uma mulher começou a surgir a partir da sedentarização dos primeiros agrupamentos humanos, no período neolítico, quando os machos começaram a se tornar homens e as fêmeas, mulheres.”, afirmou Renata; “A construção do sistema de hierarquias de gênero, o sistema patriarcal, remonta a, aproximadamente, 10 mil anos atrás, com o início do período neolítico. A construção de um sistema que retirou das mulheres o reconhecimento de sua humanidade consolidou-se nas relações estabelecidas entre sexos e gêneros, em todos os campos da existência humana.”, explicou Letícia.

As professoras, ainda, fizeram questão de deixar seus pontos de vista a respeito da importância da psicologia para apresentar espaços ocupados pelas mulheres na sociedade. “A psicologia, por uma parcela significativa da sua história, foi dominada pela produção masculina: a negação dos direitos básicos às mulheres as impediam de acessar os espaços e de serem reconhecidas pela sua produção científica e genialidade. Contudo, a psicologia se caracteriza, hoje, enquanto uma profissão buscada e realizada, principalmente, por mulheres. Essa presença feminina na profissão e ciência marca a chegada de uma nova perspectiva, que reconhece o impacto da exclusão, violência e exploração nos processos de sofrimento psicológico vivenciados pelas mulheres.”, elucidou, Letícia. “Como nós, mulheres, somos mais da metade da população mundial e, sendo a psicologia uma ciência e uma profissão comprometida com a saúde, seria, no mínimo, incoerente que esta área não se ocupasse de problematizar e apontar saídas para as desigualdades de gênero que atentam contra a dignidade, subjetividade, saúde física e mental, e, em última instância, contra a vida das mulheres.”, frisou Renata.
Enquanto docente e psicóloga - mas, principalmente, enquanto pessoa que é identificada pelos marcadores sociais de mulher, parda, vinda de uma família penalizada pelo racismo e pela pobreza - tenho o dever ético e o compromisso humanitário de problematizar e desconstruir os preconceitos e viés com os quais muitos de nossos discentes chegam ao ensino superior. Pois, o senso comum, alimentado por milênios de assimétricas relações de poder e tantas outras crenças prejudiciais aos indivíduos e coletividades, pode fazer com que o conhecimento adquirido na universidade torne-se instrumento de reprodução de desigualdades. Para evitar este risco, aposto sempre no afeto, em referências bibliográficas (cinematográficas e culturais, de uma forma geral) consistentes e na capacidade crítica e empática dos alunos, estabelecendo uma relação de horizontalidade, cooperação e confiança com estes que, em alguns períodos, se tornarão meus colegas de profissão. É uma imensa responsabilidade e honra para mim formar pessoas para cuidar de pessoas.”, encerrou Renata.
Já para a psicóloga Letícia: “há nove anos me dedico ao trabalho na área de gênero e sexualidade, com foco na violência contra a mulher. Percebi, ao longo desse período, mudanças significativas na recepção do público sobre esses temas: aquilo que era entendido enquanto tema ‘nichado’, de interesse para poucas pessoas e objeto da reação negativa de muitos, passou a ser compreendido enquanto tema de interesse geral, com grande relevância social. Nos dedicamos ao trabalho pela garantia dos direitos humanos das mulheres, porém continuamos a sofrer ataques daqueles que se opõem ao pleno exercício da cidadania por parte das mulheres, que questionam os propósitos de nossas ações e a validade de nossas informações, sem apresentar qualquer fundamentação científica para tal, seguindo apenas sua própria visão de mundo. Lutar por um mundo mais justo para as mulheres, menos marcado pela violência e sofrimento, continua sendo um desafio, um desafio estimulante, marcado pela potência de trabalho das mulheres na construção de espaços mais seguros para o seu desenvolvimento, com esperança renovada a cada nova conquista social e a cada nova mulher que, em seu processo terapêutico individual, constrói um lugar de autonomia e saúde para si.”, finalizou.
A partir dos posicionamentos expostos pelas professoras do curso de psicologia da Unifacisa, enquanto mulheres e psicólogas, reafirmamos ainda mais falar sobre as lutas diárias enfrentadas pelas mulheres. Por isso, ressalta-se a importância do Dia Internacional da Mulher e, ao mesmo tempo, que um dia ou um mês não são capazes de representar suas lutas diárias deste grupo na sociedade.
A Unifacisa lança um aplicativo exclusivo para alunos e docentes da IES para facilitar a sua jornada acadêmica e proporcionar a melhor experiência universitária. De forma prática, usual diversos serviços e informações estarão disponíveis na palma da sua mão.
O Meu App Unifacisa está disponível para download para os sistemas operacionais Android e IOs, gratuitamente. Para acessar a sua conta use sua matrícula e a senha do Portal do Aluno.
Segundo o gerente de estratégia e inovação, Daniel Rodrigues Corrêa, o aplicativo é um espaço virtual moderno pensado para facilitar a jornada acadêmica. "Unificar a jornada digital do aluno em uma única plataforma que promova a melhor experiência nos quesitos de atendimento e satisfação. O app foi pensado para trazer mais agilidade, facilidade e comodidade para nossos alunos e docentes.” Destacou.
Diversos serviços em um só clique! Confira alguns deles:
Agenda
Ambiente de aprendizagem
Agendamentos plantão psicopedagogia online
Agendamento de salas na biblioteca
Agendamento de salas na biblioteca / medicina
Assuntos financeiros
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Carreiras e estágios
Documentos institucionais: declarações do aluno, histórico, declaração de regularidade de matrícula e DRM - relação de disciplinas matriculada
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