Na manhã desta quinta-feira (13), a coordenação de estágios/monografias divulgou o calendário de atividades referentes ao semestre 2023.2. 

Confira o documento completo aqui.

Alunos de todos os cursos do Centro Universitário Unifacisa estão com a oportunidade de concorrer a uma das 11 bolsas-auxílio para graduação disponíveis no Programa Bolsas Nacionais, através da parceria Santander Universidades e Unifacisa.  O intuito do projeto é ampliar as possibilidades de inserção acadêmica e a continuidade dos estudos para graduandos que apresentem excelente e comprovado desempenho acadêmico. As bolsas disponíveis são no valor de R$ 300,00 (trezentos reais) mensais durante o período de 12 (doze) meses e as inscrições podem ser feitas AQUI

 

Condições para participação:

 

As inscrições dos alunos que preencherem os requisitos exigidos no edital, e previamente inscritos no site do banco Santander, devem ser feitas, no período de 07/07 até 13/07, acessando o LINK.

 

Confira o cronograma (as datas poderão sofrer alterações de acordo com as necessidades da instituição para poder atender as exigências do Banco Santander):

 

Confira o edital completo aqui.

Durante o dia a dia, seja no espaço laboral e/ou social em que nos encontramos, tem se tornado cada vez mais “normal” o desenvolvimento do ritmo “automático de produção”. As pessoas cumprem suas demandas diárias porque necessitam cumprir e, por conta disso, tendem a esquecer delas mesmas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse ritmo frenético de atividades evidenciadas pela exigência ou necessidade de produtividade é uma das principais causas de desenvolvimento do estresse. Estatísticas levantadas pela Organização mostram, também, que uma a cada cinco pessoas podem sofrer de algum problema de saúde mental dada a realidade em que estamos inseridos. Por isso, segundo a professora do curso de psicologia da Unifacisa, Raisa Mariz, é importante priorizar também momentos de descanso, pausa e lazer. 

A psicóloga também advertiu que “os próprios órgãos de saúde, como a OMS e, aqui no Brasil, o Ministério da Saúde, dispõem de diretrizes regulamentando e incentivando a prática de lazer como parte de uma boa qualidade de vida e, consequentemente, saúde para vida de uma pessoa. Estudos nessa esfera demonstram que o corpo ‘pede’ um tempo de repouso que contemple também práticas de lazer, sendo necessário para que nos reenergizemos para o retorno das atividades diárias. O cérebro entende nossa dinâmica e percebe que o ciclo trabalho-descanso-lazer é fundamental para uma vida mais saudável.”, salientou.

Tendo em vista essa necessidade dos momentos de lazer para uma boa saúde, a docente destacou que uma boa oportunidade de vivenciar essas experiências pode ser aproveitando os festejos juninos neste mês de junho. “A época dos festejos juninos é ótima para tal fim, principalmente para um bom nordestino que respira esses ares em suas raízes e assim são proporcionados momentos de alegria, relaxamento e vivência de tradições e culturas, desde a infância até mais do que a melhor idade.”, frisou. A psicóloga também deu exemplos de como ter esses momentos de descontração: “podemos dançar o forró; reunir a família e amigos numa boa confraternização junina; desfrutar das comidas e bebidas típicas e podemos, inclusive fazer a própria comida; contemplar as danças populares e ir a shows; envolver as crianças em histórias ou brincadeiras de São João e também curtir com elas esses momentos únicos; visitar os museus da cidade que contam com a vasta cultura e história junina; esses e muitos outros são exemplos de atividades que despertam nossa criatividade e exercitam o relaxamento e divertimento para todas as idades.”, pontuou.

Por fim, a professora ainda deu ênfase à importância de manter a continuidade com a vivência desses momentos de lazer. Segundo ela: “quando os festejos juninos passam, ficam as boas lembranças do que vivenciamos como uma forma de nos incentivar a continuar buscando momentos de lazer ao longo do ano, mesclando-os com outras atividades que fazem parte do nosso cotidiano. Temos de aliar as práticas e tirar nosso tempo de repouso. E, diante de tantas opções de relaxamento oferecidas pelo meio, o mais importante é cada pessoa encontrar o que lhe desperta prazer enquanto lazer, para que, de fato, seja uma realização de sentido única.”, concluiu.

Por André Bojim - Assesoria de Imprensa Unifacisa

O programa “Bolsas Santander” é um projeto do Banco Santander que oferece bolsas de estudos a profissionais de qualquer idade e a universitários há mais de 25 anos. Seu principal objetivo é o comprometimento com a aprendizagem contínua para aperfeiçoar as competências profissionais ligadas à melhoria da empregabilidade dos universitários e profissionais. 

Dentre os mais de 400 programas de bolsas, está o Top España 2022 que iniciou suas inscrições no final de 2022 e levará um grupo de brasileiros para Salamanca, na Espanha. A Unifacisa, enquanto instituição que fomenta a educação e imersão em outras culturas, possibilitou, através da sua parceira do programa, que, dentre os selecionados, estivesse Alice Nascimento Moreira, aluna do 8° período do curso de psicologia. 

A estudante soube da oportunidade através das redes sociais da instituição e, quando percebeu que tinha os requisitos necessários para concorrer, realizou a inscrição. Ela, juntamente com um grupo de brasileiros, irá em junho deste ano para um intercâmbio de três semanas na Espanha. Na Universidade de Salamanca, que é uma das mais antigas da Europa, a graduanda de psicologia viverá uma experiência imersiva na cultura espanhola, entre aulas de conversação e entendimento cultural acerca do país.

Alice, que sempre almejou fazer um intercâmbio, explicou como está se preparando para viver esta experiência: “me preparo olhando vários vídeos de relatos sobre as experiências culturais, bem como vendo coisas sobre os hábitos culturais de lá, lugares para conhecer e que com certeza vão ficar muito marcados na minha memória. E, claro, testando um pouquinho do espanhol.”, descreveu. 

Para o professor e coordenador do curso de psicologia da Unifacisa, Adriano Barros, “receber uma bolsa de intercâmbio durante o processo de formação acadêmica, torna-se uma oportunidade que extrapola o campo da instrução técnica, pois o contato com outras culturas e modos diversos de saber, ampliam a visão de mundo e, consequentemente, tornam o estudante mais habilitado para lidar com as diversidades do mundo do trabalho e da vida.”, destacou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O encontro é uma iniciativa dos cursos de Psicologia, Nutrição, Educação Física e Enfermagem da instituição. As inscrições são gratuitas.

Segundo pesquisas do Center of Diseases Control and Prevention (CDC), órgão de saúde do governo norte-americano, o Transtorno do Espectro Autista (TEA), como é conhecido atualmente, tem tido aumentos expressivos de casos com múltiplas maneiras de manifestação e graus que instigam o pensamento sobre a incidência desse fenômeno. Diante desse aumento, apesar dos avanços e atualizações em pesquisas científicas, constata-se que o autismo segue com denominação enigmática no que diz respeito ao diagnóstico e tratamento, o que justifica a relevância dos mais diversos meios de discussão e investigação sobre esse tema, já que ainda não há um exame específico que o detecte. 

A Unifacisa, por meio dos seus cursos de graduação de Psicologia, Nutrição, Educação Física e Enfermagem, irá trazer à consciência da comunidade acadêmica esse conteúdo com o intuito de formar profissionais que estejam em sintonia com as emergências clínicas e sociais da atualidade. A partir disso, o TEA estabelece um espaço fértil para a realização de pesquisas em inúmeras áreas, sobretudo na psiquiatria, psicologia, psicanálise, educação física, enfermagem e nutrição. Cada um desses campos apresentam descobertas, diagnósticos e tratamentos do autismo. Entretanto, ainda, não existe consenso com relação a esses pontos e tampouco entendimentos ou estratégias concluídos sobre essa temática. 

Nessa perspectiva, os cursos apresentarão o II Simpósio Autismo e Cidadania como um espaço de partilha e construção de saberes sobre teorias e experiências com o TEA, a fim de contribuir com os avanços que vêm sendo promovidos junto ao tema. O encontro é aberto ao público e acontecerá gratuitamente nas tardes dos dias 27 e 28 deste mês. 

O coordenador do curso de psicologia, Adriano Barros, explicou como se deu a iniciativa do evento: “a primeira edição desse evento foi fechada para o curso de psicologia, mas vimos a necessidade de trazer outras áreas para agregar na discussão, pensando principalmente que o tratamento e acompanhamento já ocorrem desse modo. Além disso, unir esses profissionais faz com que a discussão ajude os participantes a analisarem o TEA sob pontos de vista diversos.”, elucidou. 

O docente, comentou sobre a importância de um encontro como esse: “o evento aberto ao público considera que a universidade precisa ampliar sua discussão para a sociedade, complementando com uma ação social que extrapola a discussão acadêmica oferecendo intervenções às mães de autistas e suas crianças.”, frisou. 

Confira a programação completa: 

27/04

TARDE

14h Ação Social no Centro de atendimento ao Autista

28/04

TARDE

14h às 16h - Mesa redonda: Saúde mental e autismo: discussões interdisciplinares

16h às 18h -  Mesa redonda: Centros e institutos de acompanhamento ao autista

Inscreva-se aqui.

O Centro Universitário Unifacisa vem acompanhando, com preocupação, a circulação de ameaças de ataques às instituições de ensino em todo o país, disseminadas de forma anônima principalmente nas mídias sociais.

Gostaríamos de deixar claro que não há confirmação efetiva, neste momento, de qualquer evento que possa afetar a integridade da nossa instituição, no entanto, por cautela, informamos às Polícias Militar e Civil do Estado da Paraíba dos fatos e seguimos com rigor nos protocolos de segurança, limitando as visitas ao campus, reforçando a vigilância nas imediações e dentro das instalações, a fim de garantir a proteção de nossos alunos, docentes e colaboradores.

Esclarecemos que toda e qualquer denúncia será apurada e levada ao conhecimento da Polícia para investigação. Por fim, reforçamos a importância da união de todos para combatermos a disseminação de informações falsas e o ódio, e mantermos nossas instituições seguras e protegidas.

A Reitoria

Estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1975, o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, segundo a professora e psicóloga Renata Oliveira dos Santos, tem o intuito de preservar e honrar a memória das sufragistas, das mais de 15 mil mulheres que marcharam em protesto por melhores condições de vida em Nova York, em 1909; da professora e jornalista alemã, Clara Zetkin que, em 1910, na Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, sugeriu a data para reunião, reflexão e proposição de ações em prol da dignidade das mulheres. 

As psicólogas e professoras da Unifacisa, Renata Oliveira e Letícia de Mélo Sousa, elucidaram que as ideias do que viria a ser mulher teriam surgido, ainda, no período neolítico. “A ideia do que seria uma mulher começou a surgir a partir da sedentarização dos primeiros agrupamentos humanos, no período neolítico, quando os machos começaram a se tornar homens e as fêmeas, mulheres.”, afirmou Renata; “A construção do sistema de hierarquias de gênero, o sistema patriarcal, remonta a, aproximadamente, 10 mil anos atrás, com o início do período neolítico. A construção de um sistema que retirou das mulheres o reconhecimento de sua humanidade consolidou-se nas relações estabelecidas entre sexos e gêneros, em todos os campos da existência humana.”, explicou Letícia.

As professoras, ainda, fizeram questão de deixar seus pontos de vista a respeito da importância da psicologia para apresentar espaços ocupados pelas mulheres na sociedade. “A psicologia, por uma parcela significativa da sua história, foi dominada pela produção masculina: a negação dos direitos básicos às mulheres as impediam de acessar os espaços e de serem reconhecidas pela sua produção científica e genialidade. Contudo, a psicologia se caracteriza, hoje, enquanto uma profissão buscada e realizada, principalmente, por mulheres. Essa presença feminina na profissão e ciência marca a chegada de uma nova perspectiva, que reconhece o impacto da exclusão, violência e exploração nos processos de sofrimento psicológico vivenciados pelas mulheres.”, elucidou, Letícia. “Como nós, mulheres, somos mais da metade da população mundial e, sendo a psicologia uma ciência e uma profissão comprometida com a saúde, seria, no mínimo, incoerente que esta área não se ocupasse de problematizar e apontar saídas para as desigualdades de gênero que atentam contra a dignidade, subjetividade, saúde física e mental, e, em última instância, contra a vida das mulheres.”, frisou Renata. 

Enquanto docente e psicóloga - mas, principalmente, enquanto pessoa que é identificada pelos marcadores sociais de mulher, parda, vinda de uma família penalizada pelo racismo e pela pobreza - tenho o dever ético e o compromisso humanitário de problematizar e desconstruir os preconceitos e viés com os quais muitos de nossos discentes chegam ao ensino superior. Pois, o senso comum, alimentado por milênios de assimétricas relações de poder e tantas outras crenças prejudiciais aos indivíduos e coletividades, pode fazer com que o conhecimento adquirido na universidade torne-se instrumento de reprodução de desigualdades. Para evitar este risco, aposto sempre no afeto, em referências bibliográficas (cinematográficas e culturais, de uma forma geral) consistentes e na capacidade crítica e empática dos alunos, estabelecendo uma relação de horizontalidade, cooperação e confiança com estes que, em alguns períodos, se tornarão meus colegas de profissão. É uma imensa responsabilidade e honra para mim formar pessoas para cuidar de pessoas.”, encerrou Renata.

Já para a psicóloga Letícia: “há nove anos me dedico ao trabalho na área de gênero e sexualidade, com foco na violência contra a mulher. Percebi, ao longo desse período, mudanças significativas na recepção do público sobre esses temas: aquilo que era entendido enquanto tema ‘nichado’, de interesse para poucas pessoas e objeto da reação negativa de muitos, passou a ser compreendido enquanto tema de interesse geral, com grande relevância social. Nos dedicamos ao trabalho pela garantia dos direitos humanos das mulheres, porém continuamos a sofrer ataques daqueles que se opõem ao pleno exercício da cidadania por parte das mulheres, que questionam os propósitos de nossas ações e a validade de nossas informações, sem apresentar qualquer fundamentação científica para tal, seguindo apenas sua própria visão de mundo. Lutar por um mundo mais justo para as mulheres, menos marcado pela violência e sofrimento, continua sendo um desafio, um desafio estimulante, marcado pela potência de trabalho das mulheres na construção de espaços mais seguros para o seu desenvolvimento, com esperança renovada a cada nova conquista social e a cada nova mulher que, em seu processo terapêutico individual, constrói um lugar de autonomia e saúde para si.”, finalizou. 

A partir dos posicionamentos expostos pelas professoras do curso de psicologia da Unifacisa, enquanto mulheres e psicólogas, reafirmamos ainda mais falar sobre as lutas diárias enfrentadas pelas mulheres. Por isso, ressalta-se a importância do Dia Internacional da Mulher e, ao mesmo tempo, que um dia ou um mês não são capazes de representar suas lutas diárias deste grupo na sociedade.

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